Ela já fez 1.350 lindas bonecas usando lixo doméstico e entrou para o Guinness

Uma estudante de pós-graduação em psicologia na Índia acaba de conquistar o seu lugar no Guinness Book. O recorde, no entanto, não veio de suas habilidades como psicóloga.

Vijitha Retheesh começou a criar bonecas de papel para passar o tempo. No começo, ela fazia apenas uma ou duas bonecas por dia, mas a paixão foi crescendo e o passatempo se transformou em algo maior. Ela logo estava confeccionando de 10 a 15 bonecas diariamente usando papel que iria para o lixo.

Em apenas três meses, Vijitha já havia criado 1.350 bonecas, o que lhe rendeu um recorde no Guinness Book, segundo informações publicadas no India Times. A conquista foi realizada em março do ano passado e, desde então, a indiana vem trabalhando em um livro sobre como reutilizar materiais que iriam para o lixo.

Alguém aí ansioso para conhecer estes ensinamentos?

 

Fotos: Vijitha Retheesh/fonte:via

Este quarto sobre trenós é projetado para ver a aurora boreal de forma única

Muitos hotéis oferecem a vista ou a paisagem natural ao seu redor como atrativos fundamentais para seus hóspedes. Ao norte da Finlândia, no entanto, a maior atração natural acontece sem hora marcada precisa ou local exato, em um cenário imenso e incalculável: o céu. A demanda dos turistas locais para ver o espetáculo da aurora boreal nos céus do norte do país, fez com que a empresa de turismo Off the Map Travel criasse o Aurora Wilderness Camp, uma espécie de acampamento móvel de luxo, um quarto sobre um grande trenó que permite que os hóspedes “movam” a hospedagem até a melhor posição para verem as luzes da aurora boreal no céu.

O quarto, portanto, pode ser acoplado a um veículo especial para andar sobre o gelo, e assim ser transportado até um melhor ponto sobre o selvagem gelo do Ártico Finlandês. Trata-se de uma cabine para duas pessoas, com 4,5 metros de comprimento, 2 metros de altura e 2,5 metros de lagura. Dentro, todas as instalações necessárias para uma estadia confortável, como uma bela cama, uma mesa, aquecedor a gás e um banheiro externo – além, é claro, de um teto de vidro, que permite que os hóspedes assistam à aurora boreal do conforto de sua cama.

A hospedagem inclui trenós e calçados especiais, para que os turistas possam explorar o local onde decidirem permanecer, além de drinks, comidas e um belo café da manhã. Atualmente as três cabines disponibilizadas pela empresa estão no remoto vilarejo de Kilpisjärvi, ao norte da Finlândia, local com o céu noturno mais limpo de todo o país, e com mais atividades das luzes do norte registradas – segundo consta, os visitantes possuem mais de 70% de chances de verem a aurora boreal por lá.

O pacote completo, incluindo transporte do aeroporto, duas noites em chalé de luxo e uma noite na cabine móvel, com tudo incluído, no entanto, não é nada barato, saindo por mais de 7 mil reais por pessoa. É fato que se trata de um dos mais incríveis espetáculos da natureza, mas o preço não precisava ser de tal forma astronômico – especialmente considerando que olhar o céu ainda é de graça.

 

© fotos: Divulgação/fonte:via

Escola de surf na Noruega tem neve, aurora boreal e temperaturas negativas

Montanhas e areia branquinhas ao redor do mar podem fazer parte do imaginário quando se pensa em um bom pico para surfar, mas, em Lofoten, na Noruega, a cor é justificada pela neve. Com temperaturas negativas durante boa parte do ano, o local abriga a Unstad Arctic Surf, a escola de surf mais ao norte do planeta.

A escola foi fundada em 2003, mas o esporte é praticado na região desde a década de 60, quando os jovens Thor Frantzen e Hans Egil Krane, que trabalhavam viajando o mundo em navios, conheceram o surf na Austrália e resolveram leva-lo para casa.

Como não havia pranchas no país, eles mesmos as criaram, usando como base a capa do álbum Surfin’ Safari, dos Beach Boys. A região ficou esquecida para o esporte até a década de 90, quando surfistas voltaram ao local inclusive gravando o filme E2K (veja trecho abaixo).

A retomada inspirou o já idoso Thor Frantzen a voltar ao local e fundar a escola junto à sua esposa, Randi. Hoje a escola é comandada por Marion, filha do casal, e disponibiliza, além das aulas de surf, expedições para pesca, caminhada, escalada, mergulho e rolês de skate. A prancha original feita por Thor na década de 60 também está lá para exibição.

Até o tricampeão mundial Mick Fanning chegou a conhecer as ondas de Lofoten. Além de surfar em temperaturas negativas no inverno, quem tem coragem de cair na água gelada pode ter a sorte de surfar enquanto observa a aurora boreal, um dos maiores espetáculos da natureza.

Outra curiosidade interessante é a chance de surfar com luz do sol a qualquer hora do dia – ou da noite. Isso porque, de 27 de maio a 17 de julho, durante o verão norueguês, o sol nunca se põe em Lofoten. Ou seja, dá para pegar a prancha de madrugada e cair na água sem medo de ser feliz.

 

Fotos sem crédito: Divulgação/Unstad Arctic Surf  /fonte:via

Como os americanos escondiam fábricas de aviões dos ataques aéreos japoneses

Durante a Segunda Guerra Mundial, a Boeing fabricava seus aviões militares B-17, considerados verdadeiras fortalezas voadoras, com um enorme poder de destruição. Porém, quem passasse pela fábrica em que essas máquinas da morte eram construídas poderia encontrar uma cena tão pacata quanto algumas mulheres tomando banho de sol.

Para despistar possíveis ataques aéreos e esconder a construção das aeronaves, o governo americano contratou o cenografista de Hollywood John Stewart Detlie para um de seus maiores projetos: criar uma cidade cenográfica na vida real.

Detlie servia o exército na época e foi o responsável pela camuflagem da fábrica da Boeing que construía os aviões durante a Segunda Guerra Mundial. Para que a criação fosse ainda mais realista, uma equipe de atores foi contratada para viver no bairro cenográfico, segundo relata o site Vintage Everyday.

Ainda de acordo com a publicação, submarinos japoneses haviam sido vistos próximos às baía de São Francisco em 1942 e, portanto, o governo americano quis tomar todas as medidas possíveis para que a área não se tornasse o novo alvo dos inimigos, o que levou à construção do bairro falso.

Vista de cima, a vizinhança parecia uma pacata área urbana. De perto, no entanto, era fácil perceber que tratava-se apenas de uma fachada. Nem mesmo as árvores eram reais. O cenário foi praticamente todo construído com madeira compensada e papelão.

Sob essa fachada, cerca de 30.000 pessoas construíam 300 aviões de guerra por mês. Os boeings B-17 foram responsáveis pela explosão de 640 mil toneladas de bombas sobre a Alemanha, segundo o Bored Panda.As imagens desta cidade “de mentirinha” foram registradas em uma série de fotografias raras que você encontra nesta página.

É até difícil de acreditar no que vemos. Confere só!