Estas são as obras de arte que o Facebook censurou como ‘conteúdo pornográfico’

As regras de uso do Facebook e o combate à nudez promovido pela empresa voltaram a chamar atenção depois de a rede social censurar a obra de arte “A Liberdade guiando o povo“, do francês Eugène Delacroix, famosa por representar a chamada Revolução de Julho. O grande problema é o fato de os mamilos da personagem estarem expostos.

O Facebook chegou a emitir um comunicado admitindo que errou ao fazer a censura da tela, utilizada em uma campanha publicitária francesa. Vale ressaltar que não se tratou apenas de uma ação automática dos algoritmos do Facebook, mas algo reforçado pela equipe da rede.

O comunicado não foi o bastante para evitar as críticas ao combate aos mamilos, prática recorrente não apenas no Facebook, mas também no Instagram, também controlado pela empresa de Mark Zuckerberg. Muita gente questiona por que a rede social se preocupa tanto em combater os mamilos enquanto discursos de ódio frequentemente são espalhados sem grandes problemas.

Não foi a primeira vez em que o Facebook censurou obras de arte enquadrando-os como conteúdo pornográfico. Confira outros casos:

Vênus de Willendorf

No início de março, o Facebook já havia se desculpado publicamente depois de censurar uma imagem da estátua pré-histórica Vênus de Willendorf. Postada pela artista italiana Laura Ghianda, a imagem foi apagada meses depois de ser publicada e ter relativa repercussão.

Netuno

Atraindo a atenção de turistas que visitam Bolonha, na Itália, há incontáveis anos, a estátua do deus grego do mar colocada na Piazza del Nettuno fez com que uma escritora e historiadora da arte italiana também tivesse seu post apagado na rede social.

“O uso da imagem não foi aprovada porque ela viola as regras do Facebook. Ela apresenta conteúdo que é explicitamente sexual e mostra um grau elevado do corpo, concentrando-se desnecessariamente em certas partes do corpo”, justificou o Facebook.

Hércules

Hércules foi outro ser da mitologia grega que acionou os dispositivos de censura no Facebook. O departamento de turismo da cidade de Kassel, na Alemanha, havia publicado uma foto da estátua em uma galeria com pontos locais famosos, mas teve o trabalho removido da rede social por causa da nudez.

A Pequena Sereia

Mais uma estátua famosa que não passou pelo crivo da censura do Facebook: A imagem da Pequena Sereia, instalada em Copenhague, Dinamarca, há mais de um século, fez com que o post de uma antiga ministra da agricultura do país fosse apagado da rede social.

A fotografia ilustrava um post que Mette Gjerskov havia escrito em um blog. Depois de ter a publicação apagada, a política classificou a decisão como ‘cômica’, e até o Facebook parece ter concordado, já que reativou a publicação.

 

Com informações da  DW /fonte:via

6 sinais externos de que você pode ter problemas no coração

As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo todo.Infelizmente, o primeiro sinal que muitas pessoas têm de que seu coração não está em boas condições é quando sofrem um ataque cardíaco. De acordo com o Ministério da Saúde, no Brasil, 300 mil pessoas sofrem infartos todos os anos. Em 30% dos casos, o ataque cardíaco é fatal.

Embora seja impossível detectar sozinho todos os alertas que indicam que você tem um problema no coração, existem alguns sinais visíveis e externos que podem prever um futuro evento cardíaco.

Tenha em mente de que os sintomas da lista abaixo também podem ter causas benignas. Se você estiver preocupado com sua saúde ou em dúvida, deve procurar um médico para obter uma opinião especializada.

1. Sinais de Frank


Um desses indicadores externos é o aparecimento de pregas diagonais nos lóbulos das orelhas, conhecidas como “sinais de Frank”, em homenagem a Sanders Frank, o médico americano que as descreveu pela primeira vez.

Mais de 40 estudos científicos demonstraram que há uma associação entre essas pregas na orelha e o risco aumentado de aterosclerose, uma doença em que placas se acumulam dentro das artérias.

Mais recentemente, algumas pesquisas notaram que estas pregas também podem ter ligação com doença cerebrovascular, uma condição que afeta os vasos sanguíneos no cérebro.

2. Xantomas


Outro indicador externo de problemas cardíacos são os xantomas, saliências gordurosas e amareladas que podem aparecer nos cotovelos, joelhos, nádegas ou pálpebras. São espécies de “tumores benignos”, ou seja, inofensivos, mas podem ser um sinal de problemas maiores.

Os xantomas são mais comumente vistos em pessoas com uma doença genética chamada hipercolesterolemia familiar. Indivíduos com essa condição têm níveis excepcionalmente altos de LDL (lipoproteína de baixa densidade), o chamado “colesterol ruim”. Os níveis deste colesterol são tão altos que se depositam na pele. Infelizmente, esses depósitos de gordura também podem se acumular nas artérias que suprem o coração.

O mecanismo que causa esses depósitos de gordura nos tecidos ocupa um lugar icônico na medicina, pois levou ao desenvolvimento de um dos grupos de drogas que reduzem o colesterol: as estatinas.

3. Hipocratismo digital


Um fenômeno conhecido como hipocratismo ou baqueteamento digital também pode ser um sinal de que nem tudo está bem com o seu coração.

Nele, as unhas mudam de forma, tornando-se mais grossas e largas, devido à produção de mais tecido. A mudança geralmente é indolor e acontece nas duas mãos. Isso pode ocorrer porque o sangue oxigenado não atinge os dedos adequadamente, de forma que células produzem um “fator” que promove o crescimento para tentar corrigir o problema.

Esse sintoma médico foi descrito pela primeira vez por Hipócrates, no século V aC. É por isso que é às vezes chamado de “dedos hipocráticos”.

4. Arcos senis


Depósitos de gordura nos olhos, chamados de “arcos senis”, também podem podem indicar problemas cardíacos.

Esses arcos começam na parte superior e inferior da íris, até progredir para formar um anel completo. Não interferem na visão.

Cerca de 45% das pessoas com mais de 40 anos têm esse halo de gordura ao redor da íris, aumentando para cerca de 70% nas pessoas com mais de 60 anos.
A presença desse anel gorduroso tem sido associada a alguns dos fatores de risco para doença coronariana.

5. Dentes e gengivas podres


O estado da sua saúde bucal também pode ser um bom indicador do estado da sua saúde cardiovascular.

A boca é cheia de bactérias, boas e ruins. As bactérias “ruins” podem entrar na corrente sanguínea pela boca e causar inflamação nos vasos sanguíneos, o que por sua vez pode levar a doenças cardiovasculares.

Estudos mostraram que perda dentária e gengivas inflamadas (periodontite) são marcadores de doença cardíaca.

6. Lábios azuis


Outro indicador de saúde é a cor dos seus lábios.

Os lábios geralmente são vermelhos, mas podem assumir uma coloração azulada (cianose) em pessoas com problemas cardíacos, quando o sistema cardiovascular falha em liberar sangue oxigenado para os tecidos.

Naturalmente, as pessoas também podem ficar com os lábios azuis quando estão com muito frio ou em altitude elevada. Nesses casos, a “boca roxa” provavelmente é devida a uma falta temporária de oxigênio, e deve retornar ao normal rapidamente.

fonte:[via][ScienceAlert, Brasil]

A linda despedida da cachorra Milka, que trabalhou 8 anos com o Corpo de Bombeiros

A cadela Milka trabalhou durante 8 anos no Canil do Corpo de Bombeiros da Prefeitura Municipal de São Paulo e ajudou a localizar várias vítimas ao lado do sargento Clóvis, seu condutor. Infelizmente, no dia 17 de março de 2018, Milka se foi e os bombeiros do Primeiro Batalhão do Ipiranga prestaram uma justa homenagem à companheira leal.

Nas redes sociais, eles falaram sobre a dolorosa perda e publicaram fotos da cachorrinha:

No final de semana faleceu a cadela Milka, que por 8 anos serviu no Canil dos Bombeiros do #1GB e localizou várias vítimas nas ocorrências com o Sgt PM Clóvis que era a seu condutor. Os bombeiros do PB Ipiranga prestaram uma justa homenagem.

Milka atuou em situações importantes como no desabamento de um prédio em construção em São Mateus, em 2013, nas obras do metrô, em 2007 e em casos de pessoas desaparecidas em matas.

 

Imagens: Reprodução/fonte:via

Como uma mulher nascida em 1815 se tornou a primeira programadora da história

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a4/Ada_Lovelace_portrait.jpg

É só entrar em uma empresa de tecnologia para notar a predominância masculina no setor. As mulheres são apenas 10% dos profissionais de TI, como aponta uma pesquisa apresentada durante o evento Woman in Tech.

Porém, as coisas nem sempre foram assim. Sem a participação feminina, provavelmente a internet seria bem diferente de como a conhecemos hoje.

Uma mulher em especial teve importância fundamental nessa história. Nascida em 1815, Ada Lovelace pode ser considerada a primeira programadora do mundo.

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/8/87/Ada_Lovelace.jpg

Filha de Lord Byron, Ada não ficou tão conhecida quanto seu progenitor, embora suas criações sejam certamente mais reconhecidas hoje em dia do que a obra do poeta. A paixão pelos números veio de sua mãe, que decidiu ensinar à menina matemática desde cedo, para que ela não desenvolvesse as mesmas tendências românticas que o pai, de quem se divorciou, segundo conta uma reportagem do Business Insider.

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/f7/Carpenter_portrait_of_Ada_Lovelace_-_detail.png

Com esse conhecimento adquirido em casa, Ada foi se aprofundando em temas relacionados à matemática e às ciências exatas, aprendendo mais sobre estes assuntos de forma autodidata. Mesmo antes de que os computadores existissem, ela foi capaz de desenvolver o equivalente ao primeiro algorítimo da história!

https://i0.wp.com/www.gogmsite.net/_Media/1852-ada-lovelace-at-a-3.jpeg1852 Ada Lovelace at a piano painting in 1852 by Henry Phillips

Embora suas criações tenham sido pouco reconhecidas na época, seu trabalho foi redescoberto por cientistas nos anos 50, quando a era da computação começou a dar seus primeiros passos. Quando perceberam todo o potencial de Ada, seus escritos, que previam exatamente o funcionamento dos computadores da época, foram republicados em 1953, sendo a primeira descrição do que hoje conhecemos como um software – mesmo que o computador só fosse ser criado muitos anos após sua morte.

 

Fotos: Domínio Público