As poderosas vencedoras deste concurso de fotografias de nascimentos

Em 2013, Jennifer Mason e Monet Nicole criaram a comunidade Birth Becomes Her com o objetivo de oferecer recursos para fotógrafos de maternidade e futuros pais. O projeto cresceu e já ajudou centenas de fotógrafos a melhorar suas habilidades na área. Este ano, um concurso de fotografias de maternidade foi lançado pelo grupo – e o resultado são fotos que mostram todo o esplendor de ser mãe.

Ao todo, foram criadas cinco categorias, cada uma contando com primeiro, segundo e terceiro lugar, além de uma escolha do público. São elas: maternidade, trabalho de parto, nascimento, pós-parto e amamentação. Com cerca de 1.000 participantes de diversas partes do mundo, estas são as fotos vencedoras em cada categoria.

1º Prêmio – Geral

1º Lugar – Nascimento

1º Lugar – Amamentação

1º Lugar – Pós-Parto

1º Lugar – Trabalho de Parto

1º Lugar – Maternidade

Para ver o restante das ganhadoras de cada categoria, clique aqui.

 

Créditos: legendas nas fotos/fonte:[via]

As últimas fotos de John Lennon e Paul McCartney juntos em 1974

Apesar de ser a mais bem sucedida e celebrada parceria entre compositores da história da música popular, como todos sabem o final da relação profissional entre John Lennon e Paul McCartney – e, assim, da maior banda de todos os tempos – não foi bonito: processos judiciais, ofensas públicas e até canções em ataque um contra o outro marcaram não somente o fim dos Beatles como da dupla Lennon – McCartney, por volta de 1970.

O passar dos anos do início da década de 1970, porém, permitiu que o tempo curasse as feridas mais profundas e que os dois compositores, que se conheceram ainda na adolescência, em Liverpool, pudessem voltar a discretamente se frequentar. A relação nunca mais foi a mesma, os dois tocaram juntos em estúdio somente uma vez e jamais compuseram juntos novamente – ao menos com Lennon ainda vivo, pois para o lançamento do projeto “Anthology, em 1994, os então três Beatles remanescentes “terminaram” a canção “Free as a Bird”, que Lennon havia começado na década de 1970.


A última foto de Lennon e McCartney juntos, em 1974

Em março de 1974, no entanto, durante o famoso “fim de semana perdido” em que Lennon separou-se de Yoko por cerca de um ano e meio e mudou-se para Los Angeles com a namorada May Pang, Paul e John voltaram a se ver com mais frequência. Foi nesse período que as últimas fotos conhecidas dos dois juntos foram tiradas, na casa do cantor Harry Nilsson (que pode ser visto em algumas das fotos), onde John estava então vivendo – durante uma visita surpresa de Paul e sua mulher Linda, que também encontraram Ringo. John e Ringo estavam trabalhando no novo disco de Harry Nilsson.


Harry Nilsson, Paul McCartney, John Lennon e, de costas, Linda McCartney

Os dois não se viam há cerca de dois anos quando esse encontro aconteceu – e foi durante esse encontro que a sessão de estúdio em que tocaram juntos uma última vez, com direito a ninguém menos que Stevie Wonder ao piano, acompanhando Paul na bateria e John na guitarra e vocais. As drogas rolavam solta, o clima era de improviso e o resultado tem maior valor histórico do que propriamente musical (como pode ser visto no clássico disco pirata “A Toot and a Snore in ‘74”, que traz justamente a sessão).

Os dois ainda viriam a se encontrar uma última vez em Nova Iorque, em 1976 – 4 anos antes de Lennon ser assassinado na porta do edifício Dakota, onde vivia em Nova Iorque, em 08 de dezembro de 1980 – mas não há registros desse encontro.


John Lennon, Keith Moon (baterista do The Who), Paul e Linda na mesma ocasião, em LA

As poucas fotos que restaram do encontro de John Lennon e Paul McCartney, em Los Angeles, em 1974 – tiradas por May Pang, então namorada de John e aqui publicadas – são, portanto, as últimas imagens da maior dupla de compositores de todos os tempos.

Na mesma viagem, Paul acima e, abaixo, Ringo Starr e Paul no estúdio

© fotos: May Pang/fonte:[via]

Fotos vintage retratam os Hells Angels, a gangue de motoqueiros mais perigosa da história

Ícones da contracultura e da estreita fronteira entre a rebeldia comportamental e o crime, especialmente nos anos 1960, tecnicamente os Hells Angels são um clube de motociclistas, em que os membros em sua maioria dirigem motos Harley Davidson. No imaginário coletivo – e, em certos casos, na realidade – tais motoqueiros tornaram-se muito mais do que um mero clube: uma gangue, criminosos, traficantes, uma ameaça aos valores, símbolos do que há de pior nos EUA – os anjos do inferno são parte de um grande inventário norte-americano da confusão social, cultural e até policial que encontrou seu auge nos anos 1960, mas que permanece até hoje.

Apesar do conservadorismo que marca a relação do estado americano com esse tipo de grupo, não é por acaso que o Departamento de Justiça dos EUA consideram o Hells Angels uma organização criminosa: formado quase que totalmente por homens brancos (com raros espaços para mulheres brancas), o grupo é acusado de ser uma gangue racista, ligada ao tráfico, que já se envolveu diversas vezes em crimes e assassinatos.

Um dos mais terríveis capítulos da história da gangue – que para muitos representa, ao lado dos crimes da Família Manson, o fim do sonho hippie dos anos 1960 nos EUA – foi o concerto que os Rolling Stones realizaram em Altamont, na Califórnia, em dezembro de 1969. Eram os Hells Angels quem faziam a segurança do famigerado show e, diante de uma imensa multidão (cerca de 300 mil pessoas) a violência começou a reinar, a coisa perdeu o controle e, ao fim, um jovem chamado Meredith Hunther foi assassinado por um dos motoqueiros.

Segundo o governo americano, hoje os Hells Angels possuem 2500 membros em 26 países, mas em 1965 eram um grupo maior, e ainda um tanto identificado com a contracultura e a rebeldia juvenil simplesmente. Foi nesse ano que o fotógrafo Bill Ray passou algumas semanas com os Angels, registrando a vida dentro do grupo para a revista LIFE. As fotos nunca foram publicadas e, mais de 50 anos depois, há poucos anos tais registros da realidade de um dos mais famosos e ameaçadores grupos americanos finalmente vieram à tona – e ilustram essa matéria.

 

© fotos: Bill Ray/fonte:[via]

Efeito dominó: você não vai conseguir parar de assistir essa bola de gude viajando por esse labirinto

A imagem acima parece apenas uma mistura de coisas aleatórias aglomeradas uma mesa, mas eu lhe garanto que elas logo farão o maior sentido.

Assim que você apertar o play no vídeo abaixo e ver uma mão se aproximar e deixar cair uma bola de gude azul nesse intrincado design, não vai mais conseguir desgrudar os olhos dessa jornada épica.

Reação em cadeia ou efeito dominó

O que o impressionante vídeo mostra é o que é chamado de “reação em cadeia” ou “efeito dominó”. O autor desse genial trabalho é o usuário do YouTube Kaplamino, cujo nome é uma junção de “Kapla”, um tipo de brinquedo com blocos de madeira empilháveis, e “dominó”.

Você já deve ter imaginado que, para criar esse tipo de maravilha, é necessário ter não somente habilidades especiais como muita paciência.

Na descrição da filmagem no YouTube, Kaplamino de fato afirmou que levou três meses e provavelmente mais de 500 tentativas falhas até que pudesse apresentar seu “melhor vídeo de todos os tempos”.

Embora tenha um catálogo relativamente pequeno, o trabalho de Kaplamino já remonta seis anos com muitas invenções inacreditáveis e uma compilação divertida de suas melhores obras. Para assistir mais reações em cadeia engenhosas, acesse seu canal do YouTube.

fonte:[via][ScienceAlert]

Casal de arquitetos cria ‘cidade dos gatos’ feita de papelão e os felinos vão à loucura

Já reparou como os felinos adoram caixas? Para eles, parece que nenhum lugar é mais confortável do que aquela caixinha de papelão que você estava pronto para jogar fora. Foi pensando nisso que este casal de arquitetos decidiu criar casas moduláveis para gatos – e o resultado é puro amor!

Com essa proposta nascia a empresa A Cat Thing, que mistura conceitos de arquitetura e minimalismo para criar casas de papelão super estilosas para os felinos. Os módulos são vendidos separadamente em quatro estilos diferentes: rampa, sacada, quarto e sala.

Cada espaço é vendido por valores que variam entre 280 e 350 novos dólares taiwaneses (cerca de R$ 30 a R$ 40). Também é possível adquirir um kit completo para começar a montar a casa do seu amigo peludo por 1.380 novos dólares taiwaneses  (aproximadamente R$ 150).

Feitas em papelão, as casas são totalmente seguras para os animais e tem baixo impacto ambiental, podendo ser recicladas após o descarte. Além disso, os encaixes entre os módulos foram pensados para simplificar a montagem, não requerem o uso de ferramentas e permitem que as casas sejam montadas e desmontadas de diferentes maneiras, para se adequar melhor ao espaço e à personalidade dos felinos.

Com um pouco de imaginação, é possível criar uma verdadeira cidade para os gatinhos, criando diversos espaços diferentes em um mesmo ambiente. Já imaginou a felicidade dos bichanos no meio de uma dessas?

Curtiu a ideia? Confere todos os produtos aqui!

 

Fotos: Divulgação/fonte:[via]