Parque Nacional da Chapada Dos Veadeiros floresce após incêndio que consumiu 28% de sua área

No último 4 de novembro de 2017, um tapete vermelho em forma de coração foi aberto sob a luz do luar numa praça em Cavalcante, na Chapada Dos Veadeiros, por brigadistas, voluntários e moradores da comunidade, homenageados que, com a ajuda das recentes chuvas, ajudaram a combater o maior incêndio da história da região.

Representando os que ali não estavam, um grupo com membros do Ibama Prevfogo e de voluntários foi convidado a reunir-se dentro do grande coração, para ouvir palavras de conforto e agradecimento, numa homenagem que iniciou-se pela manhã e estendeu-se até à noite. A comunidade, em clima de confraternização, juntou-se para oferecer música, aulas de yoga, acupuntura e outras atividades para os que lutaram para cessar o fogo.

“Estamos comemorando o fim da seca, o início das chuvas e o grande trabalho que foi feito aqui em Cavalcante, na primeira festa em homenagem a Brigada Contra o Fogo na Chapada”, contou Dr Antônio Pires com microfone empunhado nas mãos, médico e empreendedor da região da Chapada dos Veadeiros. “Considerando tudo o que aconteceu, o risco de grandes incêndios, o estrago foi minimizado pelo grande esforço da brigada e desses voluntários. Cavalcante está bem, bonita, tá aqui pro turista e para a gente curtir, porque ela está viva!”, concluiu.

O Parque, localizado em Goiás e Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco, teve 68 mil hectares transformado em cinzas,  cerca de 28% de sua área total desde a sua ampliação em junho deste ano, para 240 mil hectares. Durante o incêndio, enquanto recursos não eram liberados pelas autoridades oficiais, milhares de pessoas se uniram em corpo ou através de doações para campanhas de crowdfunding como a Rede Contra Fogo, provendo alimentos e viabilizando custos operacionais para ajudar os que enfrentavam o calor a salvar o Cerrado.

De acordo com a Rede, mais de 100 mil hectares foram afetados, considerando também os arredores do Parque Nacional, que está aberto desde o feriado de 2 de novembro e recebe visitantes normalmente. Mas, como bem disse Dr Antônio, a Chapada está mais viva do que nunca. Exibe toda a sua exuberância em cachoeiras como as do Vale do Macaquinho, um complexo de três quedas perfeitas para lavar a alma, dar braçadas e até observar uma caverna de dentro d’água, se assim o turista quiser.

Aves de diferentes espécies já sobrevoam a região e as árvores do Cerrado, a savana mais rica em biodiversidade do mundo, mostram sua força ao fazerem brotar folhas verdes após as chuvas, dando vida ao que parecia definitivamente morto. Seja pelo susto dos turistas (muitos cancelaram a ida a Chapada no último feriado de 2 de novembro por conta do incêndio) ou por não fazer parte do complexo de cachoeiras do Parque, deu para contar nos dedos o número de visitantes que estavam ali, curtindo Macaquinhos conosco.

Para chegar, percorra cerca de 40km na BR 010 em direção a Brasília, entre numa estrada de terra e siga por mais ou menos 30km, seguindo as placas que indicam o caminho. A entrada custa R$ 30. Já a Santa Bárbara, um dos cartões postais da Chapada dos Veadeiros, localizada no município de Cavalcante, não seguiu essa regra. Para revê-la, foi necessário encarar duas horas de fila, já que há um limite máximo de visitantes por vez controlado pela comunidade Quilombola que vive no local. Para evitar essa fila, o melhor é dormir na própria comunidade, acordar `as 6h00 e visitá-la `as 7h00, sem muita companhia por perto.

Paga-se R$ 20 para visitar a Santa Bárbara e R$ 10 para entrar na Cachoeira da Capivara, outra atração próxima que pode ser combinada a primeira.  Para chegar, são 22km de estrada de terra a partir da vila de Cavalcante, seguindo placas rumo ao povoado Engenho II.

Mais uma atração exuberante, fora do Parque Nacional, é a Catarata dos Couros. Foi lá que encontrei Lucas Gutemberg, guia da Chapada e que participou da brigada como voluntário. Lucas conta que alguns fazendeiros não estavam interessados na ampliação do Parque Nacional, e “pode-se dizer que o fogo tenha vindo daí”. Afinal, os incêndios ocorreram na época da seca, em locais improváveis, e não foram causados por raios.

Agora, a Rede Contra fogo parte para a segunda fase de sua campanha, que tem “objetivos de médio prazo” como publicaram em seu próprio site: “organizar, capacitar e equipar oito brigadas voluntárias regionais compostas por 12 pessoas cada, que são essenciais para a prevenção de incêndios e conservação do Cerrado da Chapada”. Para saber mais e colaborar, acesse o site oficial. E lembrem-se: a Chapada dos Veadeiros vive do turismo e precisa de visitantes conscientes, que venham desfrutar de suas belezas e deixem apenas lembranças, sem gerar lixo desnecessário e impactar o meio ambiente. Venha se conectar e vivenciar o Cerrado neste paraíso! Garanto que vale a pena!

Rodrigo Tamburus e Wiki Commons/fonte:via

10 esquisitas e belíssimas fotos das carinhas de aranhas

 

Embora seja mais

comum termos medo delas, as aranhas também podem inspirar admiração e fascínio.Os closes das caras de aracnídeos, por exemplo, possuem algo de desconcertantemente belo. As imagens aumentadas mostram as características intimidantes e deslumbrantes dessas criaturas em detalhes, como seus olhinhos redondos cativantes e presas peludas monstruosas.

Jorge Fardels é um dos fotógrafos que adora clicar estes animais. De acordo com o espanhol de La Coruña, as aranhas são difíceis de se registrar, e essa tarefa pode levar muito tempo. “Elas me impressionaram desde a infância. Considero-as interessantes e encantadoras, ao invés de assustadoras”, disse.

Fardels fez cliques incríveis de aranhas-saltadoras (da família Salticidae, a que possui o maior número de espécies de aranha) e aranhas-lobo (da família Lycosidae), em especial as aranhas-de-grama (do gênero Lycosa).

As fotos abaixo mostram detalhes dos olhos e presas destes animais:

 
Crédito: Jorge Fardels / Solent News
Crédito: Jorge Fardels / Solent News
Crédito: Jorge Fardels / Solent News
Crédito: Jorge Fardels / Solent News
Crédito: Jorge Fardels / Solent News
Crédito: Jorge Fardels / Solent News

Já esta imagem é de uma fêmea adulta Phidippus mystaceus, uma aranha-saltadora encontrada em Oklahoma:

Crédito: Opoterser

Aqui, temos um close do rosto de uma aranha-pavão da espécie Maratus elephans:

Crédito: Jürgen Otto

Essa foto mostra o olho de uma aranha-caseira, da família Pholcidae, aquelas com pernas finas e longas, consideradas inofensivas aos seres humanos e comumente encontradas nas nossas casas:

Crédito: Charles Krebs / Nikon Small World

Por fim, o close up da cabeça de uma caçadora noturna, a aranha-cara-de-ogro (da família Deinopidae), feito em Madagascar:

Crédito: Alex Hyde
fonte;[via]

Quem é o fotógrafo que inspirou o visual sensacional de ‘Mindhunter’, da Netflix

Foi só estrear na Netflix em outubro que a série Mindhunter já ganhou os corações dos apaixonados por suspenses criminais. Os 10 episódios produzidos por David Fincher e Charlize Theron remetem logo o espectador para um cenário americano da década de 70 e as críticas não param de elogiar o visual da série. Mas você sabe de onde veio a inspiração para criar as cenas?

Quem é o fotógrafo que inspirou o visual sensacional de ‘Mindhunter’, da Netflix

Se os crimes retratados na trama são inspirados em histórias reais, a fotografia tem uma forte pegada da obra de Stephen Shore, como o diretor de fotografia da obra, Erik Messerschmidt, relatou ao Artsy. De acordo com a entrevista, a fotografia de Stephen Shore traduzia perfeitamente o visual que a série estava buscando, mostrando a vida nas estradas e pequenas cidades americanas durante os anos 70.

Quem é o fotógrafo que inspirou o visual sensacional de ‘Mindhunter’, da Netflix

Uncommon Places”, a série mais conhecida do fotógrafo, retrata os Estados Unidos desta década durante uma road trip feita por Shore quando tinha pouco mais de 20 anos. As imagens mostram cenas comuns captadas em pequenos vilarejos do país. O foco é nos lugares, quase sempre desprovidos de pessoas, o que causa a estranheza que era necessária a um thriller psicológico como o da Netflix.

Quem é o fotógrafo que inspirou o visual sensacional de ‘Mindhunter’, da Netflix

Quem é o fotógrafo que inspirou o visual sensacional de ‘Mindhunter’, da Netflix

Quem é o fotógrafo que inspirou o visual sensacional de ‘Mindhunter’, da Netflix

Quem é o fotógrafo que inspirou o visual sensacional de ‘Mindhunter’, da Netflix

Quem é o fotógrafo que inspirou o visual sensacional de ‘Mindhunter’, da Netflix

Quem é o fotógrafo que inspirou o visual sensacional de ‘Mindhunter’, da Netflix

Quem é o fotógrafo que inspirou o visual sensacional de ‘Mindhunter’, da Netflix

Quem é o fotógrafo que inspirou o visual sensacional de ‘Mindhunter’, da Netflix

Quem é o fotógrafo que inspirou o visual sensacional de ‘Mindhunter’, da Netflix

Quem é o fotógrafo que inspirou o visual sensacional de ‘Mindhunter’, da Netflix

Quem é o fotógrafo que inspirou o visual sensacional de ‘Mindhunter’, da Netflix

Quem é o fotógrafo que inspirou o visual sensacional de ‘Mindhunter’, da Netflix

Quem é o fotógrafo que inspirou o visual sensacional de ‘Mindhunter’, da Netflix

Mindhunter retrata a vida do agente do FBI Holden Ford, interpretado por Jonathan Groff, que busca entender como as mentes dos assassinos funcionam. Durante esse processo, ele entrevista serial killers em diversas regiões dos Estados Unidos. Se ainda não assistiu, está na hora de dar uma olhada no trailer da série:

Fotos: Stephen Shore /fonte:via

A comovente cena de uma baleia carregando cadáver de filhote morto por plástico exibida pela BBC

Ainda que já saibamos exatamente os assustadores efeitos da ação humana sobre a natureza – e, no caso do mar, o impacto irreversível do despejo de plástico nos oceanos – às vezes é preciso ver com os próprios olhos o mal causado. Foi o que aconteceu com os espectadores do especial Blue Planet 2, exibido recentemente pela BBC – em especial, uma comovente e triste cena.

 

Nela, uma baleia é vista carregando por dias o corpo de seu filhote, morto e já em decomposição. O bebê, segundo cientistas, morreu por conta da ingestão de plástico e químicos presentes nas águas, e a mãe, pelo visto, não conseguiu abandonar o filhote. A impactante cena traz uma dose inclemente e pontual de realidade, sobre os efeitos diretos da ação e da negligência humana sobre a natureza.

Deixar de consumir e desperdiçar plástico é condição fundamental que podemos todos realizar em nossas vidas, mas, ao mesmo tempo, tomar conhecimento dos efeitos da ação humana sobre a natureza, e pressionar autoridades, mudar leis, criar sanções para empresas – mudar de forma geral a maneira como consumimos e nos relacionamos com o mundo – é o que pode vir a ser a diferença entre uma natureza esplendorosa e outra natureza morta./fonte:via