Fotógrafo daltônico registra ‘outro mundo’ das pirâmides de terra na Áustria

O fotógrafo alemão Kilian Schoenberger esperava, desde sua infância, no início dos anos 1990, obter uma oportunidade ideal para registrar os mistérios e beleza diferenciada das pirâmides de terra, que formam uma floresta argilosa próximo do sul de Tirol, nos Alpes austríacos.

O profissional, que é daltônico, queria um dia nublado e com neblina para realçar as características únicas do que ele apelidou de ‘other world’ (outro mundo).

“Devido à erosão, as pedras são afastadas do chão e permanecem equilibradas como pequenos telhados“, explicou ele sobre as formas das pirâmides, que possuem pedras suspensas no topo.

Por uma dessas magias da natureza, as pirâmides crescem enquanto a chuva leva tudo em volta. No fim, a região transforma-se em algo um tanto sombrio, mas que vale o registro.

“Uma vez que a pirâmide de terra é muito frágil para carregar a rocha, o equilíbrio é perdido e a pedra cai. Sem essa proteção, o resto do pilar terrestre desaparece bastante rápido com as chuvas”, afirmou ele.

Kilian assumiu ter ficado “várias horas no local para capturar a mudança de tons e luz do amanhecer até o meio dia”.

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Estas instalações feita com luminárias deixaram a natureza ainda mais linda

O artista norueguês  Rune Guneriussen se tornou conhecido em seu país por decorar áreas da natureza não habitadas sem prejudicar o funcionamento do ecossistema.

Agora, Guneriussen voltou a explorar as florestas da Noruega ao instalar uma série de luminárias no estilo vintage, imitando o posicionamento de cogumelos.

Em cada caso, a ideia do artista é mostrar o contraste entre a ação da natureza e a do homem, fortalecendo a ideia de equilíbrio entre a cultura humana e a selvagem.

Cada instalação demorou cerca de três semanas para ser instalada. Quando finalizada, Rune faz questão de registrá-la em foto para que fique eternizada.

“Muitas pessoas enxergam luminárias de forma estética apenas, sabe, bonitas, mágicas e tal… as luzes são também uma parte importante da cultura consumista que todos entendemos que deve mudar. A maior parte da energia consumida hoje nos é disponibilizada pela natureza, e energia tem uma óbvia relação com as lâmpadas”, disse Guneriussen em entrevista ao sirte My Modern Met.

Inspire-se com estas fotos da galera usando jeans nas ruas nos anos 1970

O jeans se tornou um adereço indispensável na moda jovem a partir dos anos 1950 e começo dos anos 1960. Depois, se propagou em pessoas de outras idades e ganhou a popularidade que possui até hoje.

O glamour do tecido ganhou forte impulso com as atuações de caras como Marlon Brando e James Dean em filmes como Juventude Transviada (1955) e Blue Denim (1959).

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Essas produções decretaram o jeans, a jaqueta de couro preta e a camiseta branca como símbolos da rebeldia, que se tornou um movimento cultural na época.

Nos anos 1970, uma série de movimentos explodiu na população mundial, como a revolução sexual, e o jeans se tornou o uniforme de estudantes universitários, hippies e todo mundo que se identificava com a contracultura.

A calça, então, ganhou esse status simbólico de independência, liberdade e o abandono de tradições do passado. Além disso, o jeans era uma roupa que homens e mulheres podiam usar, o que o fez representar a igualdade de gênero tão buscada até hoje.

Uma das pioneiras a comercializar o jeans, a Levi’s segue sendo uma das marcas mais populares nesse setor. “Levi’s sempre foi uma companhia construída em cima de fortes valores e nós temos orgulho de sermos pioneiros na luta por direitos iguais”, disse Karyn Hillman, CPO da empresa, para o site Fashionista. A marca é a responsável pelos modelos que aparecem abaixo.

 

Fotos: foto 1: Keystone Features/Getty Images; foto 2: Mike Lawn/Fox Photos/Getty Images; foto 3: Roy Jones/Getty Images; foto 4: R. Jones/Getty Images; foto 5: Evening Standard/Getty Images; foto 6: Evening Standard/Getty Images; foto 7: Hulton Archive/Getty Images; foto 8: Chaloner Woods/Getty Images; foto 9: Tim Graham/Getty Images /fonte:via

Estes foram os métodos anticoncepcionais mais dolorosos e bizarros da história

Hoje em dia, quando se pensa em contraceptivos, logo temos em mente a pílula anticoncepcional ou a camisinha como uma associação natural.

Mas nem sempre foi assim.

Segundo estudos da  National Geographic Society, as pessoas têm tentado desenvolver formas de se proteger da possibilidade de gravidez durante o sexo desde que nos entendemos por sociedade. “Esponjas foram utilizadas por muitos anos”, garantiu a escritora Irene Linda Gordon.

A ideia era que, quando colocada no cérvix, as esponjas eram “bastante efetivas como uma forma natural de contraceptivo” pois ela “absorvia o sêmen”.

Entre outras bizarrices, a maioria dos antigos anticoncepcionais faziam a mulher sofrer, com aparelhos grandes e que causavam desconforto no ato sexual. Todos funcionavam de forma semelhante ao dispositivo intrauterino (DIU) que conhecemos hoje.

1. Essa rosca de bronze foi utilizada em Roma entre os anos 200 e 400

Ela funcionava como o DIU, sendo colocada no cérvix da mulher. Como causava muita dor durante o ato, era fortemente desaprovada por elas.

2. Jean-Jacques Casanova (1725 – 1798) assopra um dos primeiros esboços de camisinha em 1754

3. Em 1880, esse pessário vaginal era inserido na vagina da mulher para evitar a chegada do sêmen ao útero

4. A esponja anticoncepcional, supostamente, absorvia o sêmen e foi bastante utilizada no período de 1910

5. Feita de membrana animal, essa camisinha também era utilizada em 1910 e era mais eficiente que a dos anos 1700. Só que causava desconforto tanto no homem, quanto na mulher

6. Criado em 1921 pela Dr. Marie Stopes (1880-1958), esse contraceptivo, quando ingerido, prometia matar qualquer vestígio de esperma do organismo feminino

7. A mesma marca também tinha uma espécie de diafragma de couro que era utilizado pelas mulheres na mesma época 

8. Feito de metal ou vidro, esse DIU era utilizado pelas mulheres na década de 1920 

9. No final da mesma década, criaram uma outra versão feita de alumínio que só parece ser ainda mais dolorosa 

10. Outro formato de DIU utilizado por volta de 1925 e que competia com os apresentados acima

11. Naquela década também foi desenvolvido um outro formato de DIU que só podia ser inserido por ginecologistas especializados. Quando colocado da forma correta, poderia ficar dentro da mulher por muitos anos 

Para o melhor desempenho sexual de todos, as camisinhas que conhecemos hoje começaram a ser testadas em 1935 e deram um pouco mais de responsabilidade ao homem.

30 anos depois, em 1965, começaram a ser desenvolvidas em laboratório as pílulas anticoncepcionais que conhecemos hoje, mas que ainda causam problemas de saúde para algumas mulheres e estão longe de decretar um cenário onde a responsabilidade sexual é dividida.

 

Fotos: Reprodução/fonte:via