Ilha privada está à venda na Escócia pelo preço de um apartamento em SP ou RJ

Se sonhar com um apartamento próprio em uma cidade como São Paulo, no delirante e inchado mercado imobiliário das grandes cidades brasileiras, vem se tornando cada vez mais uma ambição impossível para a maioria dos brasileiros, possuir uma ilha seria um sonho impossível mesmo para os brasileiros mais ricos – e por aqui isso de fato é verdade. Na Escócia, no entanto, é possível tornar-se proprietário de uma belíssima ilha pelo preço de um apartamento em São Paulo ou no Rio de Janeiro.

Não que seja exatamente uma pechincha, afinal o preço pela ilha em questão parte do valor de 250 mil libras, ou cerca de 1,133 milhão de reais. A diferença, porém, é que no lugar de um apartamento você estará adquirindo um imenso e lindo pedaço de terra – com cerca de 254 mil metros quadrados – que nenhum ser humano habita desde 1934 por essa quantia.


A ilha de Linga, na Escócia

A ilha de Linga oferece uma natureza espetacular, com ovelhas, um moinho de vento e painéis de energia solar para garantir a energia.

Dois chalés de pedra, atualmente sem teto, já tiveram suas obras de renovação aprovadas, e já é autorizada a construção de um novo chalé, um píer, prédios para exploração agrícola, e uma estrutura para coleta e reaproveitamento de água. Não é, no entanto, um lugar para quem não gosta de frio: a média é de 3 graus no inverno e 12 no verão.

Trata-se de uma ilha isolada, distante de grandes cidades escocesas como Glasgow ou Edimburgo. Além de ser um pequeno paraíso disponível na terra, o anúncio – oferecido por um site curiosamente especializado na venda de ilhas – demonstra o quão absurdo é o mercado imobiliário brasileiro.

© fotos: divulgação/fonte:[via]

Macaco bonobo é filmado brincando de “aviãozinho” com filhote

 

O funcionário de um zoológico de Cincinnati (EUA), Jeremy Phan, filmou dois macacos bonobos brincando de um jeito diferente. Zeke, macho de sete anos, equilibrava o bebê Bo, de dois anos, com os pés, como se ele fosse um aviãozinho. O leitor com criança pequena já deve ter erguido o filho ou filha de maneira semelhante para brincar em casa.

Zeke dobra os joelhos e volta a esticá-los, erguendo e abaixando o filhote, além de fazer cócegas com as mãos no topo da cabeça de Bo. O jovem bonobo dá risada com as cócegas, apesar de o som não ter sido captado no vídeo. A risada deste animal é mais aguda que a dos humanos.

 

Esta foi a primeira vez que os animais foram flagrados brincando dessa forma, mas os 12 bonobos do zoológico são famosos por brincarem bastante. Este é um componente importante da estrutura social deles.

“Isso fortalece o relacionamento deles na sociedade. Observamos brincadeiras em todas as idades e gêneros”, diz Phan.

Os bononos selvagens vivem na República Demogrática do Congo e são os parentes vivos mais próximos geneticamente dos seres humanos, com 99% do DNA igual ao nosso. As fêmeas têm as mamas ligeiramente proeminentes, ao contrário de outros macacos fêmeas.

Eles têm uma sociedade matriarcal relativamente igualitária e são bissexuais. São famosos por usar o sexo como contrapeso para a agressividade, usando-o como ferramenta conciliadora e para lidar com estresse.

Phan diz que os bonobos do zoológico de Cincinnati não costumam ser flagrados sendo agressivos. “A maioria das vezes que vemos agressividade é quando machos implicam muito com os filhotes”, aponta Phan. Nestas situações, as fêmeas se unem para correr atrás dos machos para que eles deixem os filhotes em paz.

Ao contrário dos chimpanzés, que também são muito semelhantes geneticamente com os humanos, os bonobos acolhem estranhos em seu grupo e compartilham alimento com facilidade. Cientistas acreditam que isso aconteça porque estes animais são especialistas em ler a linguagem corporal dos outros e se comunicam muito bem entre si.

O site do zoológico de Cincinnati destaca que esses animais são raros em zoos. Nos Estados Unidos, a maioria deles chegam do zoológico de San Diego, onde há um programa de reprodução de bonobos.

Em habitat natural, existem entre 30 mil a 50 mil animais, o que lhes confere a classificação de espécie ameaçada de extinção. As principais ameaças que eles enfrentam são a perda do habitat e a caça. 

Confira o vídeo completo abaixo:

60 mil estruturas maias são descobertas escondidas na floresta da Guatemala

O império maia pode ter sido ainda maior do que se pensava até então. É o que revela um estudo realizado na Guatemala nos últimos dois anos, que acaba de revelar mais de 60 mil estruturas maias escondidas em meio à floresta.

A pesquisa foi realizada pela Fundação Patrimônio Cultural e Natural Maya (PACUNAM), que analisou nove sítios arqueológicos do país e seus arredores. Através do uso da tecnologia LiDAR (Light Detection And Ranging), o estudo utilizou sensores para escanear uma área de 2.100 km² próxima à fronteira com o México e Belize, segundo relata o jornal O Globo.

No local, foram descobertos centros urbanos e cerimoniais, fortes e canais de irrigação. A estrutura mais impressionante, no entanto, diz respeito a uma pirâmide de 30 metros, onde antes acreditava-se que existia um morro natural em Tikal. No mesmo local foi encontrada uma muralha de 14 km. Com as novas descobertas, os pesquisadores estimam que a população da área possa ter alcançado o número de 10 a 15 milhões de pessoas.

O canal de televisão National Geographic acompanhou a pesquisa e irá estrear o documentário Os Tesouros Perdidos dos Maias sobre as como a tecnologia tem acelerado este tipo de descobertas. A produção vai ao ar no dia 17 de fevereiro, às 21h.

 

Iggy Pop, Patti Smith… Fotógrafa reúne Polaroids e recria cena punk de NY em seu Instagram

Ser uma fotógrafa em um lugar sempre excitante e em ebulição como Nova York fez com que Julia Gorton escolhesse a cidade, seus cenários e principalmente suas pessoas como objeto principal de suas fotos. Sua própria vida cotidiana era capturada por Julia em imagens então corriqueiras – o diferencial determinante é que a fotógrafa começou a trabalhar em Nova York no final dos anos 1970, imersa na então incipiente cena Punk que começava a nascer na cidade.

Assim, as fotos que Julia fez de seus amigos e das bandas que ia assistir tornaram-se, com o passar do tempo e a importância de tais artistas e do próprio movimento punk, verdadeiros documentos – registros icônicos e históricos do mais importante movimento musical dos últimos 40 anos, para dizer o mínimo. Tendo se mudado para Nova York em 1976, a fotógrafa pode registrar o surgimento e o auge do punk e do no wave na cidade.


Iggy Pop e Debbie Harrie conversando


Billy Idol e Howie Pyro


Foto da xerox de uma polaroide de David Byrne no CBGB


Iggy Pop ao vivo

Tom Verlaine, da banda Television, no camarim do CBGB


The Fleshtones 


Stiv Bators

Grandes heróis do movimento é o que não falta no elenco que compõe as incríveis imagens de Julia: Iggy Pop, Debbie Harry, Patti Smith, Billy Idol, Richard Hell e até o pintor Jean-Michel Basquiat – frequentador assíduo da cena punk e no wave da época – podem ser vistos em seu habitat natural (principalmente a famosa casa de shows CBGB), jovens, livres e loucos (juntos de outros personagens não tão célebres porém não menos importantes para a cena), felizes em viver o apogeu de algo que então lhes parecia simplesmente a mais pura expressão do que eles eram – mas que, em verdade, era a história musical e cultural acontecendo e se transformando.


Richard Hell


Lydia Lunch, da banda Teenage Jesus & The Jerks


Richard Hell e Robert Quine no palco do CBGB


Contato de foto de Richard Hell


Lydia Lunch

Sabendo da importância e da raridade de suas imagens, Julia Gorton decidiu por reuni-las em sua conta no Instagram, como em uma permanente exposição de como era fazer parte, ver de perto, viver a cena punk nova-iorquina no final dos anos 1970 – e testemunhar um dos mais importantes capítulos da história do rock e da cultura popular da segunda metade do Século XX.


John Cale e Bruce Brody


Iggy Pop


Bob Mothersbaugh, da banda Devo


Polaroids de Debbie Harry e do Blondie ao vivo


Desconhecido à frente, dançando com Basquiat, ao fundo


Autorretrato de Julia


Arto Lindsay


Arto Lindsay

fonte:via