No meio do deserto do Atacama, ergueram esta verdadeira pérola da arquitetura

Em 2013, a dupla de arquitetos chilenos Emilio Marín e Juan Carlos López foi convocada para projetar CDI, Centro de Interpretação do Deserto, a ser construído no Atacama, o mais seco dos desertos do planeta.

Num terreno entre San Pedro de Atacama e Ayquina, no Chile, os dois foram desafiados a desenhar uma construção capaz de se integrar à paisagem. O resultado são seis pequenas construções, instaladas de forma circular, para lembrar as montanhas dos Andes.

O complexo é composto por um observatório, laboratórios de pesquisa e um pátio central protegido do vento, com vegetação própria. O exterior é todo em aço corten, que combina com o tom avermelhado do deserto.

Fotos: Felipe Fontecilla/fonte:[via]

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Este senhor de 77 anos cria desenhos inacreditáveis usando apenas o Excel

Não são necessários anos de estudo e materiais caros para se tornar um artista – e o japonês Tatsuo Horiuchi sabia disso quando decidiu começar a pintar. O aposentado optou por usar aquilo que estava a seu alcance para criar verdadeiras obras de arte.

Tatsuo não queria gastar sua aposentadoria investindo em tintas e pincéis. Ao invés disso, ele decidiu utilizar seu computador para criar desenhos incríveis usando apenas o Excel. Ao perceber que seus antigos colegas de trabalho criavam gráficos no programa, o artista entendeu que também poderia usar o software para criar desenhos mais complexos.

Conforme contou em um vídeo para o Great Big Story, o aposentado queria que, em 10 anos, as suas pinturas atingissem uma qualidade da qual se orgulhasse para mostrar aos outros. Atualmente, ele já expôs sua arte em diversas mostras pelo país, de acordo com o Design Taxi.

Segundo o Oddity Central, a primeira ideia do aposentado foi pintar usando o Microsoft Word, mas ele não conseguia fazer com que suas criações fossem impressas corretamente. Dessa forma, ele migrou para o Excel, que oferece um recurso mais simples na hora de imprimir.

A maioria de suas obras retrata paisagens típicas japonesas. A atividade, que começou em 2000, já lhe rendeu muitos elogios e todos que veem suas pinturas hoje ficam impressionados com a técnica criada por Tatsuo, hoje com 77 anos.

Fotos: Reprodução Youtube/Great Big Story /fonte:[via]

Verdade ou lenda? Pesquisador revela mistério das fotos do século 19 com pessoas mortas

Apesar das intensas transformações e revoluções ocorridas, o século XIX foi um período de modo geral duríssimo em termos sociais, medicinais e sanitários – mesmo na Inglaterra, então o mais poderoso país do mundo. Morria-se displicentemente aos montes, e a expectativa de vida não passava dos 44 anos. Por isso existia a tradição das famílias de fotografar seus mortos em meio aos vivos, como se ainda vivessem, para eternizar os entes amados que faleceram – ou, ao menos, era isso que se pensava.

As fotos de mortos como se estivessem vivos popularizaram-se na internet, como um bizarro hábito do passado. O fotógrafo Mike Zohn, porém, desconfiou da veracidade de tal tradição, e decidiu investiga-la. E a descoberta de Zohn não é pequena: os mortos parecem vivos por de fato estarem vivas. A resposta está no ainda precário processo fotográfico da época, e no sensacionalismo de hoje, especialmente na internet, para gerar likes e compartilhamentos nas reportagens.

Exemplo de foto compartilhada – a garota ao meio da foto estaria morta

Para gravar uma imagem em uma placa de cobre e prata, como fazia o daguerreotipo (primeira máquina fotográfica a se popularizar na época) era preciso manter a pose por ao menos um minuto e meio para que o resultado final não saísse tremido na foto. Assim, suportes de ferro eram utilizados para “segurar” as poses. Para além disso, uma das provas principais levantadas por Zohn é, como exemplo, uma foto recorrentemente presente em sites que reúnem tais supostas fotos de mortos: na realidade, a foto é de ninguém menos que Lewis Carrol, autor de Alice no País das Maravilhas, tirada anos antes de sua morte.

A foto de Lewis Carrol, comumente compartilhada como se ele fosse uma pessoa morta

O tal suporte de ferro, utilizado para que as pessoas se mantivesse paradas para as fotos

Outra questão é o fato de tal nada discreto hábito jamais ser mencionado por documentos, textos, fotos e ilustrações da época. Ajudou a popularizar a lenda o filme “Evocando Espíritos”, de 2009, que acabou fornecendo imagens para a disseminação da falsa tradição – muitas imagens em tais sites são, em verdade, do filme.

O suporte sendo utilizado para em uma sessão fotográfica

A era vitoriana foi um período de fato mortal, mas as fotos dos mortos, pelo visto e dito por Zohn, não passam de mais uma lenda virtual.

© fotos: divulgação/fonte:[via]

Fotos raras de Madonna com 18 anos na Universidade de Michigan

Alguns anos antes de sacudir, excitar e chocar o planeta, Madonna era somente uma estudante de dança na Universidade do Michigan – e, confirma seu histórico, uma excelente aluna. Em 1976, Peter Kentes registrou a jovem artista no campus da universidade – e um tanto do espírito que viria a tomar o mundo já pode ser visto, mesmo que em uma versão ainda tímida para os padrões da artista, nessas fotos.

Dois anos depois, em 1978, a então aspirante à estrela viria a lagar a universidade para se mudar para Nova Iorque, a fim de tentar sua sorte no showbusiness. Ela tomaria aulas da dança, trabalharia em restaurantes e companhias de dança, vivendo com pouco dinheiro e muita força de vontade até 1982, quando enfim lançaria seu primeiro compacto. Largar a universidade em Michigan e mudar-se para Nova Iorque, no entanto, permaneceria como um ponto de virada em sua vida.

“Foi a primeira vez que entrei em um avião, que peguei um táxi. Fui para Nova Iorque com 35 dólares no bolso. Foi a coisa mais corajosa que fiz”, ela diz. A pessoa, portanto, que tomou tal decisão que mudou não só sua própria vida como o cenário cultural e a música popular foi essa jovem das fotos, que, aos 18 anos, se preparava para transformar a estudante Madonna Louise Ciccone em simplesmente Madonna.

© fotos: Peter Kentes/fonte:[via]