Mistério sobre o desaparecimento da aviadora Amelia Earhart pode chegar ao fim

Amelia Earhart, aviadora considerada uma das pioneiras do empoderamento feminino, foi a primeira mulher a voar sozinha sobre o Atlântico. Durante uma viagem em 1937, a pilota e seu navegador, Fred Noonan, desapareceram sem deixar rastros. Os dois e o avião sumiram quando sobrevoavam o oceano Pacífico a caminho da ilha Howland.

Na falta de uma justificativa oficial, desde então acredita-se que ela não encontrou a ilha, ficou sem combustível e caiu nas profundezas do oceano. Porém, os corpos ou destroços da aeronave nunca foram encontrados para justificar o acontecido.

Nova pesquisa acredita ter encontrado ossada da famosa pilota americana Amelia Earhart

Três anos depois, em 1940, um grupo britânico que explorava a ilha encontrou uma caveira que possivelmente era de Amelia, já que por perto havia um sapato feminino uma garrafa do licor Benedictine, bebida que a pilota, levava consigo para as viagens, além instrumento naval usado pelo navegador Fred Noonan. Os ossos encontrados foram então enviados às ilhas Fiji para serem analisados pelo doutor DW Hoodless, que acreditava serem de um homem. Daí as teorias sobre Amelia foram deixadas de lado.

Os estudos sobre ossos estavam bastante no início, então é possível que esta análise tenha sido equivocada. Um novo estudo publicado na revista científica Forensic Anthropology, intitulado “Amelia Earhart e a Ossada de Nikumaroro”, chega com uma nova visão: segundo os cientistas, a ossada bate 99% com o tipo físico de Earhart.

Amelia foi a primeira mulher a sobrevoar o Atlântico

Publicado pela Universidade da Flórida e conduzido pelo professor Richard Jantz, da Universidade do Tennessee, o estudo se valeu de fotografias de Amelia, assim como suas habilitações para dirigir e pilotar avião. Todas as informações foram colocadas em um software moderno para compará-los com o peso e estatura de Earhart. Até mesmo uma costureira com experiência em trajes históricos foi consultada para analisar as roupas de Earhart e assim precisar o comprimento das pernas e a circunferência da cintura da pilota.

A pesquisa descobriu que os ossos era de um corpo de mulher, descendente de europeus e com altura acima da média feminina, tal e qual a pilota. “Essa análise revela que Earhart é mais parecida com a ossada de Nikumaroro do que 99% dos indivíduos em uma ampla amostragem de referência”, diz o estudo. “Até que evidências definitivas sejam apresentadas dizendo que os restos mortais não são os de Amelia Earhart, o argumento mais convincente até o momento é de que são dela”, escreve Jantz.

Pesquisadores acreditam que tem 99% de chance da ossada ser de Amelia

 

Fotos: domínio público e Harris & Ewing/Library of Congress/fonte:[via]

12 fotos que provam que a Sérvia deve entrar nos seus planos de viagem

A Sérvia é um destino ainda pouco explorado na Europa. É comum ver dicas em sites de viajantes dizendo que não sabiam nada antes de pisar no país – isso por que pouca coisa foi escrita em português, não que não exista informação ou turismo ativo por lá.

Com história bastante antiga, a Sérvia era Iugoslávia socialista até 1990. Em 2003 passou a ser chamada de Sérvia e Montenegro e, em 2006, após uma votação para a independência de Montenegro, adotou seu nome atual.

Em uma posição bastante central no leste europeu, além de Montenegro, o país faz fronteira a oeste com Bósnia e Herzegovina, a noroeste com a Croácia, ao sul com a Macedônia e com a Albânia, ao leste com a Romênia e com a Bulgária e ao norte com a Hungria. Rodeado de tantos países, mar passa longe dali, mas a riqueza está nos rios, como o Danúbio, e montanhas.

Veja as imagens e se apaixone pela Sérvia:

 

Fotos: Irene Becker, Katarina Stefanovic, Dragoljub Zamurovic, Matej Duzel, Uros Petrovic, Novica Aloric, Aleksandar Milutinovic e Bojan Hohnjec/fonte:[via]

Lee Godie, a artista em situação de rua que transformou pontos de ônibus em ateliê

A biografia de Lee Godie (1908-1994), uma das artistas mais prolíficas de Chicago, é rodeada de mistérios: ela não gostava de compartilhar muito sobre sua vida, fosse com repórteres, fosse com seus amigos.

Ao que se sabe, ela começou a se dedicar à arte em 1968, com 60 anos de idade. Apesar de ter uma quantidade de dinheiro razoável guardada, segundo contavam alguns amigos, ela preferia viver nas ruas de Chicago, por gostar da vida ao ar livre. Só se hospedava em pequenos hotéis quanto as temperaturas eram baixas demais para suportar.

Sua trajetória artística começou nas cabines fotográficas colocadas em pontos de ônibus da cidade. Godie tirava autorretratos e os pintava, usando batons e ervas de saquinhos de chá. Com o passar do tempo, começou a pintar a si mesma, a transeuntes que observava nas ruas e, após ficar conhecida, até socialites de Chicago.

Ao que tudo indica, ela gostaria de ter sido cantora quando jovem, mas seu primeiro marido não permitiu. Já idosa, Godie viu uma das quatro filhas falecer, e decidiu então se dedicar integralmente à arte.

Ela mesma vendia as imagens nas ruas, cantando e dançando para atrair a clientela. E não aceitava vender para qualquer um: se não fosse com a cara de possíveis compradores, simplesmente se recusava a fazer negócio. Ela era, afinal, uma artista absolutamente livre.

 

 

Imagens © Lee Godie/fonte:[via]

Este hotel com quartos de bambu abastecidos a energia solar parece saído de um sonho

Um hotel no México onde todos os quartos têm vista para o mar já seria maravilhoso o bastante, mas some isso à exclusividade do lugar que tem apenas 12 quartos, é um um retiro de yoga e ainda um eco resort. O Playa Viva, localizado ao norte de Acapulco é tudo isso.

Para deixar tudo ainda mais fascinante, as suítes são feitas em materiais sustentáveis, abastecidas por energia solar e parecem fazer parte da paisagem ao redor perfeitamente. Especialmente as suítes de bambus, batizadas de ‘casas da árvore’ que são construídas a quase dois metros do chão para que os hóspedes tenham a sensação de conforto, ao mesmo tempo em que interagem com a natureza.

O apartamento possui 213 metros quadrados e tem quarto, sala de estar e banheiro e a construção foi pensada para ter o menor impacto ambiental possível: a energia usada, tanto para eletricidade como para o aquecimento da água, é de origem solar; os apartamentos possuem muitas aberturas para maximizar a ventilação natural, permitindo o resfriamento passivo.

 

Imagens: Reprodução/fonte:[via]