2017 em imagens: as melhores fotos científicas do ano

Foi um ano de belas imagens para a ciência. Confira os cliques mais impressionantes que chamaram a atenção dos editores da prestigiosa revista Nature em 2017:

Eclipse solar total


O espetacular eclipse solar total que ocorreu nos Estados Unidos em agosto deleitou cientistas e o público. Essa imagem da lua transitando o sol foi feita pela sonda do Observatório de Dinâmica Solar da NASA, no ultravioleta extremo.

Crédito: NASA / SDO

Trabalho do inferno


Esta criatura que parece saída de um pesadelo é a tênia Taenia solium, capturada em uma ampliação de 200 vezes. A imagem foi finalista na competição de fotografia Nikon’s Small World.

Crédito: Teresa Zgoda / Nikon Small World

O único caminho é para cima

Este cristal de calcita em forma de flecha, projetado por um microscópio eletrônico de varredura, é governado por uma proteína que se liga à superfície e forma tais padrões à medida que cresce.

Crédito: David Green / RPS Images for Science

 

Sob a luz

Esta imagem em luz ultravioleta do fotógrafo norte-americano Craig Burrows revela os matizes sutis desta flor, conhecida como anêmona.

Crédito: Craig Burrows

Carona

Este passeio de um polvo nas costas de uma tartaruga foi flagrado pelo fotógrafo Michael Hardie nas águas do Havaí. A imagem foi finalista de um concurso anual do Smithsonian.com.

 

Crédito: Michael B. Hardie / Smithsonian

Controle meteorológico

Na ilha norueguesa de Svalbard, o sol ilumina uma antena que baixa os dados do Joint Polar Satellite System-1, lançado em novembro como o primeiro de um novo conjunto de satélites meteorológicos dos EUA.

Crédito: Reuben Wu

Faíscas

Esta pequena exibição de fogos de artifício foi feita por “eletrofiação”, na qual uma carga elétrica extrai fibras de um líquido.

Crédito: Robert Lamberts / Plant & Food Research

Fóssil minúsculo antigo


Conheça Saccorhytus coronarius, um fóssil de escala milimétrica com pelo menos 529 milhões de anos. A espécie, relatada em janeiro, pode ser o membro mais antigo conhecido dos deuterostômios, o grupo animal que inclui os vertebrados.

Crédito: Jian Han

Sapo transparente

Os ovos dentro deste “sapo de vidro” (Hyalinobatrachium colymbiphyllum) são claramente visíveis através de sua barriga transparente.

Crédito: Jesse Delia / Boston University

Célula


Quanto uma célula humana pesa? Em outubro, pesquisadores da Suíça revelaram uma nova “balança” projetada para detectar pequenas flutuações na massa de uma célula viva.

Crédito: Martin Oeggerli / micronaut.ch / ETH Zurique / Universidade de Basileia

De volta à Terra

A empresa americana SpaceX fez avanços com seu sistema de foguete reutilizável este ano. Nesta imagem, um estágio do Falcon 9 retorna ao Oceano Pacífico em janeiro, depois de lançar satélites em órbita, um procedimento agora rotineiro para a companhia.

Crédito: SpaceX

Zona de isolamento

Em maio, voluntários foram selados no centro de pesquisa Lunar Palace 1 em Pequim, projetado para testar sistemas de suporte de vida em uma base na lua.

Crédito: Ju Huanzong / Xinhua

Abismo laranja


Chuvas intensas e escoamento vindo das florestas circundantes dão a esta caverna subaquática – o Cenote Carwash, em Tulum, no México – um incandescente brilho tânico.

Crédito: Tom St George / Caters News

Restauração de corais


Mais de 400 “árvores de corais” crescem neste viveiro ao largo da costa de Tavernier, na Flórida, EUA. O arranjo visa nutrir os corais que, na natureza, estão cada vez mais ameaçados por fatores como o aquecimento das águas e a acidificação dos oceanos.

Crédito: Spencer Lowell / Trunk Archive/fonte:via

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Mini-vacas estão sendo vendidas como animais de estimação

 

É incontável o número de vezes em que os seres humanos usaram e modificaram animais para nosso próprio benefício. Desde ratos de laboratório até porcos geneticamente modificados, nós estamos alterando a natureza para encontrar respostas, para satisfazer alguma necessidade ou para fins estéticos. Agora, chegou a vez das mini-vacas de estimação. É isso mesmo: alguns criadores de gado que estão vendendo vacas e touros criados a partir da reprodução seletiva para serem do tamanho de um animal de estimação.

O mais famoso deles é Dustin Pillard, que cria as mini-vacas em sua fazenda no estado americano do Iowa. Ele foi destaque em jornais e notícias de TV inúmeras vezes desde que começou a produzir micro-gado em 1995, mas suas vacas em miniatura estão menores do que nunca.

Ele conheceu o conceito das mini-vacas em 1992, quando participou de um leilão de gado. Ele ficou fascinado com os animais. Três anos depois, quando se tornou o dono de um rancho de 10 hectares, ele comprou cinco destes animais.

As vacas e touros de Pillard têm uma altura média de cerca de 84 cm. Os animais são de cores e raças diferentes, como Texas Longhorns, Texas Shorthorns, Jerseys, Dexters, Herefords, Angus, Zebus e Watusis. O fazendeiro vende de 10 a 20 animais por ano, principalmente para os norte-americanos que os criam como animais de estimação, mas compradores da Europa, do México e da Argentina já demonstraram interesse.

“Muitos deles têm personalidades como as de um cachorro. Eles correm como cães, gostam de pessoas e são tranquilos e sociáveis. Eles também adoram atenção”, descreve Pillard.

A reprodução seletiva é conhecida por resultar em problemas de saúde, como é o caso de algumas raças de cães e gatos, mas Pillard afirma que as vacas e os touros em miniatura da sua fazenda são perfeitamente saudáveis.

 

“Nosso objetivo é ter um bom rebanho de 25 a 30 animais, todos abaixo de 36 polegadas (91 cm) e todos com menos de 500 libras [227kg] – e muita cor”, diz Pillard.Os touros começam a ser vendidos por cerca de 1.000 dólares – Pillard mantém a maioria das vacas para aumentar o rebanho.

fonte:via[ Oddity Central]

Ela criou um ‘muro das lamentações’ dentro de casa para convencer o pai a adotar um gato

Adotar um bichinho de estimação é maravilhoso, mas nem todas famílias estão preparadas para dar esse passo. Para fazer seu pai aceitar a ideia, essa garota criou um mural altamente persuasivo dentro de casa…

Tudo começou há dois anos, quando o gato da família faleceu com 19 anos de idade. Peyton, 13, sofreu muito com a perda e, algum tempo depois, percebeu que estava preparada para adotar um novo gatinho, mas seu pai não estava disposto a ter outro animal, segundo sua irmã Danielle contou ao The Dodo.

Para convencê-lo que já estava na hora da família adotar um novo animal, Peyton criou um mural dentro de casa apelando para a culpa. A menina escreveu diversas mensagens lembrando em como a adoção poderia melhorar a vida de um gatinho. Os cartões espalhados pelo mural variavam desde simples pedidos de “Por favor“, até mensagens mais apelativas, como “Você está deixando eles morrerem chorando em uma caixinha“.

Graças à atitude, o pai da garota foi finalmente convencido e a família adotou um novo gatinho em um abrigo local. Mittens tem dois anos e era um dos animais mais velhos do abrigo – agora, ele finalmente ganhou um novo lar e uma companhia incrível como a de Peyton.

Depois de tudo, até mesmo o pai da garota se rendeu aos encantos do felino.

 

Fotos: Danielle Grubisic/fonte:via

Este pit bull nasceu com uma deformação no focinho, mas sua dona se recusou a sacrificá-lo

Você acha natural sacrificar a vida de alguém por causa de uma deformidade? Certamente não. Mesmo assim, muitas pessoas ainda fazem isso quando se trata de um animal de estimação, mas esta mulher estava disposta a lutar pela vida de sua cachorrinha.

A cadela Sasha nasceu com uma deformação no focinho que fazia com que ela não conseguisse mamar, colocando sua vida em risco desde os primeiros momentos. O animal foi levado à agência de resgate FURRR 911, de Marie DeMarco, que se recusou a sacrificá-lo. Marie é enfermeira e já tinha experiência no auxílio a gatos com saúde frágil, portanto, não teve dificuldades em ajudar na recuperação de Sasha.

Além do problema no focinho, descobriu-se depois que Sasha também tinha diversas outras condições de saúde. A cadelinha sofre de hidrocefalia (acumulação de fluido no crânio), além de ter sido diagnosticada com uma infecção respiratória, uma infecção urinária e problemas ortopédicos.

Hoje com três meses, a cadelinha ainda luta para sobreviver e está cada vez mais forte com a ajuda de Marie. Espia só algumas fotos da recuperação de Sasha.