Esta startup reutiliza muros grafitados para criar joias e empregar mulheres em situação de rua nos EUA

Enquanto certo esnobismo tradicional insiste em diminuir a força artística e discursiva dos grafites espalhados por muros de grandes cidades de todo o mundo, algumas pessoas veem tais trabalhos de rua não só como arte, mas como joias em potencial – literalmente.

É o caso da marca Rebel Nell, que não só utiliza pedaços de antigos muros grafitados para forjar suas joias, como o faz contratando mulheres em situação de rua para realizar tal trabalho.

A empresa surgiu em 2012, quando sua fundadora, Amy Peterson, viu pelas ruas de Detroit, nos EUA, tais pedaços de muro cobertos de tinta e desenhos, e pensou que aqueles restos poderiam retornar ao seu estado original, e voltar a ser arte. Não abrir mão do sentido independente e político que o grafite possui era uma preocupação, e assim surgiu o insight de contratar mulheres em situação de rua.

Além de pagar um salário, a empresa oferece apoio psicológico e aulas de planejamento financeiro às funcionárias, para que consigam sair das ruas. Das 15 mulheres que a marca já contratou, seis terminaram seus ciclos dentro da Rebel Nell, conseguiram novos empregos e retomaram suas vidas – abrindo assim espaço para novas mulheres que necessitam do trabalho e da ajuda.

© fotos: divulgação/fonte:[via]

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Tubarão-fantasma que vive em grandes profundidades é registrado em vídeo

 

Ainda há tantas descobertas a serem feitas sobre as criaturas que vivem nas profundezas dos oceanos. Seus canyons subaquáticos cercados por escuridão eterna são o lar de muitas espécies ainda desconhecidas. Mesmo entre as espécies que conhecemos, ainda há muito a ser descoberto sobre seus hábitos e comportamentos.

Uma dessas criaturas é um tubarão que lembra um fantasma, também chamado de quimera. Por ser cartilaginoso, ele é um primo de tubarões e arraias, e faz parte de um grupo antigo de peixes que se separou de seus parentes cartilaginosos há 400 milhões de ano, vivendo isoladamente em profundidades de até 2.600 metros. Apesar de já termos identificado 50 espécies delas, ainda sabemos muito pouco sobre essa espécie.

Agora pesquisadores conseguiram captar pela primeira vez imagens de uma das espécies, a quimera de nariz azul pontudo, a Hydrolagus trolli. A gravação aconteceu por acidente, quando geólogos enviaram uma sonda para investigar as costas da Califórnia e Havaí, a uma distância de 2km dos litorais. Seis indivíduos puderam ser vistos na imagens. Até então, a espécie só havia sido observada na região da Austrália.

Os pesquisadores afirmam que apesar de provavelmente serem Hydrolagus trolli, só será possível confirmar a espécie quando amostras de DNA forem coletadas. Se estudos futuros provarem que esses não são exemplares de H. trolli, é possível que esta seja uma nova espécie.

Com as imagens, os pesquisadores acreditam que existam pelo menos três espécies dos animais vivendo no litoral da Califórnia e duas no litoral do Havaí.

Confira:

 

Poluição mata 1.7 milhão de crianças todos os anos, segundo a OMS

Todos os anos, poluentes ambientais custam um estimado de 1,7 milhão de vidas entre crianças com menos de cinco anos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

As causas incluem água suja, falta condições sanitárias apropriadas, higiene insuficiente e poluição interna e externa. Segundo o relatório, esses poluentes são responsáveis pela morte de uma em quatro crianças entre 1 mês de vida e 5 anos.

A maioria das causas de morte de crianças são preveníveis com intervenções que já estão disponíveis nessas comunidades mais afetadas. Essas causas são diarreia, malária e pneumonia, que podem ser evitadas usando mosqueteiros nas camas, combustíveis seguros para cozinhar e acesso à água limpa melhorado.

“Um ambiente poluído é fatal, particularmente para crianças pequenas. Seus sistemas imunológicos e órgãos em desenvolvimento e seus pequenos corpos e vias respiratórias os tornam especialmente vulneráveis à sujeira no ar e na água”, explica a diretora geral da OMS, Dr. Margaret Chan.

Bebês expostos a poluição do ar, seja dentro ou fora de casa, incluindo fumaça de cigarro, têm um alto risco de ter pneumonia durante a infância além de risco de doenças crônicas respiratórias, como asma, para o resto de suas vidas. A organização global também deu destaque ao risco aumentado de doenças cardíacas, derrame e câncer por conta da poluição do ar.

Crédito imagem: Greenpeace India

“Tanto a poluição externa quanto a interna têm um efeito importante na saúde e desenvolvimento das crianças, e não é apenas o contexto estereotipado da ‘poluição das cidades’ que traz esses problemas, que também acontecem nas zonas rurais em que as famílias cozinham dentro de casa com lenha ou carvão”, diz Joy Lawn, professora de reprodução materna e saúde infantil da London School of Hygiene and Tropical Medicine (Reino Unido).

Mais de 90% da população mundial respira ar com menos qualidade do que a recomendada pela OMS. O relatório também lista formas nas quais esses fatores de risco podem ser removidos para prevenir doenças e morte.

“Investir na remoção de riscos ambientais para a saúde, como melhorar a qualidade da água ou usar combustíveis limpos pode resultar em enormes benefícios para a saúde”, diz Maria Neira, diretora do Departamento de Saúde Pública da OMS. “Um ambiente poluído resulta em um grande peso para a saúde das crianças”.

Mais eletrônicos, maior perigo para crianças

O aumento da fabricação de eletrônicos e da disposição incorreta de suas partes já utilizadas também é uma preocupação, de acordo com o relatório. Se não separados e reciclados corretamente, esse tipo de lixo pode expor crianças a toxinas que podem causar danos à inteligência e atenção, além de problemas nos pulmões e câncer.

As crianças asmáticas também estão enfrentando maiores problemas nos últimos anos, já que o aumento do dióxido de carbono no ar e dos pólens são desencadeadores do problema. Cerca de 44% dos casos de asma entre crianças no mundo todo estão relacionados à exposição ambiental.

Além da poluição

“Também precisamos tomar cuidado ao atribuir essas mortes à água suja ou poluição”, diz Lawn. “Para prevenir mortes por pneumonia, também precisamos de vacinas e antibióticos; por malária, também precisamos de mosquiteiros e medicamentos anti-malária. Não é apenas relacionado à poluição”.

Outras soluções potenciais mencionadas no relatório são remover das casas insetos e roedores, mofo e tinta com base de chumbo. O planejamento urbano também é importante para criar mais espaços verdes na cidade. O gerenciamento de lixo industrial também deve ser encarado com seriedade, além de interromper o uso de pesticidas perigosos na agricultura e proteger as crianças do trabalho nas plantações.

Efeitos a longo prazo

“Precisamos lembrar que não precisamos nos preocupar apenas com os efeitos agudos da poluição na saúde das crianças, mas também com os potenciais efeitos a longo prazo da exposição a poluentes no começo da vida, que pode ter efeitos para a vida toda na saúde e qualidade de vida”, alerta John Holloway, professor de genética alérgica e respiratória na Universidade de Southampton.

Ele também lembra que esta não é uma preocupação apenas para países em desenvolvimento. “Exposição à poluição do ar e à fumaça de cigarro também afeta a saúde de crianças de países desenvolvidos como a Inglaterra”, aponta ele.

Para o especialista, a responsabilidade de reduzir a poluição ambiental é responsabilidade de todos. “Isso vai exigir mudanças na sociedade para monitorar melhor a poluição e levar em conta os custos a longo prazo da poluição”, argumenta.

fonte:[via] [CNN]

Esta família de elefantes celebrando o resgate de um filhote é a coisa mais adorável

Os elefantes são animais sociáveis e bastante conectados às suas famílias. Uma destas famílias, entretanto, passou por maus bocados quando um elefantinho ficou preso em uma vala, próximo à aldeia de Thattekad, na Índia.

Durante a noite, os moradores da região ouviram os elefantes se comunicando – provavelmente, a família tentava libertar o animal que havia ficado preso. Como o elefantinho continuava no mesmo lugar ao amanhecer, os oficiais da floresta resolveram ajudar no resgate.

Com a ajuda de uma escavadeira, foram removidas algumas áreas de terra ao redor do bichano, criando espaço para que ele pudesse sair sozinho de sua condição. A atitude foi acompanhada por diversas pessoas, que torciam para que o animal pudesse se reunir logo com sua família. De acordo com a descrição de um vídeo que retrata o resgate no Youtube (veja abaixo), o local fica próximo a uma floresta e os elefantes costumam passar por ali com frequência.

Felizmente, tudo correu bem durante o resgate e a atitude de um dos elefantes, que acreditam ser a mãe do filhote resgatado, chamou a atenção de todos. Em um gesto, ela levanta a tromba como se estivesse acenando para os oficiais em agradecimento.

Espia só:

Fotos: Reprodução Youtube/fonte:via