Mulher se arrisca no mar gelado da Inglaterra para salvar vida de seu cãozinho

Em uma manhã gelada na praia de Brighton, East Sussex, Inglaterra, um cãozinho se soltou da coleira da dona durante o passeio e correu em direção ao mar. Diferente dos dias de verão em que ele estava acostumado a brincar na água, naquela manhã as ondas estavam gigantescas.

O cão desaparecia por vários segundos enquanto tentava manter sua cabeça acima da água.

Na areia, a dona desesperada não pensou duas vezes e entrou na água de roupa e tudo para salvar seu cãozinho, mas ondas poderosas levaram a mulher de volta à praia. Uma pessoa que estava por perto gravou a cena.

De acordo com a guarda costeira, ela teve sorte de não ter sido morta durante o ousado resgate no mar onde a temperatura era de apenas sete graus.

Assista:

 

Imagens: Reprodução/fonte:via

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De cão segurança a cão viajante: conheça a trajetória de Ginger

Ginger nasceu na Zâmbia e era um cão de segurança em um lugar não muito agradável (sua irmã tinha sido espancada até a morte). Ela era um animalzinho assustado o tempo todo e costumava se esconder debaixo dos carros na propriedade em que ficava.

Um dia, em abril de 2017, sua sorte mudou drasticamente. Ela foi resgatada por duas mulheres que viajavam pela África vivendo em um Landcruiser.

Ginger foi de cão de segurança na Zâmbia a viajante mundial e agora vive uma aventura diariamente. Ela já viajou mais do que a maioria das pessoas: esteve no Malawi, em Botswana e no Zimbábu. Passeou pelos Parques Nacionais, fez trekking nas montanhas, viu elefantes, ouviu leões rugirem, avistou chimpanzés, navegou em barcos e este ainda é o início de sua aventura.

Veja fotos da sortuda cachorrinha:

 

Imagens: Reprodução/fonte:[via]

Impressora 3D faz uma casa de 30m² em apenas 8 horas

Construir uma casa à mão pode ser demorado e caro. Por isso, cada vez mais empresas estão usando a tecnologia da impressão em 3D para imprimir partes básicas de uma construção, como paredes, chão e teto.

Uma nova startup ucraniana chamada PassivDom usa um robô de impressão 3D para construir partes para casas pequenas, entre 38 e 71 metros quadrados. As partes para o menor modelo são produzidas em apenas 8 horas, e podem ser enviadas para o cliente no dia seguinte.

As primeiras encomendas devem ser entregues nos Estados Unidos em janeiro de 2018.

As outras partes da casa, porém, como janelas, portas, encanamentos e sistemas elétricos devem ser adicionados da forma convencional, por trabalhadores humanos. Quando completas, as casas são autônomas e podem ser movidas. Isso significa que elas não precisam estar ligadas à rede elétrica e de água e esgoto da cidade. A energia solar é armazenada em uma bateria conectada à casa e água é coletada e filtrada da humidade do próprio ar. As casinhas também têm sistema de esgoto independente.

Desde o lançamento das pequenas casas, em março de 2017, 8 mil pedidos já foram feitos. O menor modelo custa US$64 mil (R$210 mil), e as maiores, US97 mil (R$319 mil).

Os clientes que já compraram a pequena casa têm em comum o desejo de viver fora das cidades. “Deveríamos ter oportunidade de viver longe da civilização, mas ainda ter o conforto das casas tradicionais. Essa tecnologia nos permite viver na floresta, nas montanhas ou no litoral, longe das pessoas e da infraestrutura”, diz a designer das casas, Maria Sorokina.

 

Outro público-alvo da empresa são as pessoas que não podem pagar por uma casa convencional, mas que mesmo assim merecem viver com conforto. “Mais de 100 milhões de pessoas não têm um teto sobre suas cabeças. É necessário construir casas mais baratas”, diz o site da empresa.

Esta não é a única empresa que vende casas impressas em 3D. A ApisCor de São Francisco, a Dus Architects de Amsterdã e a Branch Technology de Chattanooga também desenvolveram tecnologia para imprimir casas em poucos dias ou semanas.

 

fonte:[via] [Futurism]

Premiação elege o Chile como melhor destino do mundo para turismo de aventura

Pelo segundo ano consecutivo, o Chile foi eleito o melhor destino do mundo para turismo de aventura.

O título foi entregue pelo World Travel Awards, um dos mais prestigiados eventos do setor, considerado o ‘Oscar do turismo’.

Nossos vizinhos sul-americanos bateram países como Austrália, Canadá, Equador, Japão, Nova Zelândia, Sri Lanka, Tailândia e Estados Unidos.

A 24ª edição do prêmio aconteceu em Phu Quoc, no Vietnã, no dia 9 de dezembro. O evento rola anualmente e homenageia quem mais se destacou durante a temporada anterior.

Com o passar dos anos, o Chile tem se consolidado como um dos mais atraentes e valorizados destinos do continente. O país passou de 2,8 milhões de turistas anuais em 2010 para 5,6 milhões em 2016, duplicando a estatística e com um crescimento médio por ano de 12,8%.

Segundo o Ministério da Economia, Fomento e Turismo, 51% dos estrangeiros que desembarcaram no Chile em 2016 disseram estar ali pela natureza, as paisagens, a flora e a fauna chilena.

O Lonely Planet, um conhecido guia de viagens, elegeu o país como destino imperdível para quem pretende viajar em 2018.

O Chile possui o deserto mais árido do mundo, o Atacama, a Cordilheira dos Andes, o oceano Pacífico, a Patagônia chilena, os vulcões e as geleiras como principais atrações. A principal porta de entrada é a capital Santiago, que tem voos diretos saindo dos principais aeroportos do Brasil.

 

Fotos: Pixabay/fonte:via