Estas esculturas são tão realistas que fica difícil acreditar que sejam de mármore

O artista Alasdair Thomson, de Edimburgo, na Escócia, tem ganhado fama em todo mundo com um minucioso trabalho de esculpir figuras que são muito semelhantes aos itens que fazem parte da rotina comum.

A forma de Alasdair trabalhar é tão detalhista que é difícil acreditar que estas obras sejam feitas de pedra.

Entre os itens esculpidos estão saias, vestidos, tênis, camisas, blusas, vestidos, frascos de perfume e outros materiais comuns. Veja abaixo:

Tubarão pré-histórico é encontrado em Portugal

As águas de Algarve, no sul de Portugal, mantinham até hoje um habitante inusitado. O Chlamydoselachus anguineus, também chamado de tubarão-enguia ou tubarão-cobra, é uma espécie pré-histórica de tubarão pouco conhecida, mas que acaba de dar as caras em mares lusitanos.

Foto: Marian Torres

Capturado em agosto por uma rede de pesca, o animal tem 300 dentes finos e afiados. Sua descoberta foi anunciada apenas recentemente pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). Os tubarões-enguia são considerados como verdadeiros “fósseis vivos“.

Foto: Citron/CC-BY-SA-3.0

Por viverem muitos metros abaixo da superfície, pouco se sabe ainda sobre a espécie. Não há dados sobre a quantidade de indivíduos existentes ou sua possibilidade de extinção. O animal encontrado em Portugal foi capturado a 700 metros de profundidade e retirado do mar já morto.

Foto: Citron/CC-BY-SA-3.0

De acordo com depoimento de Margarida Castro, professora e pesquisadora do Centro de Ciências Marinhas da Universidade de Algarve, à BBC, a espécie é a única sobrevivente de uma família quase extinta de tubarões. Os especialistas acreditam que o animal tenha surgido no período jurássico tardio, há dezenas de milhares de anos.

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Fotos retratam ratinhos vivendo livres e felizes após ‘escaparem’ de laboratórios

Assim como no resto do mundo, na Itália, milhares de animais morrem em laboratórios. Alguns são usados para testes letais, mas muitos são usados para experimentos dos quais eles poderiam facilmente se recuperar e reiniciar uma vida normal. Outros sequer são usados em testes, mas são mantidos nos laboratórios como um excedente de segurança ou controle, e, uma vez que o experimento termina, se tornam “uma despesa inútil” para os laboratórios.

A lei italiana permite que laboratórios experimentais libertem animais saudáveis e “salváveis”, os doando para para indivíduos ou instituições de caridade, como a La Collina dei Conigli. As aposentadorias dos animais são acordadas pela associação diretamente com os laboratórios de teste através de negociações delicadas, que muitas vezes envolvem um grande número de animais de uma só vez.

La Collina dei Conigli se especializou na recuperação de coelhos e criaturas, lidando com eles desde a saída do laboratório para que possam ser adotados e possam ter uma vida feliz com alguma família.

A fotógrafa Rachele Totaro tem apoiado esta instituição de caridade há anos para aumentar a visibilidade de animais de abrigos. Neste ano ela fotografou os curiosos ratos de laboratório que sentiram o sol em suas peles pela primeira vez.

Os tímidos, pequenos guerreiros e exploradores: todos agiram de uma maneira diferente quando ao ar livre – primeira vez fora das gaiolas, mostrando serem indivíduos com atitudes e personalidades peculiares.

Veja mais fotos:

Imagens: Reprodução/fonte:via

A maravilhosa amizade destas garotinhas que acreditam ser irmãs gêmeas

Elas são duas garotas de 4 anos que, na verdade, são melhores amigas. Mas a amizade é tão forte que ambas estão convencidas de que são irmãs gêmeas.

Isso porque Sarnicola e Copeland comemoraram o aniversário no mesmo dia. Além disso, elas afirmam possuir “a mesma alma”, o que é um inquestionável indício de parentesco.

Na verdade verdadeira, o aniversário de Jia é em 3 de junho e o de Zuri, dois dias depois. Mas elas compartilharam a mesma festa de aniversário neste ano porque estão juntas em tudo sempre.

A mãe de Jia diz que as garotas não enxergam cor de pele e acredita que isso seja consequência do fato delas viverem em uma cidade multicultural. Além disso, ela nunca conversou com a filha sobre raça ou identidade racial.

“Acho que essa é uma das coisas boas de se crescer em uma cidade multicultural. Elas não enxergam cores. Nunca falamos sobre isso, ponto final“, disse Ashley Riggs Sarnicola, mãe de Jia, para a ABC News dos Estados Unidos.

Ashley também lembrou sobre uma conversa que elas tiveram na festa que abriu seus olhos para o quanto a amizade das duas era especial.

“Elas estavam na fila esperando para pintar o rosto e estavam contando para a irmã mais velha de uma das convidadas que elas eram gêmeas. A menina olhou estranho e disse: ‘vocês não são gêmeas’. Minha filha começou a chorar porque ela realmente acredita ser irmã gêmea de Zuri”.

Já Valencia Copeland, a mãe de Zuri, disse que a união delas é tão especial que, na escola, há um mural dedicado a mostrar o quanto elas se amam.