Fotógrafo russo se especializa em fotos em close de ursos livres na natureza

Por mais lotado, mapeado, registrado e depredado que hoje seja, a Terra é ainda definitivamente um planeta cheio de lugares exóticos, interessantes e pouco conhecidos – e Kamchatka, uma península no extremo leste da Rússia, definitivamente é um deles. Banhada pelo oceano pacífico e pelo mar de Okhotsk, Kamchatka é um lugar de beleza natural intensa, cheio de vulcões e com águas congelantes ao seu redor – além de uma das maiores populações de ursos marrons do mundo.

Foi a presença em massa desses animais que despertou o interesse do fotógrafo russo Sergey Gorshkov.

Foi a natureza estonteante do lugar que moveu Sergey a começar sua carreira e se tornar um especialista em imagens da natureza russa.

Os ursos locais sempre o intrigaram, com sua imensidão – mais de 3 metros de altura em pé, e cerca de 650 quilos – e, ao mesmo tempo, com relativa mansidão com relação aos humanos, e foi por eles que o fotógrafo retornou ao local que o inspirou a fotografar – para registrar esses incríveis animais de perto.

Apesar da peculiar boa relação dos animais da região de Kamchatka com os humanos de que Sergey se vale para aproximar-se e registrar os ursos tão de perto, ele sabe que o respeito é fundamental para uma boa relação – e para se manter vivo.

Ele segue fotografando a vida selvagem por todo o país, mas de vez em quando retorna a Kamchatka, onde tudo começou, para reencontrar sua inspiração e seus amigos selvagens.

 

© fotos: Sergey Gorshkov/fonte:via

Mulher de 92 desafia expectativa de ‘semanas de vida’ para conhecer tataraneta

Há dois meses atrás, Jean Roper, de 92 anos, recebeu um diagnóstico terminal. Sofrendo com problemas renais, segundo os médicos ela teria pouco mais de duas semanas de vida e era a hora de começar a se despedir.

A notícia da morte eminente deixou todos abalados, especialmente os netos, que enxergavam Jean como o alicerce da família. Mas, ao descobrir que seria tataravó (isso mesmo) de uma menina pela primeira vez e que de quebra a criança herdaria seu nome, algo incrível aconteceu. A saúde de Jean melhorou da noite para o dia.

Com o passar das semanas, o prazo dos médicos se esgotou e Jean, agora oficialmente uma tataravó, conhecia sua xará. “Ela não conseguia se conter de tanta alegria”, disse ao site da People uma de suas netas.

Para se ter ideia do efeito positivo da tataraneta no prolongamento da vida de Jean, além de ter se livrado completamente das complicações renais, ela conseguiu superar a depressão que sofria desde a morte do filho mais velho, vítima da mesma doença que quase tirou sua vida.

Ah, essa vovó determinada teve ainda a oportunidade de celebrar 75 anos de casamento com Edward, de 94 anos. Que a vida seja ainda mais longa.

Foto: Reprodução/People/Kayla Tracy Photography/fonte:via

Mulher russa descobre fotografias impressionantes em seu sótão

Masha Ivashintsova (1942-2000) foi uma fotógrafa russa que participou do movimento poético e fotográfico de Leningrado, dos anos 60 aos anos 90. Ela era fascinado por três personalidades artísticas da época, incluindo o linguista Melvar Melkumyan, com quem teve uma filha chamada Asya.

Masha registrou esse período fascinante através de suas câmeras Rolleiflex e Leica, mas nunca mostrou seu trabalho a ninguém, acreditando que seus talentos não eram dignos de seus ídolos. Foi só 17 anos após a sua morte que Asya descobriu uma caixa de filmes não revelados de Masha em seu sótão, num total de mais de 30 mil negativos. Hoje, o mundo celebra suas fotografias, e ela finalmente tem o reconhecimento que sempre mereceu.

“Claro que eu sabia que minha mãe tinha passado a vida tirando fotos, e o mais incrível é que ela nunca dividiu seu trabalho com ninguém, nem mesmo com a família”, diz Asya Ivashintsova-Melkumyan no site dedicado ao trabalho do artista. “Ela acumulou seus rolos de filme fotográfico no sótão e muito raramente os revelou, para que ninguém pudesse apreciar os frutos de sua paixão”. Todos aqueles pergaminhos permaneceram no sótão de nossa casa em Pushkin, em São Petersburgo, onde ela os havia deixado, até sua morte no ano 2000. Até recentemente, quando meu marido e eu nos deparamos com aquelas fotografias, tiradas entre 1960 e 1999, e durante uma reforma, revelamos algumas delas e o que vimos foi incrível”.











 

Imagens © Masha Ivashintsova with permission of Asya Ivashintsova-Melkumyan/fonte:via

Estas 84 esculturas em prédio de Londres nos lembram a epidemia do suicídio masculino

A impressionante informação de que a principal causa de morte entre homens com menos de 40 anos no Reino Unido é o suicídio levou o grupo CALM (sigla em inglês para Campanha contra viver miseravelmente, mas que também quer dizer “calma”) a convidar o artista Mark Jenkins a criar uma intervenção urbana de impacto. E em uma manhã Londres amanheceu com 84 esculturas feitas à perfeição de homens na beira de um alto prédio da cidade, como se estivessem em vias de saltar.

A campanha se chama Projeto 84, referente ao dado de que em média 84 homens cometem suicídio toda semana no Reino Unido – assim, cada escultura na beira do prédio representa um homem que de fato se suicidou, e a história de suas vidas pode ser lida no site do projeto. Todas as estatísticas citadas foram levantadas em pesquisas do próprio CALM.

A ideia da campanha é não só oferecer assistências às famílias desses homens como cobrar mais ações por parte do governo para combater esse mal e alterar o debate em relação à saúde mental e o suicídio. Mesmo, por exemplo, diante de tais números alarmantes, não há qualquer agenda efetiva do governo do Reino Unido para prevenir o suicídio.

Uma petição já com mais de 161 mil assinaturas foi feita para cobrar ações efetivas por parte do governo.

 

© fotos: reprodução/fonte:via