Série de fotos retrata técnicas de defesa pessoal feminina em 1906

Logo após se formar na faculdade de medicina, em Nova York, William Richard Cunningham Latson, também conhecido como Dr. Latson, ficou conhecido na cidade como uma espécie de celebridade da auto-ajuda.

Trabalhou por anos como editor da revista Health Culture e escreveu livros e artigos que fizeram sucesso por todos os Estados Unidos, além de ter sido um fisiculturista e um verdadeiro entusiasta do boxe.

Em 1906, William desenvolveu uma técnica de autodefesa para mulheres que ficou conhecida como Método de Autodefesa do Dr Latson. Para retratá-las, convidou o famoso fotógrafo inglês Percy Byron, que clicou uma jovem demonstrando algumas técnicas de combate, com a ajuda de um objeto inusitado: um guarda-chuva.

O resultado é bastante curioso, confira as imagens abaixo:

Imagens © Percy Byron/fonte:via

Garotinha tem perna amputada e recebe uma ajuda muito especial em sua adaptação

Nunca foi e provavelmente nunca será fácil ter um membro amputado. Quando isso acontece na infância, porém, pode ser ainda mais difícil lidar com a perda. Foi o que sentiu a pequena Lydia, que teve sua perna amputada há três anos.

Lydia nasceu com uma doença na perna, que precisou ser amputada quando ela ainda era criança. Sua maior dificuldade na época foi perceber que ninguém entendia o que ela havia passado. Para ajudar na adaptação, a mãe da menina teve uma ideia inspiradora.

Ela decidiu adotar um cachorro, mas não qualquer um. A mãe sabia que a melhor companhia para Lydia seria um cão com apenas três patas. Depois de meses em contato com diversos abrigos em Utah, onde vive a família, ela conseguiu encontrar o cachorro ideal para a menina.

De acordo com o The Dodo, a cadelinha Clover foi encontrada com uma perna muito machucada, que precisou ser amputada. Apesar de perder o membro, o animal se adaptou muito bem à vida com uma pata a menos – era o exemplo que Lydia precisava para abraçar a sua nova condição.

Hoje, o par é inseparável. Juntas, Lydia e Clover não têm limitações. Elas correm, brincam muito e até dormem lado a lado. Quando a menina fica triste ou insegura por não ter uma perna, Clover é seu porto seguro e o exemplo de que ter um membro amputado não faz com que ela seja menos capaz do que qualquer pessoa. ♥

Todas as fotos: Mary Petrucka via The Dodo /fonte:via

Biblioteca é projetada com inspiração nos mares para representar oceano de conhecimento

Os moradores e visitantes da cidade chinesa de Tianjin já podem mergulhar em um oceano de conhecimento. A oportunidade é uma visita à Biblioteca de Tianjin Binhai, que faz parte do projeto de um centro cultural no distrito ao lado de outros quatro edifícios desenhados por renomados arquitetos internacionais.

A construção chama a atenção por sua inspiração nos mares, com ondas de livros que emergem do piso ao topo do edifício. No coração da biblioteca, um auditório em formato de um olho esférico serve como centro e parece guiar a maneira como as estantes são dispostas dentro do espaço. Além de abrigar 1,2 milhão de livros, as estantes também servem como cadeiras e degraus para acessar os cinco níveis da construção.

O projeto foi desenhado pelos arquitetos da MVRDV em parceria com o Instituto de Design e Planejamento Urbano de Tianjin. Graças à sua estrutura inovadora, as imagens da biblioteca se tornaram virais nas redes sociais chinesas, onde foram compartilhadas milhares de vezes.

Com 33.700 m², o centro cultural já se tornou uma das principais atrações da cidade desde sua abertura, em outubro deste ano. Apesar disso, a imponente construção foi erguida em apenas três anos, um tempo recorde para um projeto desta proporção. Mesmo com tanta rapidez, as imagens da biblioteca são inspiradoras e prometem levar você a um verdadeiro mergulho no conhecimento.

Com informações de Arch Daily e MVRDV

Todas as fotos © Ossip Van Duivenbode /fonte:via

5 formas brutais usadas durante a história para torturar as mulheres

A Idade Média foi, sem dúvidas, a época mais cruel da humanidade. Os inúmeros e aterrorizantes tipos de tortura existentes, praticados principalmente contra mulheres, são de deixar qualquer um com o cabelo em pé.

E os motivos que levavam as mulheres a serem castigadas são os mais banais possíveis, como falar demais, ter muitos filhos ou ser considerada brava, por exemplo. Não à toa que a época ficou conhecida como a era de ouro da tortura, com diversos instrumentos desenvolvidos.

E alguns sites reúnem as piores técnicas usadas contra mulheres na Idade Média, com histórias e descrições de tirar o sono e embrulhar o estômago. Confira 5 delas abaixo e, para ver mais, acesse aqui e aqui.

Freio de Scold

Uma espécie de freio amarrada ao rosto da mulher, que comprimia a língua toda vez que a língua se mexia. Era usada para punir mulheres que fofocavam ou simplesmente falavam demais.

Violão de Shrew

Um pedaço de madeira com dois buracos em cada ponta, onde uma ou duas mulheres poderia ser trancadas. Era usado para punir mulheres bravas ou que estavam brigando entre si.

Nariz cortado

Uma mulher que tivesse um affair deveria ter seu nariz mutilado. Isso porque, ao desfigurar o rosto de uma mulher, o poder de sua beleza era eliminado. A lei de Cnut de 1018 determinou que uma mulher acusada de adultério teria não só o nariz mas também os ouvidos cortados como punição.

Despertador

Também conhecido como Berço de Judas, foi idealizado pelo italiano Ippolito Marsili e marcou uma mudança no uso de torturas. Agia diretamente no sistema nervoso, impedindo a mulher de dormir ou relaxar, devido à pressão na vagina.

Esmaga-seios

Utilizado para punir mulheres acusadas de realizar bruxaria, aborto ou adultério. Suas garras eram usadas para – literalmente – arrancar os seios das mulheres fora.