Esta pintura de Van Gogh escondia um segredo de 128 anos de idade

Para entrar pra história da arte é preciso criar uma obra original, instigante, desafiadora, que sobreviva ao tempo e que permaneça matéria de interesse, estudo, emoção e sensibilidade de geração em geração – ou você pode simplesmente ser um gafanhoto desavisado porém dono de um gosto estético apurado e vanguardista, que um dia, em meados de 1889, pousou sobre uma tela e, grudado à tinta, nunca mais conseguiu sair. A tela em questão, porém, era nada menos que a pintura “Olive Trees”, do mestre holandês Vincent Van Gogh.

 

A presença do gafanhoto, para espanto de todos, permaneceu incógnita por 128 anos, e só foi descoberta por uma funcionária do museu Nelson-Atkins, no Kansas, EUA, recentemente, e anunciada há uma semana.

O inseto foi encontrado por uma pesquisadora, que estava examinando 104 quadros do acervo, e não estava visível a olho nu. Foi com uma lente que o gafanhoto foi descoberto.

 

Não é incomum descobrir insetos em telas, mas esse caso, além do tempo passado e do valor incomensurável do quadro, pode ajudar a descobrir detalhes sobre a feitura da tela, como até mesmo em que estação do ano Van Gogh pintou as oliveiras. O artista, que adorava pintar ao ar livre, morreu um ano depois da tela estar pronta, em 1890. Já o gafanhoto, pela ausência de movimentos na tinta ao seu redor, deve ter morrido antes da tela estar pronta.

 

© fotos: divulgação/fonte;via

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