Casas impressas de baixo custo estão se tornando realidade

O acesso à moradia é um dos direitos humanos mais básicos. Mas, de acordo com um relatório do World Resources Institute’s Ross Center for Sustainable Cities, um instituto criado em 2014 com o intuito de “ajudar a criar áreas urbanas acessíveis, equitativas, saudáveis e resilientes para pessoas, empresas e meio ambiente”, 1,2 bilhão de pessoas no mundo vivem sem habitação adequada. Só no Brasil, mais de 11 milhões de pessoas vivem em moradias sem condições básicas de infraestrutura, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Pensando neste problema, a ICON, uma empresa de construção e tecnologia, está usando a impressão 3D para lançar um método de baixo custo para imprimir uma casa de 650 metros quadrados de cimento em apenas 12 a 24 horas, uma fração do tempo geralmente necessário para novas construções. O projeto está sendo lançado na SXSW, um dos maiores eventos de inovação do mundo, que está sendo realizado em Austin, nos EUA.

O vídeo abaixo mostra mais algumas imagens das casas e do processo de construção.

A empresa já tem até mesmo um campo de teste. Se tudo correr de acordo com o plano, uma comunidade composta por cerca de 100 casas será construída para residentes em El Salvador no ano que vem. A ICON é associada à New Story, uma organização sem fins lucrativos que trabalha para encontrar soluções internacionais de habitação.

Usando a impressora Vulcan, o ICON pode imprimir uma casa inteira por 10 mil dólares (cerca de R$32 mil atualmente), mas planeja reduzir os custos para 4 mil dólares (R$ 13 mil) por casa. A impressora é capaz de imprimir uma casa de quase 75 metros quadrados, com uma sala de estar, quarto, banheiro e uma varanda curvada. “Existem algumas outras empresas que imprimiram casas e estruturas. Mas elas são impressas em um armazém, ou se parecem com cabanas. Para que essa empresa tenha sucesso, elas devem ser as melhores casas”, diz, em uma reportagem do site The Verge, Jason Ballard, um dos três fundadores da ICON.

O uso de cimento como material comum ajudará a normalizar o processo para potenciais inquilinos que questionem a robustez da estrutura. “Eu acho que se estivéssemos imprimindo em plástico, encontraríamos alguns problemas”, acredita ele.

Apesar de estar começando seu projeto com habitações voltadas para o problema da falta de moradia, a parceria entre a ICON e a New Story pretende também usar a impressão 3D para construir casas para todas as pessoas. A “(ICON) acredita, como eu, que a impressão 3D será um método para todos os tipos de habitação”, diz Alexandria Lafci, co-fundadora da New Story.

Mas a crise global de habitação não é o objetivo final da parceria: eles já estão pensando um passo à frente, nas comunidades que um dia viverão fora do planeta. “Um dos grandes desafios é como vamos criar habitações no espaço”, diz Ballard. “(A impressão 3D) é uma das tecnologias de potencial habitação mais promissoras”.

fonte:[via][The Verge]

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13 animais arquitetos e as belas casas que eles constroem

A maioria dos animais se contenta em encontrar um abrigo qualquer para se proteger do clima ou para dormir durante a noite. No entanto, existem animais selvagens que querem muito mais; eles querem as melhores acomodações permanentes possíveis, como os 13 animais da lista abaixo.

Eles são alguns dos exemplos de melhores arquitetos do reino animal. Ao invés de se esconder embaixo de qualquer árvore ou coisa similar, eles constroem seus próprios cantos, e cuidam deles da melhor forma possível.

A construção de uma casa é provavelmente o mais próximo que muitos animais chegam do uso de ferramentas. No sentido evolucionário, usar ferramentas é algo bastante avançado. Por exemplo, humanos dominam o uso de ferramentas, o que nos coloca em vantagem em relação às outras espécies.

Enquanto existem animais mais próximos de nós – como o chimpanzé, que sabe usar ferramentas, por exemplo, uma vara para caçar cupins -, a maioria não consegue utilizar os objetos a seu redor da maneira como nós fazemos. Ainda assim, os dessa lista carregam paus, galhos e folhas para uso futuro intencional, o que pode ser considerado “uso de ferramentas”, em alguns casos.

Veja:

Tecelão-social

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O tecelão-social (Philetairus socius), nativo da África do Sul, Namíbia e Botswana, tece enormes ninhos que podem hospedar centenas de aves em várias gerações. Estes ninhos, feitos de paus e capim, são permanentes. As câmaras internas mais profundas mantêm uma temperatura mais elevada durante a noite, permitindo que os pássaros fiquem aquecidos.

Créditos de imagem: Denis Roschlau

Formigas tecelãs

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As formigas tecelãs (gênero Oecophylla) que vivem na África Central e no Sudeste Asiático reúnem folhas e usam seda larval para colá-las juntas. Estes ninhos podem variar em tamanho desde um pequeno bolo de folhas coladas até 50 centímetros de comprimento.

 

Créditos de imagem: Ingo Arndt

Vogelkop

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O macho da espécie Amblyornis inornata cria caramanchões, ou pequenas cabanas, a partir de grama e paus para atrair as fêmeas com as quais quer acasalar. Designers de interiores famosos do mundo animal, estas aves organizam bagas, besouros, flores e outros elementos em enfeites coloridos e atraentes. Os arranjos artísticos ficam dentro ou próximos dessas cabanas e servem para seduzir as companheiras. Ironicamente, as fêmeas não usam esses caramanchões para criar seus filhotes.

Créditos de imagem: thewildernessalternative.com

Cupim-bússola

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O cupim-bússola constrói grandes montes para fazer seus ninhos. Esses montes são mais ou menos inclinados em uma orientação norte-sul, por isso o inseto leva esse nome. Acredita-se que esta forma ajuda os amontoados a ficarem termorregulados.

Créditos de imagem: Viagens NT

Abelhas

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Todo mundo sabe que abelhas vivem em colmeias. Elas constroem casas a partir de cera secretada, e é lá que fabricam mel e criam seus filhotes. As vidas inteiras desses insetos giram em torno de seus ninhos.
Créditos de imagem: Damian Biniek

Formiga vermelha da madeira europeia

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Essas formigas europeias (Formica polyctena) constroem grandes montes no chão de florestas para abrigar seus ninhos. Vários desses montes podem ser ligados para que os insetos alternem entre eles no caso de um evento catastrófico destruir algum.

Créditos de imagem: Ingo Arndt

João-de-barro vermelho

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O joão-de-barro vermelho constrói seu ninho usando barro e lama. Estas casas ajudam a prevenir a predação e, uma vez abandonadas, fornecem abrigos seguros a outras aves.

 

Créditos de imagem: Eric Henrique

Tecelão asiático

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Esse tecelão (Ploceus philippinus) costuma construir elegantes ninhos suspensos em palmeiras e acácias espinhosas ou acima de corpos de água, onde os predadores podem ter dificuldade em alcançá-los. Os ninhos podem ser encontrados em colônias, embora existam abrigos isolados também.

Créditos de imagem: Subroto

Vespa-social

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A maioria das vespas na verdade não constrói ninhos, preferindo arranjos solitários ou mesmo parasitas. Vespas-sociais, por outro lado, criam ninhos usando polpa vegetal, cuspe, resina e outros materiais.

Créditos de imagem: crabcaked

Castor

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Castores constroem barragens para inundar áreas de floresta até uma certa profundidade. Em seguida, criam entradas submersas que lhes permitem evitar predadores e caçar comida no inverno. As barragens podem ser verdadeiramente enormes – a maior conhecida fica em Wood Buffalo National Park, um parque no Canadá, e tem aproximadamente 850 metros de comprimento. Quando a água está profunda o suficiente, esses animais podem viver em tocas em vez de construir barragens.

Créditos de imagem: Ingo Arndt

Montezuma Oropendola

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O Montezuma Oropendola (Psarocolius montezuma) tece seus ninhos usando pequenas videiras e grama. Esses animais normalmente vivem em colônias de cerca de 30 aves, que incluem um macho dominante que acasala com as fêmeas.

Créditos de imagem: Simon Valdez

Andorinha

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As andorinhas constroem ninhos de diversos materiais. Algumas espécies nem sequer constroem nada, preferindo ficar em cavidades encontradas ou abandonadas. Outras criam seus ninhos usando principalmente sua própria saliva. Estes abrigos são comestíveis, e são considerados uma iguaria em alguns lugares.

Créditos de imagem: Sabyasachi Kolkata

Mosca-de-água

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Os frigânios ou moscas-de-água (ordem Trichoptera) são insetos que, na fase de pupa, criam casulos duros usando seixos, areia, conchas e outros detritos encontrados no leito de lagos e rios. Esses elementos, juntamente com fios de sua própria seda, formam um abrigo seguro para o animal crescer para a vida adulta.

Créditos de imagem:  Jan Hamrsky [BoredPanda]fonte:[via]

Fotógrafo muda aparência de casal em situação de rua para questionar preconceitos

Um talentoso fotógrafo de Nairobi, no Quênia, trabalhando sob o nome de Muchiri Frames, recentemente fez uma sessão de fotos inspiradora que provou que o amor é puro e incondicional na sua forma mais simples. Juntamente com sua equipe, eles decidiram fazer algo especial para o dia dos Namorados. E é quando eles conheceram Sammy, também conhecido como Blackie, nos parques de Nairobi, que vive nas ruas há um tempo agora.

Quando perguntado se ele estava apaixonado, Sammy começou a descrever sua namorada, que de repente acendeu um brilho em seus olhos. Eles se conheceram nas ruas de Nairobi, onde ambos vivem, e sua amizade logo se transformou em uma inspiradora história de amor. O fotógrafo decidiu dar-lhes uma incrível transformação para celebrar seu relacionamento especial em um dia especial.

Sob a inspiração do amor em sua forma mais simples, celebramos o Dia dos Namorados (Valentine´s Day) com essas almas surpreendentes e saímos com ótimos testemunhos. Na verdade, sob toda a sujeira, roupas esfarrapadas e discursos arruinados, há pessoas bonitas que prosperariam como o resto de nós se oferecêssemos as oportunidades “, diz o autor em seu site. “O amor não discrimina, isso aqui é a prova“.

 

Imagens: Muchiri Frames /fonte:[via]

Ela transforma a hora do banho em momentos inesquecíveis

Tomar um banho de banheira é sempre uma experiência relaxante, mas são poucas as pessoas que levam esse momento tão a sério quanto a blogueira Emma June.

Segundo escreveu em uma postagem para o site Bored Panda, ela adora criar pequenos santuários para tomar banho após um longo dia de trabalho. “Com o passar do tempo, eles parecem ficar cada vez mais elaborados, mas não posso negar que criá-los é uma das coisas que eu mais gosto de fazer“, descreveu ela.

As criações mudam de acordo com como está se sentindo. Em alguns dias, o cenário se enche de flores e muito amarelo, enquanto em outros momentos a inspiração vem do verde da natureza.

Cada fotografia é elaborada cuidadosamente e, depois, compartilhada por Emma através do Instagram, onde conta com mais de 2 mil seguidores. Na rede social, ela também publica fotos de suas viagens e de momentos com amigos.

O maior sucesso, no entanto, são as fotografias capturadas na banheira, em que a jovem australiana transforma seu banho em um momento relaxante e único. Espia só algumas destas inspiradoras criações!

 

Fotos © Emma June /fonte:via

Ela sofreu um infarto e começou a fazer pinturas que vão bugar sua mente

A artista canadense Alex Garant, natural do Quebec, viveu uma história que mudou completamente o curso de sua vida. Ela faz faculdade de arte, mas o mundo corporativo e as obrigações do dia-a-dia a fizeram se afastar da carreira. Foi quando, em 2012, com 30 anos, ela sofreu um infarto. “Enquanto caminhava dentro do hospital, sabia que precisava focar minha vida na arte”, disse em depoimento publicado no Bored Panda.

Esta tragédia fez com que Alex compreendesse que a única coisa que tem valor real é o tempo que temos no planeta. “Eu precisava trabalhar com a minha arte, trabalhar com o meu legado e, mais do que nunca, precisava expressar esta nova energia através das imagens”, conta.

Depois de semanas de repouso na cama, ela finalmente fez uma imersão em seu estúdio, focando em um novo corpo de trabalhos que representassem seu renascimento. Alex passou a criar retratos totalmente analógicos com ilusão de ótica. “Era uma técnica que experimentei na escola de arte, mas nunca abracei completamente – até agora”. Ela se comprometeu com o estilo, criando uma marca registrada que lhe rendeu o título informal de “rainha dos olhos múltiplos”.

Desde então, a artista nunca parou de explorar novas formas de trazer imagens vibrantes para seus retratos. Elementos duplicados, formas sobrepostas e características faciais multiplicadas estão sempre presentes em suas obras. “Eu tento manter meu trabalho elegante e clássico, mas minha parte preferida é quando as pessoas veem as pinturas pela primeira vez, especialmente nas paredes de uma galeria”, conta. Algumas pessoas sentem tontura, outras nauseas, algumas ficam perturbadas e outras cativadas.

Para Alex, a única coisa que importa é que realmente sintam algo quando olharem para suas obras. Os quadros devem criar uma perturbação, trazer uma experiência diferente de apenas olhar uma obra linda. “Eu espero que as pessoas vejam meu legado como a artista que fez as pessoas pararem e olharem de uma forma diferente para a arte. Estranhamento é bom, o esquisito é belo, a inquietude é cativante”.

Alex Garant estudou no Quebec e já teve seu trabalho exposto em museus por todo o mundo. Hoje vive em Toronto, no Canada.

Conheça mais sobre seu trabalho nas imagens abaixo e pelo site oficial.

 

Reprodução/Alex Garant/fonte:via

Artista pinta personagens hilários em obras de arte abandonadas

Um verdadeiro artista vê potencial em tudo, até mesmo no que as pessoas veem como lixo. Um pintor chamado Dave Pollot está usando sua habilidade para transformar obras de arte jogadas fora em algo novo e divertido. Ele mora em Nova York e é conhecido por suas pinturas alteradas.

Pollot coleta pinturas antigas e gravuras em brechós e vendas de garagem, retoca quaisquer danos e depois pinta sua própria visão em cima, adicionando personagens e imagens para transformar completamente o significado da obra. A maioria acaba funcionando como paródias de cultura pop. Seus desenhos ficam no mesmo estilo da pintura original, parecendo que sempre estiveram ali.

Confira as imagens:

 

Reprodução/Dave Pollot/fonte:via

Mais de 100 tribos isoladas ainda existem no mundo todo

Nos encontramos no momento mais conectado e globalizado da história de nossa espécie. Apesar disso, é provável que ainda existam mais de 100 tribos que conseguem viver separadas da sociedade, muitas vezes em total isolamento.

É essa a estimativa da Survival International, uma organização internacional não governamental que defende os povos indígenas ao redor do mundo.

Quem são

É impossível saber quantas dessas tribos existem, exatamente. Elas são grupos de pessoas que evitam ou até rejeitam violentamente o contato com o mundo exterior, feito alcançado em grande parte devido ao seu isolamento geográfico em alguns dos cantos mais remotos do planeta.

Vale notar que, enquanto as chamamos de “isoladas”, é dificílimo para tais tribos evitar completamente o contato com pessoas de fora, e ainda mais difícil evitar o escambo comercial de objetos como facas ou potes fabricados industrialmente.

Infelizmente, a destruição e a exploração do meio ambiente – como o desmatamento de florestas por madeireiros e fazendeiros – colocam muitas dessas culturas em grande risco.

Onde ficam?

A maior parte das tribos isoladas conhecidas vive na América do Sul, nas profundezas da floresta amazônica. O Brasil é possivelmente o país com o maior número delas no mundo todo. Enquanto o governo brasileiro estima que existam até 77 em território nacional, a National Geographic estima até 84. Muitas estão localizadas nos estados de Mato Grosso, Rondônia e Acre.

A FUNAI (Fundação Nacional do Índio) e outros grupos de defesa procuram proteger os grupos isolados brasileiros mais vulneráveis sem interferir em suas vidas.

A exploração madeireira ilegal na Amazônia representa uma ameaça para os povos indígenas da região, e algumas tribos inclusive já saíram de seu isolamento para protestar contra a devastação.

Antigamente, o governo realizava expedições de “primeiro contato”, sendo que agora a FUNAI procura resguardar essas tribos, optando por ocasionais sobrevoos na floresta para verificar se as tribos continuam por lá ou se os madeireiros estão invadindo ilegalmente suas terras.

Nos países amazônicos com menos recursos para policiar a região, como o Peru, lar de 15 tribos isoladas conhecidas, os conservacionistas têm ainda mais dificuldade para proteger seus habitantes.

Ásia

Também conhecemos tribos sem contato com a sociedade vivendo nos densos planaltos da selva da Nova Guiné, no Sudeste Asiático.

A região da Papua Ocidental, na Indonésia, pode hospedar mais de 40 grupos isolados. Essa estimativa é imprecisa, contudo, devido à dificuldade de exploração por conta do terreno montanhoso e ao fato do governo indonésio ter proibido jornalistas e organizações de direitos humanos de circular pela região.

Alguns grupos desconectados também moram no arquipélago das Ilhas Andamão, entre a Índia e a Península da Malásia.

A Ilha Sentinela do Norte, por exemplo, é a sede dos sentineleses, um grupo que ataca quase qualquer um que apareça em suas terras.

Doença

Uma das maiores preocupações que envolvem o isolamento dessas tribos é que isso implica em maior suscetibilidade a doenças do mundo exterior.

Até recentemente, os Jarawa das Ilhas Andamão evitavam o contato com pessoas de fora, mas novas estradas trouxeram turistas e caçadores à região, levando a surtos de doenças e à exploração da tribo.

Essa é parte da razão pela qual os antropólogos e os defensores dos direitos indígenas apoiam o seu contínuo isolamento.

O principal motivo, entretanto, é que essas tribos são parte de nossa humanidade compartilhada, e suas tradições únicas são algo que vale a pena preservar e proteger.

fonte:[via][IFLS]