Universidade dos EUA libera download de 10 mil pôsteres vintage de cinema

Graças ao trabalho de grandes gênios do design que peças promocionais e outros materiais que no passado tinham função somente informativa – como cartazes, capas de disco, publicidades e tanto mais – tornaram-se não só parte complementar de outras obras como elas próprias também foram transformadas em obras de arte autônomas.

Assim, da mesma forma que não há amante de música que não aprecie uma bela capa de disco, todo cinéfilo que se preze possui especial apreço por cartazes de cinema. Se você é um desses, provavelmente você também concorda que os cartazes antigos eram especialmente belos – e, assim, o acervo do Harry Ramson Center, na Universidade do Texas, é o seu eldorado.

São mais de 10 mil cartazes antigos, que não só estão sendo digitalizados, como disponibilizados para download. Começando desde os anos 1920, em tamanhos e cores diversas, a maior parte do acervo veio de uma rede de cinemas que alimentava todo o circuito cinematográfico do estado do Texas, nos EUA. Com especial destaque para os filmes das décadas de 1950 e 1960 – época em que os cartazes realmente eram obras de arte por si -, a coleção também traz joias do cinema B e underground.

Por enquanto cerca de 4000 pôsteres já foram digitalizados, e 500 estão disponíveis para download. A conclusão do processo ainda vai levar um tempo, pois os cartazes são individualmente preparados, fotografados e incluídos no banco de dados da universidade. O prazo para conclusão está estabelecido para 2019.

Até lá, contudo, os cinéfilos de plantão podem baixar, apreciar e até imprimir as artes que já estão disponíveis, e aproveitar para não só lembrar de grandes filmes como conhecer novos títulos, e se deixarem ser seduzidos a assistirem um filme através da beleza de seu cartaz – é essa, afinal, a função fundamental dessa forma de arte.

© fotos: acervo/Harry Ramson Center /fonte:via

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Documentário da BBC mostra golfinhos ‘chapados’ em ambiente selvagem

Há quem diga que a inteligência dos golfinhos pode ser comparada com a dos humanos. E uma descoberta relativamente recente pode acrescentar mais um item na lista de semelhanças entre nós e eles.

Ao usar câmeras disfarçadas de animais marinhos para gravar um documentário sem criar distrações para os golfinhos, uma equipe da BBC One captou um comportamento bem diferente em um grupo de jovens da espécie Tursiops truncatus (conhecidos como golfinhos nariz-de-garrafa).

Eles foram vistos mordendo baiacus, passando o peixe de um para o outro e, em seguida, rodando e colocando o nariz para fora da água. Isso porque os baiacus, ao se sentirem ameaçados, liberam uma neurotoxina que, em doses grandes, pode até ser mortal, mas, em quantidades pequenas, deixaria os golfinhos chapados, como ao usar drogas recreativas.

“Depois de mastigar levemente o baiacu e passa-lo adiante, eles começaram a agir de forma peculiar, colocando os narizes para fora da água, como se estivessem fascinados pelos próprios reflexos”, comentou o zoólogo Rob Pilley, que participou da produção do documentário A Spy In The Pod.

Krista Nicholson, uma pesquisadora australiana, ressalta que a questão é controversa. Segundo ela, golfinhos já foram vistos brincando de morder e passar outros animais, como caranguejos, e até algas marinhas, sem que isso trouxesse algum efeito psicoativo.

Imagens: Reprodução/BBC/fonte:via

Pessoas estão devolvendo gatos pretos a abrigos por eles ‘não ficarem bem em fotos’

Um centro de adoção de gatos na cidade de Bristol, Inglaterra, afirmou que, pela primeira vez na vida, está com apenas felinos pretos esperando por um novo tutor. Isso porque eles teoricamente não ficam bem em fotos.

As informações são do Daily Mail.

São 40 gatos ao todo sob os cuidados do abrigo. Christine Bayka, fundadora do centro, disse que, dessa vez, não é por conta da má fama que eles possuem em tradicionais e injustas teorias relacionadas com sorte, mas por um motivo ainda mais banal.

Eles estão sendo rejeitados porque são mais difíceis de se fotografar, exigindo mais cuidados com a luz e ângulo da foto. Em selfies, por exemplo, eles normalmente ficam mais escurecidos do que o natural.

Christine tem 67 anos e inaugurou o The Moggery há 21 anos. Segundo ela, a situação agora é a pior que já viu. “Agora todos querem fazer selfies e colocar no Facebook. É uma forma muito narcisista de utilizar as redes sociais”, disse ela.

“Acontece o tempo todo. Eu vou fazendo as perguntas de um questionário e pergunto se a pessoa é flexível sobre cor e ouço ‘sim, desde que não seja preto’”.

Para ele, de todas as dificuldades que teve com gatos pretos, essa tem sido a mais difícil de superar. “Nesses mais de 20 anos, definitivamente ficou mais difícil com as selfies”, afirmou.

O abrigo Last Chance Animal Rescue Centre, em New Romney, também na Inglaterra, reafirmou essa questão e disse que as pessoas sempre escolhem o gato preto por último pois querem pets que tenham “melhor aparência” no Facebook.

“Sempre tivemos muitas dificuldades com os gatos pretos”, disse Amy Buckle. “Mesmo quando temos apenas gatos pretos, assim que aparece um alaranjado, já era. As pessoas esquecem dos gatos pretos”.

A ideia de que gatos pretos não ficam bem em fotos também é bastante deturpada, como podemos ver nesses cliques aqui:

 

Fotos: Pixabay / fonte:via

Com medo de virar ‘cidade fantasma’, vilarejo italiano vende casas por apenas 1 euro

O presidente da Câmara de Ollolai, região montanhosa de Barbagia, na Ilha da Sardenha, decretou a venda de diversas casas abandonadas na região em uma tentativa de buscar novos habitantes.

A maioria dos imóveis estão em ruínas, e o preço da casa é simbólico, apenas 1 euro (quase 4 reais). Porém, há algumas obrigações que o morador deve cumprir, como se comprometer a reabilitar as casas em no máximo três anos.

As informações são da CNN. De acordo com a publicação, a recuperação de um imóvel poderá atingir até 25 mil euros (cerca de 98 mil reais). O objetivo é rejuvenescer a cidade, que enfrenta uma crise habitacional nos últimos 50 anos. Hoje, são apenas 1300 habitantes e uma média de seis nascimentos ao ano.

Efisio Arbau, presidente da Câmara, teme que o local se torne uma cidade fantasma. “A minha cruzada é resgatar as nossas tradições únicas de caírem no esquecimento”, afirmou. “O orgulho no nosso passado é a nossa força. Sempre fomos um povo forte e não vamos permitir que a nossa cidade morra”.

Ollolai está no centro da Ilha da Sardenha, com uma rotina tranquila e trabalho focado em atividades voltadas para agricultura e artesanato. Já foram três vendas concluídas dentro do projeto e já passam de 100 os pedidos de informações sobre o plano, vindo de lugares como Rússia e Austrália.

 

Fotos: foto 1: Pixabay; foto 2: Ollolai comune proloco; foto 3: Ollolai comune proloco; foto 4: Ollolai comune proloco:fonte:via