Mochila criada na África do Sul gera luz própria e ajuda crianças a estudarem à noite

Na África, onde muitas comunidades não têm acesso a energia elétrica, uma dupla empreendedora formada por Reabetswe Ngwane e Thato Kgatlhanye desenvolveu uma solução criativa para este problema. Através de sua empresa, Rethaka, eles criaram a Repurpose Schoolbags, uma mochila escolar que faz bem mais do que acomodar livros e cadernos – ela também ajuda as crianças a ler e a voltar para casa durante a noite.

A Rethaka recicla sacolas de plástico – material fácil de ser encontrado em toda a paisagem sul-africana – transformando-as em mochilas escolares movidas a energia solar. Estas mochilas possuem painéis solares que são carregados durante todo enquanto as crianças estão na escola e, quando o sol se põe, já estão completamente cheios, fornecendo muita luz para ler, fazer a lição, ou voltar para casa com segurança.

Esta solução inteligente e simples para um problema persistente surgiu através de um trabalho de escola em 2014. Thato Kgatlhanye teve a ideia e acabou sendo premiada com o Prêmio Anzhisha – que premia jovens da África que desenvolveram e implementaram soluções inovadoras para desafios sociais ou iniciaram empresas bem-sucedidas em suas comunidades.

Agora, ao lado de seu parceiro comercial, Ngwane, seus negócios não estão apenas iluminando o caminho dos alunos, mas também estão criando empregos para sua comunidade na província do noroeste da África do Sul. Três problemas sociais estão sendo abordados com uma solução – crianças têm recebido ajuda para aprender, empregos têm sido criados na região e, o plástico que antes estava apenas entulhando o meio ambiente, tem sido reciclado para algo útil gerando assim menos impacto ambiental.

Atualmente, são oito funcionários responsáveis por todo o processo desde a coleta, lavagem e classificação das mochilas, até a costura final e entrega das Repurpose Schoolbags.

 

Imagens: Reprodução/fonte:via

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Essa é a maior caverna subaquática do mundo, e ela guarda muitos segredos maias

Pesquisadores descobriram o maior sistema de cavernas subaquáticas do mundo, no México.

Além de ser um espetáculo da natureza, o sistema também é um incrível tesouro arqueológico que poderia revelar segredos perdidos da antiga civilização maia, bem como de outras épocas da história.

Importância

Após 10 meses de exploração intensiva, os pesquisadores finalmente conseguiram percorrer os labirintos e determinar que o sistema possui inacreditáveis 347 quilômetros de cavernas subterrâneas.

“Esta imensa caverna representa o sítio arqueológico submerso mais importante do mundo”, disse o arqueólogo subaquático Guillermo de Anda, do Instituto Nacional de Antropologia e História do México, ao portal Science Alert. “Tem mais de uma centena de contextos arqueológicos, dentre os quais são evidentes os primeiros colonos da América, fauna extinta e, claro, a cultura maia”.

De Anda dirige o projeto Grande Aquífero Maia (do inglês Great Maya Aquifer, ou GAM), um esforço de pesquisa que explora cavernas no estado mexicano de Quintana Roo, localizado na costa do Caribe, há décadas.

Recorde

Quintana Roo abriga nada menos do que 358 sistemas de cavernas subaquáticas, que representam cerca de 1.400 quilômetros de túneis inundados escondidos debaixo da superfície.

O sistema Sac Actun é um recordista dentre estes; é tão grande que inicialmente os pesquisadores pensavam que era dois sistemas de cavernas diferentes. O outro se chamava Dos Ojos (“dois olhos”) e abrangia 93 quilômetros. Agora, os cientistas sabem que ele faz parte de Sac Actun, e que ambos são na verdade uma cavidade contínua gigante.

Com a absorção de Dos Ojos, Sac Actun agora oficialmente possui 347 quilômetros de extensão, tornando-se a maior caverna subaquática conhecida do mundo e batendo por muitos quilômetros o recordista anterior, o sistema Ox Bel Ha, também em Quintana Roo, que se estende por 270 quilômetros.

Como se não bastasse isso, Sac Actun pode ser ainda maior. Embora pendente de confirmação, os pesquisadores acreditam que ele pode estar conectado a outros três sistemas de cavernas subaquáticas.

Descobertas arqueológicas nos aguardam

Esses mergulhos não são apenas para determinar os segredos de cavernas submersas e suas peculiaridades naturais.

À medida que vídeos e fotografias são feitos nessas águas, volumes incontáveis de artefatos e restos humanos preservados aparecem, apenas esperando para serem analisados.

Ou seja, as implicações arqueológicas dessa investigação podem ser tão enormes quanto a própria caverna.

“Registramos mais de 100 elementos arqueológicos: restos de fauna extinta, de seres humanos precoces, cerâmicas e sepulturas maias”, disse de Anda à mídia mexicana. “É um túnel do tempo que nos transporta para um lugar 10.000 a 12.000 anos atrás”.

fonte:via[ScienceAlert]

 

Ela encontra inspiração para suas fotos em balões, lanternas e bolhas

A artista russa Kristina Makeeva tem um talento impressionante para captar imagens cheias de cores, seja na natureza ou locais fechados. Parte de sua inspiração vem de alguns objetos que ela adora: balões, lanternas e bolhas.

“Não poderia imaginar a vida sem eles – são objetos mágicos que alegram e tornam a vida mais brilhante”, escreve Kristina. Ela criou uma seleção especial só com trabalhos envolvendo esses belos elementos voadores, criados graças ao talento com a câmera e a habilidade na edição.

Kristina faz questão de dizer que, depois das sessões, os balões são reciclados, e não soltos aos céus. Já as lanternas de papel de arroz se decompõem em até 10 dias ao serem molhadas.

Fotos via Kristina Makeeva /fonte:via

Esta fotógrafa não para de clicar seus dois gatinhos e o resultado é pura fofura

Se você tem um bebê humano, tem uma leve ideia do que é ter vontade de tirar foto de tudo o que essa criaturinha linda faz. Infelizmente você não tem muito tempo, pois crianças requerem muita atenção, todo mundo sabe disso. Já quem tem apenas gatos, tem criaturinhas tão fofas quanto, mas que comem e fazem cocô e xixi sem requerer nenhuma atenção especial, portanto só nos resta fotografá-los o tempo todo.

Felicity Berkleef, de 22 anos, é uma fotógrafa que vive na Holanda e tem dois gatos. Assim como toda tutora de felinos, em seu tempo livre ela não faz muita coisa além de tirar fotos de seus peludos, publicar no Instagram e esperar que as pessoas curtam e digam o quanto eles são lindos. Normal, né?

Nero e Tommie têm um Instagram só deles e possuem quase 30 mil seguidores que adoram ver suas carinhas fofas. Felicity, obviamente adora exibi-los ao mundo e capricha nos cliques.

Veja:

 

Imagens: Reprodução/fonte:via