As tatuagens vintage e coloridas de Winston the Whale

Baseado em Portland, o tatuador americano Dave, conhecido como Winston the Whale, gosta de experimentar novas maneiras de interpretar a arte e, de vez em quando isso acontece por acaso. Foi assim com sua maior especialidade, a tatuagem 3D. Em setembro de 2015, quando Dave estava discutindo uma possível tatuagem com um cliente de última hora, uma simples caveira, teve um insight.

Ele me perguntou se era possível fazê-lo em vermelho e azul como uma imagem 3D. Eu achei que valia a pena tentar, pelo menos, experimentar”. A foto se espalhou de tal maneira pelo Instagram, que ele recebeu inúmeros pedidos com a técnica.

Agora o artista revela criações psicodélicas e pouco frequentes, inspiradas pela estética das décadas de 60 ou 70. Um trabalho divertido e penetrante, com cores intensas:

 

Imagens: Reproduções/fonte:[via]

Cão está há 4 meses esperando dono na porta do hospital após seu falecimento

Em Novo Horizonte, São Paulo, um homem em situação de rua de 59 anos, foi levado para o hospital depois de ser esfaqueado nas ruas. Seu cão fiel correu atrás da ambulância até o hospital e esperou pacientemente até que seu dono voltasse. Infelizmente, o homem ficou gravemente ferido e não sobreviveu.

De acordo com o diretor do hospital, o pobre cão não tentou entrar no hospital nenhuma vez, e continua esperando na entrada pelo retorno de seu dono. Esta triste situação foi fotografada e compartilhada pela advogada Cristine Sardella, que ficou profundamente emocionada com o vínculo entre o cão e seu dono. Ela conta que o animal está deitado em um tapete em frente à entrada e vem sendo bem tratado pelos funcionários da Santa Casa.

Após repercussão do post, pessoas se interessaram em adotar o animal. O cachorro estava esperando já há 4 meses pelo dono, quando a dona de um canil o levou para viver em sua propriedade. No entanto, o animal desolado fugiu e fez seu caminho de volta para o hospital, mesmo estando cerca de 3 km do local.

 fonte:[via]
 

54 mãos decepadas são encontradas na Sibéria e o governo russo disse para ninguém se preocupar

A polícia da Rússia investigou a aparição de um saco com 54 mãos humanas perto de um rio na cidade de Khabarovsk, Sibéria, nesta quinta-feira (8). De acordo com o jornal Siberian Times, uma única mão foi encontrada primeiro por um pescador, e depois a sacola inteira.

Ainda não se sabe a quem essas mãos pertencem, mas elas formam 27 pares. Curativos e protetores hospitalares de calçados também foram encontrados na sacola, e a polícia tirou impressões digitais de uma das mãos.

Enquanto a notícia rodou as redes sociais e levantou suspeita que as mãos são resultado de algum crime, representantes do comitê de investigação da Federação Russa afirmaram que as mãos parecem ter vindo de um laboratório forense de Kahbarovsk.

“Os objetos biológicos (mãos) encontrados não têm origem criminosa. Mas foram descartados de forma não aprovada pela lei”, diz uma nota do comitê.

De acordo com o Siberian Times, é comum que laboratórios forenses cortem as mãos de corpos não identificados para reter informações sobre as digitais da pessoa depois que o corpo já foi enterrado.

Apesar dessa explicação, investigadores continuam estudando o caso, para determinar qual laboratório foi o responsável pelo descarte de material biológico ilegal.

fonte:[via],[Live Science, Time, Siberian Times]

Aos 90 anos, ele decidiu realizar o sonho de realizar uma graduação

Carlos Augusto Manço sempre teve o sonho de cursar a faculdade de arquitetura. Sem condições financeiras para bancar uma faculdade quando começou a vida profissional, ele optou por um curso técnico, mas rápido e barato, mas agora está se dedicando a realizar o sonho antigo. Detalhe: aos 90 anos de idade.

Morador de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, Carlos Augusto fez um curso técnico em desenho industrial e trabalhou por cinco anos no Departamento de Água e Esgoto da cidade, até conseguir emprego no campus local da USP (Universidade de São Paulo), na qual desenhou obras de expansão da faculdade até se aposentar.

“Sempre gostei da profissão, até pelo contato que tinha com engenheiros e arquitetos no tempo que estive na USP, mas devido a situação financeira não consegui fazer faculdade e por isso, fiz o curso técnico”, contou ao site da Barão de Mauá, faculdade onde estuda.

“Fui recebido muito bem por todos os colegas de classe e estou muito empolgado com o que estou aprendendo. Tenho vontade de fazer tudo!”, relatou o aposentado, que contou com o incentivo da família para se matricular.

 De acordo com a neta, Isabella, o falecimento da esposa, no ano passado, foi um grande baque para Carlos, depois de 62 anos de união. “Foi muito impactante. Agora tentamos dar novos incentivos à vida dele e um deles é a faculdade”, disse ao portal ACidade ON.

Os 90 anos não impedem que Carlos Augusto tenha uma vida ativa. Além da faculdade, ele cursa pintura livre na USP. Seu objetivo, após se formar como arquiteto, é colaborar com outros profissionais da área. Enquanto isso, ele vai inspirando colegas de sala e desconhecidos que também lutam por um sonho.