Nova espécie de lagarto fica “pelado” para escapar de predadores

Se você achava radical uma lagartixa se livrar do rabo para fugir dos pregadores, esta nova espécie de lagarto recém-descoberto vai surpreender ainda mais. Quando agarrada por um predador, ela simplesmente perde todas as escamas do corpo, ficando escorregadia como um sabão. É aí que ela aproveita para fugir.

Essa lagartixa se chama Geckolepis megalepis, também conhecida como “lagartixa da escama de peixe”. Ela tem as maiores escamas entre lagartos, e definitivamente é o lagarto que consegue trocar de pele com maior rapidez. É o tamanho da escama que permite a rápida liberação, já que há uma maior superfície de atrito para uma pequena região de conexão com o corpo.

O mais vantajoso para este lagarto é que ele forma novas escamas rapidamente, em poucas semanas, sem nenhuma cicatriz. Quem é o pesquisador principal desta nova espécie é Mark Scherz, da Universidade Ludwig Maximilian (Alemanha).

A habilidade de fuga deste réptil é são eficiente que até os pesquisadores têm dificuldade em capturá-los. As escamas são liberadas ao menor toque, e os biólogos precisaram mudar de técnica para conseguir pegar alguns indivíduos para estudo. Eles precisaram atrair os lagartos para dentro de sacos de algodão, sem realizar nenhuma pressão sobre as escamas.

Outra dificuldade da pesquisa foi registrar o padrão de escamas, já que eles as perdem o tempo todo e leva algumas semanas para elas voltarem a crescer. Mesmo assim, o processo da recuperação das escamas é muito interessante por si só, então este animalzinho continua recebendo muita atenção dos pesquisadores. Um dos objetivos dos estudos é aplicar alguns dos conhecimentos adquiridos na medicina humana.

fonte:[via] [IFLScience]

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Fotografias históricas do casal de criminosos Bonnie e Clyde são expostas pela primeira vez

Por mais imoral, antiética, perigosa e desaconselhável que seja a vida do crime, há algo de fascinante em certos bandidos capazes de romantizar e significar um sentimento contra o establishment, como que em um levante pessoal contra as regras e as injustiças provenientes do sistema, que acabam despertando o interesse e até a admiração popular.

Hoje a violência se intensificou e banalizou de tal forma que é impossível enxergar qualquer romantismo na vida do crime, mas no passado, poucos significaram melhor o espírito anti-herói capaz de burlar as regras para viver uma vida à margem do que o casal americano Bonnie e Clyde.

Adicionando à mítica da vida bandida o amor e o sexo como temperos infalíveis para torna-los a personificação de tal romantismo, Bonnie Parker e Clyde Barrow se conheceram em 1930, quando ainda eram jovens adultos. Clyde já havia sido preso algumas vezes e, em 1932, depois de mais uma vez ser solto, foi recomeçar a vida criminosa ao lado de sua amada.

Belos, jovens, destemidos e completamente loucos, por dois anos, Bonnie e Clyde entraram numa espiral de assaltos a banco, roubos e assassinatos que aterrorizou, espantou e fascinou os EUA – numa época de gangsteres e mafiosos em um país em profunda crise econômica e social, em que bandidos se tornavam verdadeiras celebridades.

A ficha de Clyde Barrow na polícia

A equipe policial responsável pela perseguição e morte da dupla

Em 23 de maio de 1934 a polícia finalmente encurralou os dois, atirando 107 vezes contra o casal que deixou a vida para entrar para a história. Hoje Bonnie e Clyde já se tornaram tema de filmes, livros, músicas, peças, até mesmo de um festival anual realizado anualmente no aniversário de morte na cidade de Gibsland, em Louisianna – a cidade mais próxima de onde o casal foi morto. E uma exposição, focada no fim da vida dos dois – em especial no cenário e nos acontecimentos posteriores à morte de Bonnie e Clyde – acaba de acontecer nos EUA.

O carro no qual a dupla foi morta, crivado de balas

Marca dos tiros no lado de Clyde do automóvel

Multidão rodeia o carro da dupla após a ação policial

O paletó de Clyde furado por tiros

A exposição Bonnie & Clyde: The End (O fim) reuniu documentos e principalmente fotos dos envolvidos e do ocorrido quando da morte dos dois. Feito fossem frames de um filme que de fato ocorreu na vida real, tais fotos pela primeira vez são reunidas para mostrar o que e como aconteceu o fim de tais singulares vidas – que se encerraram à força para se tornarem mitos e símbolos de uma época.

O corpo de Clyde

O corpo de Bonnie

Clyde e Bonnie mortos, com os policiais ao redor

O autor das fotos é desconhecido, e a exposição aconteceu na galeria PDNB, em Dallas, no Texas.

 

© fotos: autor desconhecido/Galeria PDNB/fonte:via

Milhares de bolas de gelo gigantes aparecem em praia na Sibéria

Fotos e vídeos incríveis de uma praia em Nyda, na Sibéria, mostram milhares de bolas de neve formadas naturalmente. Elas se espalham por um trecho de 17km de litoral que fica no Círculo Ártico.

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As bolas apareceram no final de outubro, e ninguém da região se lembra de ter visto algo semelhante antes. As bolas têm tamanho variado, entre poucos centímetros de diâmetro e quase um metro.

Apesar de darem a impressão de terem sido feitas à mão, o que aconteceu foi um processo natural. Sergei Lisenkov, do Instituto de Pesquisa do Ártico e Antártica, explica que elas são causadas por um processo muito raro em que pequenas quantidades de gelo se formam e são empurradas pelo vento e pela água, formando as bolas de neve.

“Quando a água do golfo subiu, ela entrou em contato com o gelo. A praia ficou coberta de gelo e a maré começou a descer, deixando o gelo ali. Os pedaços rolaram pela areia molhada e viraram estas bolas”, explica ele. As condições ideais para formação dessas bolas inclui temperaturas, ventos e geografia do litoral muito específicos.

O fenômeno já foi observado em outras partes do mundo. Em 2014 o mesmo aconteceu nas margens do lago Michigan. 

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fonte:[Gizmodo,via, The Siberian Times]

Vídeo perturbador mostra o que a raiva faz com seres humanos

Como era de se esperar, não é muito agradável ver um ser humano com os sintomas da raiva. O vídeo abaixo, feito no Irã com um paciente que havia contraído a doença após o ataque de um lobo, é chocante. Ele mostra todos os estágios dos sintomas, até a morte do paciente. A raiva é uma doença contagiosa que ataca mamíferos, comumente associada a cães, pois eles são os principais transmissores da doença para humanos, porém animais silvestres, como lobos, raposas, morcegos, gambás, etc, também podem transmiti-la. A raiva é, quase na totalidade dos casos, fatal.

Apenas dois casos de cura da raiva foram registrados no mundo todo. O segundo deles aconteceu no Brasil em 2008, quando um garoto de 15 anos no Recife recebeu um tratamento feito com coma induzido e a utilização de um antiviral, que já havia sido usado em uma garota em Milwalkee, nos EUA, que foi a primeira a ser curada.

“A raiva é causada pelo vírus da raiva (gênero Lyssavirus) que se instala e multiplica primeiro nos nervos periféricos e depois no sistema nervoso central e dali para as glândulas salivares, de onde se multiplica e propaga”, explica a bióloga Karlla Patrícia, do site Diário de Biologia, onde o vídeo foi postado.

“O sintoma clínico mais associado a raiva é a dificuldade de engolir. Quando algum líquido entra em contato com a garganta, ele é violentamente expelido. Ao mesmo tempo, uma contração muscular dolorosa no abdome faz a pessoa se contorcer de dor. Daí o termo hidrofobia, ou seja, medo de água”, diz ela.

Além disso, após um período com sintomas genéricos, como febre e mal estar, outros sintomas mais específicos podem surgir, como ansiedade, agitação, agressividade, confusão mental, paralisia, convulsões e espasmos musculares.

A pessoa com raiva passa a ter dificuldade para engolir alimentos sólidos também, o que faz com que o paciente engasgue e tente cuspir toda a saliva que tem na boca. Após os primeiros dias, a salivação começa a ficar mais intensa e o corpo começa a ter convulsões, o que leva à imobilização do paciente.

O vídeo (que contêm cenas fortes) mostra alguns destes sintomas.

 
fonte:via