Esta casa com inspiração setentista é um verdadeiro playground para adultos

Em Saint-Damase-de-L’Islet, Quebec, Canadá, uma casa de mais de 2 mil metros quadrados chama a atenção. Formada por diferentes blocos e com uma arquitetura única, ela pode ser considerada um verdadeiro playground para adultos – e está sendo vendida por 875 mil dólares canadenses (mais de R$ 2 milhões).

Erguida nos anos 70 pelo arquiteto canadense Jacques de Blois, a propriedade pertencia a uma família que precisará se mudar graças a uma transferência no trabalho. Com três dormitórios, uma arquitetura inovadora, localização em meio à natureza e muito charme, os agentes imobiliários estimam que a casa seja ideal para uma família ou um pequeno Bed and Breakfast.

Os ambientes largos permitem mais comodidade e a decoração da casa aposta em cores contrastantes, mas de muito bom gosto. Janelas redondas, um bar interno, escadas em espital e até mesmo uma rampa de acesso para motos de neve completam a construção.

As fotos são deixar qualquer um apaixonado! 

Para saber mais detalhes sobre a casa e solicitar informações, acesse o site da Sotheby’s, imobiliária internacional responsável pela propriedade.

 

Foto: Sotheby’s /fonte:[via]

A incrível história da Las Vegas romana que acabou engolida pelo mar

Não restam dúvidas de que os antigos romanos gostavam de festas, luxuria, comidas e do prazer de modo geral. Um dos símbolos de tal inclinação hedonista era a cidade Baia, um paradisíaco balneário localizado a 30 km de Nápoles. Espécie de Las Vegas da Roma Antiga, há cerca de 2 mil anos a cidade era o local mais indicado para que os romanos mais endinheirados pudessem curtir as termas e orgias – gastronômicas e sexuais – que marcavam as atrações da região.

A mitologia ao redor de Baia é imensa, e envolve alguns dos mais importantes personagens do império romano e da cultura antiga de Roma como um todo – não só em momentos de lazer e deleite, mas também em importantes situações históricas. Segundo consta, o grande orador Cícero era figura fácil em Baia, tendo escrito alguns de seus grandes discursos em retiros por lá.

Da mesma forma, o poeta Virgílio e o naturalista Plínio tinham casas no balneário, deixando a inspiração e a matéria prima de seus trabalhos por conta das incríveis praias, das águas translucidas e minerais, da natureza impactante – diversas cadeias vulcânicas cercam a região – além, é claro, dos prazeres diversos oferecidos.

As histórias, porém, não param por aí: brigas, intrigas, conspirações e assassinatos também marcam o imaginário da antiga Baia: Cleópatra teria fugido de lá em um barco após o assassinato de Júlio César, em 44 a.C., a mãe de Nero, Júlia Agripina, teria planejado e executado na cidade o assassinato do imperador Cláudio, com cogumelos e um bulbo selvagem venenoso, a fim de que seu filho assumisse o comando do império, e muito mais. Baia era local para negociações, conspirações e tramas entre os poderosos e ricos de Roma.

Os místicos acreditam que os hábitos hedonistas (e, portanto, pecaminosos) de Baia levaram à cidade à ruína literal – boa parte da cidade, afinal, afundou ao mar, destruída. O que ocorreu, porém, foi que a intensa atividade vulcânica da região transformou a antiga Baia em uma cidade submersa, condenada a emergir e submergir através das atividades sísmicas. Tais ruínas marítimas somente foram descobertas nos anos 1940, e desde então até 2002 o sítio permanecia fechado, acessado somente por arqueólogos.

Em 2002 as ruínas de Baia foram classificadas como área de proteção e enfim abertas ao público. Baia hoje encontra-se debaixo d’água mas em uma área rasa, com cerca de 6 metros de profundidade somente, e algumas estruturas podem ser vistas de barco – enquanto parte da cidade antiga permanece acima do nível do mar. O futuro de todo esse passado, porém, é incerto: é previsto que as atividades vulcânicas aumentem na região, e as ruínas podem ser fechadas permanentemente para sua preservação.

É evidente que o pecado não destrói cidades, ou basicamente o mundo inteiro estaria submerso, mas a força da natureza não se importa com a história ou com tesouros, e toda ruína romana é um pouco uma lembrança de que as riquezas e imponências, por maiores que sejam, necessariamente estão com os dias contados.

 

© fotos: Getty Images/Pinterest/fonte:[via]

Médicos ficam chocados ao encontrar uma bolha de ar de 9cm onde deveria haver cérebro em paciente

Um homem de 84 anos na Irlanda chocou médicos quando chegou ao hospital parecendo ter um derrame, mas imagens de seu cérebro revelaram que um grande pedaço dele estava faltando.

Em vez de tecido cerebral, os médicos encontraram uma bolha de ar de 9 centímetros onde a maior parte de seu lobo frontal direito deveria estar.

O enigma

O espaço vazio foi particularmente espantoso porque o homem estava com suas faculdades mentais absolutamente normais e sem nenhuma aflição incomum para sua idade.

O paciente foi ao seu médico regular reclamando de quedas repetidas e de sentir-se instável nos últimos meses.

Quando acrescentou fraqueza no braço e perna esquerdos à lista de queixas, o doutor aconselhou-o a fazer exames, temendo um possível derrame.

No relatório do caso, os médicos observaram que, apesar da tontura e da fraqueza, o homem não estava confuso e nem apresentava distúrbios visuais ou de fala. Pelo contrário, vivia bem e de forma independente, realizando atividades físicas da vida diária normalmente.

Exames

Os exames de sangue do paciente voltaram normais. Os médicos não desistiram, no entanto.

Foi quando decidiram realizar dois exames cerebrais – tomografia computadorizada e ressonância magnética – que finalmente descobriram a grande bolha de ar pressurizado em seu cérebro, chamada de pneumatocele.

De acordo com Finlay Brown, o médico que analisou as imagens do cérebro do homem, o caso é chocante porque, normalmente, esses bolsos de ar são vistos em uma escala menor em pessoas que passaram por cirurgia cerebral. O paciente nunca havia feito uma.

Depois de estudar o episódio, os cientistas chegaram à conclusão de que a fonte provável do problema era um tumor ósseo benigno no seio nasal do homem, que corroeu uma pequena passagem por seu crânio.

Com base no pequeno número de casos similares relatados, os médicos especulam que o tumor criou uma pequena abertura que empurrou ar para o cérebro, como uma “válvula unidirecional”.

Consequências

A “bolha de ar” pode ter progredido ao longo de meses ou anos. Conforme o paciente cheirava algo, espirrava ou tossia, provavelmente empurrava pequenas quantidades de ar para dentro de sua cabeça.

Os médicos também notaram que bolsos de ar cerebrais como este, em casos raros, podem causar pequenos derrames, o que explicaria o evento que o homem sofreu e a fraqueza no lado esquerdo de seu corpo.

Enquanto o paciente poderia optar por uma cirurgia para liberar o ar e remover o tumor ósseo, decidiu não fazer qualquer intervenção, dados os riscos envolvidos.

Em um acompanhamento realizado pelos especialistas 12 semanas depois do incidente, o homem estava bem e sua fraqueza no lado esquerdo havia desaparecido.

Os médicos enfatizaram que esse caso ilustra a importância da realização de exames como a tomografia e a ressonância em avaliações iniciais de sintomas neurológicos, mesmo quando estes parecem rotineiros.

fonte:[via][ArsTechnica]

Artistas mexicanos e norte-americanos se unem na fronteira para criar mega-mural de graffiti

Esperava-se que a fronteira entre os Estados Unidos e o México se transformasse em mais um campo de batalha em um mundo repleto de guerras.

Isso em função da agressividade do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que desde os primeiros momentos de sua campanha à Casa Branca colocou os imigrantes, em especial os mexicanos, como um de seus principais inimigos.

Em comícios espalhados por todos o país, o então candidato do partido republicano prometeu inclusive a construção de um muro para impedir a entrada de cidadãos mexicanos pela fronteira.

“Eles não estão nos enviando as suas melhores pessoas. E são pessoas provenientes de outros países, não só do México. Temos traficantes de drogas vindos de outros países, temos estupradores, temos assassinos. Você acha que eles vão nos enviar suas melhores pessoas? A resposta é não.”

Enquanto a medida, vista por muitos como xenofóbica e preconceituosa não é aplicada, artistas mexicanos e norte-americanos se uniram para criar um mega-mural com grafites por mais de dois quilômetros.

Os desenhos foram pensados para celebrar a paz e a união entre as duas nações. Liderado por Enrique Chiu, nascido no México e criado nos Estados Unidos, o esforço além de propagar o respeito, tem como objetivo constar no Livro dos Recordes e se transformar em uma das maiores respostas ao pensamento nacionalista e as políticas anti-imigração defendidas por Trump.

O Mural da Irmandade foi lançado em dezembro passado e já contou com a participação de mais de 2.600 voluntários e a expectativa é que ele cruze as cidades de Tijuana, Mexicali, Cuidad Juarez, Naco e Reynosa.

 

Fotos: Reprodução/fonte:[via]