Gatos siberianos tomaram essa fazenda e é absolutamente majestoso

Esqueça aquela sua vizinha que tem quatro gatos e você acha muito; a fazendeira russa Alla Lebedeva transformou sua propriedade em um verdadeiro paraíso felino.As fotos de seus maravilhosos gatos siberianos tornaram-se virais na internet, mas muitas vezes não são creditadas ou, pior ainda, os animais são confundidos com gatos noruegueses da floresta.Embora sejam de fato parecidos, esses gatos na verdade pertencem a espécies separadas.

Um milhão deles

A fazenda fica em Prigorodny, na Sibéria.

Alla e seu marido, Sergey, criam gatos há mais de uma década. “Quantos temos agora? Para essa pergunta, eu costumo responder ‘um milhão, talvez mais’”, ela disse ao portal DesignYouTrust.De acordo com a fazendeira, os animais passam a maior parte do tempo no galinheiro, onde dormem, caçam ratos e protegem as galinhas e os coelhos.

#koshlandia

Confira algumas das fotografias dessa “Koshlandia”, a mais fofa Terra dos Gatos que você já viu, e siga Alla Lebedeva no Twitter e no YouTube

fonte:[via] [BoredPanda]

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Pesquisadores descobrem que o polvo-gigante-do-pacífico é na verdade duas espécies diferentes

 

Você não pensaria que um polvo gigante pudesse passar despercebido durante décadas, mas aconteceu: pesquisadores já desconfiavam que o polvo-gigante-do-pacifico (Enteroctopus dofleini), o maior conhecido, é, na verdade, duas espécies.

Agora, fomos devidamente apresentados ao novo “polvo-gigante-franzido” (em tradução literal do termo original em inglês, “frilled giant octopus”), um animal do qual ainda temos que aprender muito para garantir sua sobrevivência.

 

A suspeita

O primeiro passo para identificar uma nova espécie é observar um indivíduo com atenção. Ele não precisa ser, digamos, um animal totalmente diferente de tudo que já vimos antes – em alguns casos, os pesquisadores notam características sutis suficientes em um animal para acreditar que estão olhando para uma espécie ainda não catalogada.

Às vezes, essas espécies se escondem em plena vista, como aconteceu recentemente com uma bióloga brasileira que identificou várias espécies de tamanduás-anões a partir de uma única conhecida.

E como aconteceu agora com pesquisadores da Universidade Alaska Pacific, no Alasca, e do Serviço Geológico dos Estados Unidos, que descobriram que os polvos normalmente identificados como polvo-gigante-do-pacifico, que vive da Califórnia ao Japão, pertencem na verdade a duas espécies distintas.

Em 2012, os cientistas encontraram um grupo geneticamente distinto desses polvos na Enseada do Príncipe Guilherme, no Golfo do Alasca. Infelizmente, eles haviam coletado apenas pequenos cortes de tecido dos tentáculos para análise de DNA antes de retornar os polvos para a natureza, então não conseguiram descobrir se os dois grupos também poderiam ser visualmente distintos.

A confirmação

Mais tarde, Nathan Hollenbeck, estudante de graduação da Universidade Alaska Pacific, decidiu estudar essas criaturas para sua tese, tendo a ideia de observar capturas colaterais de pesca de camarão.

Pescadores de camarão no Alasca usam armadilhas que ficam nas águas por um dia inteiro. Ocasionalmente, um polvo-gigante acaba sendo capturado junto com os camarões – ou melhor, nestes casos, geralmente o polvo come a pesca toda.

Analisando esses polvos pescados por engano, Hollenbeck explica que as duas espécies são visualmente diferentes: a mais nova exibe “pregas” distintivas ao longo do seu corpo. Esses polvos franzidos também exibem curiosos “cílios” de pele elevada e dois pontos brancos na frente da cabeça, onde os polvos-gigantes-do-pacífico têm apenas um.

Para confirmar que o grupo visualmente distinto era também geneticamente distinto, Hollenbeck cortou pequenos pedaços dos tentáculos dos polvos. Embora o polvo possa se regenerar, como o cientista também queria saber se trabalhos futuros poderiam evitar esta técnica de amostragem invasiva, ele testou coletar DNA passando cotonetes na pele dos animais.

Não invasivo

Você provavelmente preferiria que um médico passasse um cotonete em sua bochecha em vez de enfiar uma agulha em seu braço, certo? Outros animais provavelmente compartilham essa preferência.

Cientistas usam rotineiramente técnicas de amostragem não invasivas em mamíferos e aves, mas Hollenbeck foi o primeiro a experimentá-las em um polvo. Funcionou, aliás.O DNA das pontas dos tentáculos e dos cotonetes concordaram: o polvo-franzido é uma espécie separada do polvo-gigante-do-pacífico.

Hollenbeck e seu orientador, David Scheel, publicaram seus resultados na revista científica American Malacological Bulletin.

Muito a descobrir

O novo polvo ainda não possui um nome em latim, mas deve manter o mesmo gênero que seu parente,

 

Enteroctopus.

Este não é somente o caso desses polvos serem “um pouco distintos visualmente”: as diferenças anatômicas entre as espécies podem ser profundas o suficiente para representar qualquer número de diferenças mais fundamentais em estilo de vida, dieta ou reprodução.

Afinal, as pregas no corpo da nova espécie devem ter uma função que ainda precisa ser estudada.

Sobrepesca

Os “novos” polvos parecem viver em menos locais que o polvo-gigante-do-pacífico. Hollenbeck e Scheel coletaram relatórios confiáveis da espécie apenas de Juneau ao mar de Bering. Eles também parecem preferir águas mais profundas. Neste habitat, porém, podem ser bastante comuns.

Os polvos-franzidos constituem um terço da captura incidental da pesca de camarão. Caranguejo e bacalhau também são pescados da mesma forma no Golfo do Alasca, e é provável que muitos dos polvos que se tornam ocasionais vítimas nessas armadilhas sejam da espécie recém-identificada. Ninguém sabe se isso representa uma ameaça a sua sobrevivência.

Mesmo para polvos-gigantes-do-pacífico, não temos informações suficientes para determinar se eles correm risco de sobrepesca. Por enquanto, as regulamentações federais americanas especificam uma captura incidental máxima de polvo com base nas melhores estimativas disponíveis de quantos estão lá fora. A pesca de bacalhau no Alasca foi proibida em pelo menos uma ocasião em que esse limite foi atingido.

Como ambos os polvos não eram diferenciados até agora, é impossível distinguir os impactos da pesca nas duas espécies diferentes.

fonte:[via][Eather, BBC]

A ciência em imagens: melhores fotos feitas em 2017

Foi um ano de belas imagens para a ciência. Confira os cliques mais impressionantes que chamaram a atenção dos editores da prestigiosa revista Nature em 2017:

Eclipse solar total


O espetacular eclipse solar total que ocorreu nos Estados Unidos em agosto deleitou cientistas e o público. Essa imagem da lua transitando o sol foi feita pela sonda do Observatório de Dinâmica Solar da NASA, no ultravioleta extremo.

Crédito: NASA / SDO

Trabalho do inferno


Esta criatura que parece saída de um pesadelo é a tênia Taenia solium, capturada em uma ampliação de 200 vezes. A imagem foi finalista na competição de fotografia Nikon’s Small World.

Crédito: Teresa Zgoda / Nikon Small World

O único caminho é para cima

Este cristal de calcita em forma de flecha, projetado por um microscópio eletrônico de varredura, é governado por uma proteína que se liga à superfície e forma tais padrões à medida que cresce.

Crédito: David Green / RPS Images for Science

Sob a luz

Esta imagem em luz ultravioleta do fotógrafo norte-americano Craig Burrows revela os matizes sutis desta flor, conhecida como anêmona.

Crédito: Craig Burrows

Carona

Este passeio de um polvo nas costas de uma tartaruga foi flagrado pelo fotógrafo Michael Hardie nas águas do Havaí. A imagem foi finalista de um concurso anual do Smithsonian.com.

Crédito: Michael B. Hardie / Smithsonian

Controle meteorológico

Na ilha norueguesa de Svalbard, o sol ilumina uma antena que baixa os dados do Joint Polar Satellite System-1, lançado em novembro como o primeiro de um novo conjunto de satélites meteorológicos dos EUA.

Crédito: Reuben Wu

Faíscas

Esta pequena exibição de fogos de artifício foi feita por “eletrofiação”, na qual uma carga elétrica extrai fibras de um líquido.

Crédito: Robert Lamberts / Plant & Food Research

Fóssil minúsculo antigo


Conheça Saccorhytus coronarius, um fóssil de escala milimétrica com pelo menos 529 milhões de anos. A espécie, relatada em janeiro, pode ser o membro mais antigo conhecido dos deuterostômios, o grupo animal que inclui os vertebrados.

Crédito: Jian Han

Sapo transparente

Os ovos dentro deste “sapo de vidro” (Hyalinobatrachium colymbiphyllum) são claramente visíveis através de sua barriga transparente.

Crédito: Jesse Delia / Boston University

Célula


Quanto uma célula humana pesa? Em outubro, pesquisadores da Suíça revelaram uma nova “balança” projetada para detectar pequenas flutuações na massa de uma célula viva.

Crédito: Martin Oeggerli / micronaut.ch / ETH Zurique / Universidade de Basileia

De volta à Terra

A empresa americana SpaceX fez avanços com seu sistema de foguete reutilizável este ano. Nesta imagem, um estágio do Falcon 9 retorna ao Oceano Pacífico em janeiro, depois de lançar satélites em órbita, um procedimento agora rotineiro para a companhia.

Crédito: SpaceX

Zona de isolamento

Em maio, voluntários foram selados no centro de pesquisa Lunar Palace 1 em Pequim, projetado para testar sistemas de suporte de vida em uma base na lua.

Crédito: Ju Huanzong / Xinhua

Abismo laranja


Chuvas intensas e escoamento vindo das florestas circundantes dão a esta caverna subaquática – o Cenote Carwash, em Tulum, no México – um incandescente brilho tânico.

Crédito: Tom St George / Caters News

Restauração de corais


Mais de 400 “árvores de corais” crescem neste viveiro ao largo da costa de Tavernier, na Flórida, EUA. O arranjo visa nutrir os corais que, na natureza, estão cada vez mais ameaçados por fatores como o aquecimento das águas e a acidificação dos oceanos.

Crédito: Spencer Lowell / Trunk Archive/fonte:via

Fotos incríveis mostram como era SP no início dos anos 1970

Já faz tempo que São Paulo é a maior cidade do país, e continua em intensa transformação. Visitar uma região da capital paulista onde você não pisava há cinco anos é garantia de se surpreender com as mudanças.

Agora imagine se ampliarmos isso para 40 anos. Há vários grupos e páginas na internet, especialmente no Facebook, em que os membros se dedicam a compartilhar fotografias antigas da cidade.

Um usuário do Awebic selecionou algumas fotografias da cidade datadas do começo dos anos 70. É possível observar as mudanças na arquitetura, no comércio, na moda e nos carros que circulavam pela capital. Confira:

Fotos: Reprodução/fonte:via