Barbeiro que dá cortes grátis para pessoas em situação de rua ganha barbearia de presente

Oferecer um pouco de dignidade, higiene e amor próprio para pessoas em situação de rua da região da cidade da Philadelphia, nos EUA, onde mora, foi a maneira que o barbeiro Brennon Jones encontrou de retribuir à sua comunidade.

Cumprindo a “missão diária de espalhar o amor” através de seu projeto Haircut for Homeless (“Corte de cabelo para pessoas em situação de rua”) ele arma sua cadeira no meio da rua para cortar até 20 cabelos em um dia – mesmo estando ele mesmo, até recentemente, sem um local apropriado para trabalhar.

 

Por isso, com a aproximação do inverno, Jones sabia que teria de deixar seu projeto comunitário em suspenso – até que alguém resolveu retribuir sua generosidade. Um homem chamado Sean Johnson, depois de conhecer o trabalho de Jones, e principalmente sua relação com a comunidade, decidiu simplesmente lhe dar uma barbearia reformada. Jones batizou seu novo local de trabalho de Phenomenon Perfection.

E, como não poderia deixar de ser, ele segue oferecendo cortes gratuitos para quem mais precisa – agora com uma refeição incluída. “Para nós é somente um corte de cabelo, mas para eles é muito mais. É a própria autoestima”, ele diz. Trata-se de um exemplo simples e profundamente eficiente de marcar sua presença e fazer a diferença no mundo. Para ajudar o Haircut for Homeless a seguir existindo, é possível doar através do PayPal.

 
 © fotos: Instagram/fonte:via
Anúncios

Pintura de Da Vinci encontrada em 2011 é vendida por US$450 milhões

 

O leilão da tela “Salvator Mundi” aconteceu na quarta-feira (15) de novembro de 2017 no Rockefeller Center, em Nova York, e durou apenas 19 minutos. A obra representa Jesus Cristo com uma mão em movimento de bênção e a outra segurando um globo de cristal (veja imagem completa abaixo).

Quatro compradores participaram por telefone e um pessoalmente na sede da casa de leilões Christie. Cada lance dos interessados provocava reações de surpresa nos presentes.

O preço alcançado foi de US$450,3 milhões, com as taxas de compra. Esta quantia foi radicalmente maior que o último recorde de obra de arte leiloada, o “Mulheres de Alger” de Picasso, vendida por US$179 em 2015. O comprador de “Salvatore Mundi” ainda não foi identificado publicamente.

Este preço pago pela obra de Da Vinci é ainda mais impressionante levando em conta que o mercado de obras de arte renascentistas está em contração por falta de peças disponíveis para venda. A venda astronômica também traz questionamentos sobre o valor de obras de arte, já que ainda há dúvidas de que o  “Salvatore Mundi” seja de Da Vinci e a obra está em más condições de preservação. Enquanto as mãos estão bem preservadas, o fundo foi manipulado e a superfície da tela foi limpo de forma incorreta, danificando a face e cabelo de Cristo.

Apesar de já ter sido chamada de “Mona Lisa masculino”, o quadro não tem muita semelhança com a composição e estilo de Da Vinci. Especialistas em investimentos em obras de arte se queixaram da demora da Christie em liberar um relatório sobre as condições da peça, e o certificado de garantia de que se trata de um Da Vinci vence em apenas cinco anos. Esta informação foi impressa em letras pequenas atrás do catálogo de venda da obra.

 

Mesmo assim, a pintura atraiu o interesse de muita gente, mostrando que o público não se importa se a pintura é original de Da Vinci ou se é de um de seus pupilos. Na fase de pré-leilão, a peça foi exposta em Hong Kong, Londres, São Francisco e Nova York, e atraiu 27 mil pessoas interessadas em conferir a tela feita no século XVI.

Linha do tempo da obra perdida


A obra foi feita ao redor de 1.500, e alguns estudos realizados por Da Vinci ligam a tela a ele. Em algum momento, o rei Charles I da Inglaterra, um grande colecionador de arte, comprou a pintura. Ela provavelmente ficava no quarto de sua esposa Henriqueta Maria. Charles I foi executado em 1.649 na Guerra Civil Inglesa. Depois de sua morte, a obra foi vendida em 1.651, para John Stone.

Stone ficou com a pintura por nove anos, quando o filho de Charles I voltou do exílio para retomar o trono inglês. A tela foi devolvida para Charles II, e ela provavelmente ficou no Palácio de Whitehall em Londres até o final do século XVIII, passando de Charles II para seu irmão James II. A partir daí sua localização ficou imprecisa.

A pintura ficou em local desconhecido até o século XX, quando foi vendida como um trabalho de Bernardino Luini, um dos pupilos de Da Vince. Em 1.958, a tela foi comprada por apenas mil dólares no valor atual (na época, apenas 45 libras esterlinas).

Apenas em 2005 a pintura acabou em um leilão nos Estados Unidos, mas ainda acreditava-se que se tratava de um trabalho de um dos pupilos de Da Vinci. Depois daquela venda, em 2007 a restauradora Dianne Modestini, do Instituto de Nova York de Belas-artes, lançou um projeto para recuperar a obra, removendo gotas de tinta que haviam sido adicionadas ao painel de madeira para disfarçar batidas e para restaurar tentativas ruins de colar uma rachadura na madeira.

Foi aí que ela percebeu que poderia ter em mãos uma obra de Da Vinci. Especialistas do mundo todo examinaram a peça e concordaram que o autor realmente foi Da Vinci. Em 2011, a tela foi exposta na Galeria Nacional em Londres.

Algo que acrescenta ainda mais valor à tela é a técnica de pintura da pele de Cristo, chamada sfumato. Nela, o artista usa a palma da mão para espalhar tinta na tela. Imagens em infravermelho mostraram que ainda há impressões da mão de Da Vinci na tela, especialmente na testa de Cristo.

Em 2013, a tela foi vendida por US$80 milhões para um negociante suíço, que a vendeu por US$127 milhões em 2014 para o investidor Russo Dmitry Rybolovlev. A obra anterior de Da Vinci vendida por maior preço foi a “Cavalo e Cavaleiro”, por US$11,4 milhões em 2001. fonte:via [Live Science,via New York Times]

Imagem perturbadora de elefantes em chamas ganha prêmio de fotografia

A fotografia vencedora de um concurso indiano, o Sanctuary Wildlife Photography Awards, é no mínimo perturbadora.Se você for mais sensível, role a página direto para o texto, pois o prêmio deste ano decidiu contemplar uma imagem que mostra o pior que o ser humano tem a oferecer para seus parentes animais: dois elefantes, uma mãe e seu filhote, fogem de um ataque em chamas.

O responsável pelo clique foi Biplab Hazra. A competição é realizada anualmente pela revista ambiental Sanctuary Asia.A fotografia, intitulada “Hell is here” (em tradução literal, “O inferno está aqui”), foi feita no distrito de Bangura, em Bengala Ocidental, depois de uma multidão de homens lançarem bombas flamejantes nos elefantes.

Luta por espaço?

A Índia é a casa de mais de 70% da população global de elefantes asiáticos. Isso é ainda mais triste se considerarmos que seus habitats e rotas vitais estão sendo constantemente devastados, e o conflito entre elefantes e humanos aumenta gradualmente.

“Para esses animais inteligentes, gentis e sociais que percorreram o subcontinente há séculos, o inferno é agora e aqui”, comentou o fotógrafo, Biplab Hazra.

Não está claro o que aconteceu com os dois elefantes depois da foto. O distrito em que os animais se encontravam, no entanto, já fez manchetes anteriormente por conta de mortes humanas causadas por encontros com elefantes, de acordo com a BBC.

A nota da revista que acompanha a fotografia informa que este também foi um caso de conflito entre humanos e elefantes.Mainak Mazumder, morador de Bankura, comentou que os locais foram responsáveis pela “pesada destruição do habitat” desses animais, e que “os elefantes foram submetidos a terríveis abusos e torturas”. Porém, ele também acrescentou que os elefantes “causaram estragos”, destruindo culturas, prejudicando terras agrícolas e “matando pessoas inocentes”.

Vida selvagem

A competição do Sanctuary Asia teve mais de 5.000 inscrições, com oito vencedores anunciados em uma cerimônia em Mumbai.

Outras fotos premiadas incluem:

Foto: Abhishek Nandkishor Neelam Satam. Uma estrela do mar colabora com caranguejos e conchas marinhas para criar uma obra-prima que em breve será lavada pela maré.
Foto: Anand Bora. A imagem conta uma história inspiradora de um leopardo que caiu em um poço, onde nadou durante 30 horas antes de ser descoberto, quase sem vida, até ser salvo pelos locais.
Foto: Milinda Wattegedara. A morte é inevitável: um cervo luta furiosamente enquanto um grupo de crocodilos entra em um frenesi de alimentação.
Foto: Vishruth Cavale. Este é o corpo sem vida do tubarão Rhina ancylostoma, também chamado de “peixe-guitarra”. Embora não seja um alvo comum, a espécie vulnerável é considerada uma captura valiosa.
Foto: Sitara A. Karthikeyan. Em uma parada nas colinas de Anamalai, Sitara observou um macaco empoleirado no pneu do carro de um turista.
fonte:via
[BBC, TheBetterIndia, Ladbible]

Confira os finalistas do prêmio de fotografias Comédia da Vida Animal 2017

O prêmio de fotografia de vida animal selvagem mais divertida é recente, existe há apenas dois anos, mas tem chamado atenção com suas imagens de animais em momentos cômicos ao redor do mundo. Para participar, há poucas regras: os animais devem ser selvagens (nada de animais de estimação ou de fazendas); a imagem não pode retratar animais sendo perturbados ou mal-tratados; e o participante deve deter os direitos autorias da imagem.
 

Paul e Tom mostram que prezam pelo bom humor não apenas nas fotografias, mas também em todos os aspectos da vida. Os termos e condições para participar do concurso dizem: “Você deve achar que Bohemian Rhapsody é uma das melhores músicas já escritas, brincadeira. Não, é verdade…”. O documento termina com a seguinte frase: “Parabéns! Você conseguiu ser todo o Termos e Condições! Muito bem! Primeira vez?”.

Claro que essas brincadeiras não significam que o concurso não seja sério. As imagens vencedoras serão anunciadas no dia 14 de dezembro de 2017, com base na opinião de uma banca que analisa a técnica e o senso de humor tanto da imagem quanto da legenda.

Os ganhadores passarão uma semana em um safári fotográfico no Quênia, com direito a acompanhante de livre escolha e passeio guiado por Paul Joyson-Hicks, um dos organizadores do concurso.

Confira abaixo 10 imagens finalistas:

 

10. Macacos aventureiros

Crédito imagem: Katy Laveck Foster / CWPA / Barcroft Images

Esses dois macacos se separaram do grupo para fazer um test drive em uma moto estacionada perto da entrada da reserva Batuangus, na Indonésia.

9. Elefante marinho possuído

Crédito imagem: George Cathcart / CWPA / Barcroft Images

Um elefante marinho jovem olha chocado para seu amigo girando o pescoço em San Simeon, Califórnia.

8. Girafa e seu avião

Crédito image: Graeme Guy / CWPA / Barcroft Images

Girafa parece estar espionando o interior de um avião nesta fotografia de Graeme Guy, feita em novembro de 2008 no Quênia. O título do autor para a imagem é “terceirização da checagem de cinto de segurança”.

7. Coceirinha gostosa

Crédito imagem: Johnny Kaapa / CWPA / Barcroft Images

Este esquilo deu uma bela coçada em seu peito na imagem registrada por Johnny Kaapa, em Gotemburgo na Suécia.

6. Careta de gorila

Crédito imagem: Josef Friedhuber / CWPA / Barcroft Images

Este gorila da montanha fez esta cara quando saiu de um arbusto depois da chuva, no Parque Nacional Virunga, em Ruanda.

5. Ninho de coelho

Crédito imagem: Olivier Colle / CWPA / Barcroft Images

Este coelho selvagem foi flagrado coletando material para construir um ninho em Bredene, na Bélgica.

4. Filhotinho equilibrista

Crédito imagem: Andrea Zampatti / CWPA / Barcroft Images

Este filhote de Muscardinus avellanarius foi fotografado se equilibrando em uma flor estreita em Monticelli Brusati, na Itália.

3. Gnu-de-cauda-preta

Crédito imagem: Jean Jacques Alcalay / CWPA / Barcroft Images

Este gnu-de-cauda-preta parece estar de pé em seus companheiros, mas na verdade está em cima de rochas em Masai Mara, no Quênia.

2. Coral de peixes anfíbios

Crédito imagem: Daniel Trim / CWPA / Barcroft Images

Esses peixes anfíbios que passam parte do dia fora d’água parecem estar cantando como membros de um coral em uma poça rasa de lama em Krabi, na Tailândia.

1. Hora da missa

Crédito imagem: Carl Henry / CWPA / Barcroft Images

Três pinguins reais se aproximam da única igreja da ilha Geórgia do Sul, que pertence ao Reino Unido e fica no Atlântico Sul, próxima das ilhas Malvinas (ou Falkland). O autor da imagem deu a seguinte legenda para ela: “Mãe, nós sempre temos que ser os primeiros a chegar à igreja?”

Conheça os outros 30 finalistas aqui.

fonte:[via]