Com bordado, ela cria lindas paisagens que mais parecem pinturas

A artista russa Vera Shimunia não usa cavaletes ou tintas. Ao invés disso, ela borda paisagens incríveis, que mais parecem uma pintura.

Cada um de seus trabalhos carrega a simplicidade do bordado com uma faísca de arte. As obras contam com uma riqueza de detalhes incrível – e é preciso olhar com atenção para acreditar que foram feitos com agulha e linha.

Através do Instagram, a artista publica suas mais recentes criações e inspira pela criatividade. Atualmente, ela já conquistou mais de 20 mil seguidores na rede – e esse número não para de crescer!

O trabalho de Vera também pode ser adquirido através da plataforma Etsy, onde ela vende quadrinhos, postais e outras criações. Os postais saem pelo equivalente a R$ 17, enquanto peças bordadas custam a partir de R$ 195.

Espia um pouco mais deste delicado trabalho nas fotos abaixo!

Fotos © Vera Shimunia  /fonte:[via]

Leilão vai apresentar mais de 350 fotos inéditas dos Beatles

A primeira apresentação dos Beatles na TV norte-americana, no The Ed Sullivan Show, em 9 de fevereiro, impulsionou de vez a Beatlemania nos Estados Unidos, atraindo a audiência de mais de 70 milhões de pessoas. Era o início da divulgação da primeira turnê do quarteto no país.

Milhões de fãs, que já ouviam as músicas nas rádios e LPs, se tornaram ainda mais apaixonados por John, Paul, George e Ringo. Entre eles estava o jovem fotógrafo Mike Mitchell, então com 18 anos, que decidiu ir a dois shows da banda, em Washington e Baltimore, levando sua câmera.

Ele fez mais de 350 fotografias do quarteto, entre a chegada até as casas de show, as entrevistas e, claro, as apresentações. Como não possuía flash, as imagens foram feitas usando apenas a luz ambiente, o que fez com que o resultado não agradasse tanto a Mitchell.

Os negativos ficaram guardados em seu porão por décadas, até que a tecnologia permitiu que as fotos fossem reveladas de forma mais satisfatória. Assim, as fotografias se tornaram verdadeiras relíquias para fãs. Em 2011, 46 delas foram leiloadas em 2011, num valor total que ultrapassou os 360 mil dólares.

Agora, a casa de leilões Omega, de Liverpool, se prepara para leiloar todas as imagens, no dia 24 de março. São 413, incluindo as 46 vendidas em 2011, e mais 367 fotografias nunca vistas. Estima-se que o lote de negativos e 66 imagens tratadas digitalmente (as 46 vendidas em 2011 e mais dez) deve ser adquirido por ao menos 250 mil libras, o equivalente a cerca de 1,1 milhão de reais.

Caso você queira um aperitivo para decidir se investe no leilão, as imagens que ilustram esta matéria fazem parte da coleção vendida em 2011, e mostram como Mike Mitchell conseguiu fazer os registros de pertinho, chegando até a subir no palco para fotografar.

 

Fotos: Mike Mitchell/Omega Auctions/fonte:[via]

Estas boias gigantes de animais são tudo que você sempre sonhou

Já passou o tempo das boias de piscina individuais. Elas podem até ser divertidas, mas estas boias gigantes com capacidade para até seis pessoas são muito melhores!

O Sam’s Club acaba de disponibilizar três modelos destas boias que prometem fazer a alegria deste (finzinho de) verão. Você e seus amigos poderão escolher entre flutuar sobre um unicórnio, pavão ou flamingo.

A boia tem capacidade para até 600 quilos, conta com suporte para seis copos e os modelos na versão flamingo e pavão ainda vem com um cooler embutido. Seria um sonho?

Cada produto sai por US$ 149,98 (cerca de R$ 500) no Sam’s Club, mas todos os modelos estão temporariamente esgotados no site da empresa. Com alguma sorte, ainda é possível conseguir um deles em uma loja perto de você.

 

Fotos: Reprodução Sam’s Club/fonte:[via]

‘Por décadas nossas coberturas foram racistas’: a mea culpa histórica da National Geographic

Em sua edição do mês de abril, a revista National Geographic reconheceu que durante décadas propagou pensamentos racistas e discriminatórios em suas reportagens.

Exclusivamente dedicada para a discussão das questões raciais, cada vez mais urgente nos quatro cantos do mundo, a publicação analisou o comportamento do grupo editorial desde sua fundação, em 1888.

Tomando boa parte do novo exemplar o debate se inicia logo na capa, apresentando duas gêmeas birraciais, uma com características negras e a outra com traços mais próximos de pessoas brancas, sob o título Black and White (Preto e Branco).

Intitulado For Decades Our Coverage Was Racist (Por Décadas Nossa Cobertura Foi Racista), o editorial foi assinado pela editora-chefe da National Geographic, Susan Goldberg, que com o auxílio do acadêmico da Universidade da Virgínia John Edwin Mason, especializado em história da fotografia africana, pinçou exemplos de um olhar etnocêntrico branco e repleto de clichês.

“Até os anos 1970 basicamente ignoramos pessoas de cor que viviam nos Estados Unidos, raramente identificando-as como algo além de trabalhadores ou empregados domésticos,” diz Susan.

Durante o levantamento Mason encontrou inúmeros exemplos com características de menosprezo racial, como o hábito de retratar homens brancos portando novidades tecnológicas diante de curiosos nativos de outros países.

Em um período como o da segregação racial nos Estados Unidos, a prática reforçava entre os leitores uma clara sensação de superioridade dos brancos diante de negros e indígenas, por exemplo.

Os aborígenes australianos também foram vítimas de conceitos racistas, tendo sido definidos em uma matéria de 1916 como pessoas com “o menor grau de inteligência de todos os seres humanos.”

“Raça não é uma construção biológica, como explica nesta edição Elizabeth Kolbert, mas sim uma construção social que pode ter efeitos devastadores.  Muitos dos horrores dos séculos que passaram estão associados com a ideia de que uma raça é inferior a outra,” escreve a editora-chefe da National Geographic.

Para o professor John Edwin Mason, a National Geographic durante décadas não mostrou nenhum interesse em abrir espaço para uma visão mais rica e que respeitasse a diversidade racial, ao contrário por exemplo da concorrente Life.

Mason completa afirmando que a Nat Geo reforçou mensagens com clichês discriminatórios em um país que “tinha sua ideia de mundo formada a partir de filmes do Tarzan.”

A mudança de postura ganhou ainda mais fôlego com a chegada do século 21 e a intensificação das exigências da comunidade negra de ser protagonista de sua própria história. O fato é ilustrado por uma matéria feita em 2015 sobre o Haiti. Na oportunidade, jovens haitianos receberam câmeras para que pudessem documentar sua realidade.

 

Fotos: Reprodução/National Geographic/fonte:[via]