Esta professora deixou que os alunos rabiscassem seu vestido e o resultado é pura alegria

Algumas vezes, é preciso uma dose de criatividade para manter crianças interessadas na escola. Felizmente, os alunos de Haley Curfman não podem reclamar disso!

Haley é professora de uma turma de segundo ano em Blackwell, Oklahoma, nos Estados Unidos. Embora a escola não ofereça aulas de artes, ela sempre encontra um jeito de explorar ao máximo as habilidades artísticas dos estudantes.

Através do Facebook, a professora compartilhou uma de suas atividades preferidas durante as aulas: levar um vestido branco para que seus alunos desenhem o que quiserem nele. A ideia foi inspirada uma imagem vista por Haley há alguns anos no Pinterest.

Eu acho que todo professor deveria fazer isso! É um ótimo projeto e uma lembrança ainda melhor.

Segundo ela, o vestido foi comprado por cerca de US$ 20 e o projeto demorou algumas semanas para ser concluído, já que os alunos só desenhavam na peça quando tinham tempo livre. Ao Bored Panda, contou que a única regra era que os desenhos não poderiam ser riscados ou apagados.

Esse foi o segundo ano em que Haley realizou a atividade com os estudantes e as fotos compartilhadas em seu Facebook se tornaram virais, sendo compartilhadas por mais de 300 mil pessoas. A professora escreve sobre a profissão com muito humor em um blog chamado The Weary Teacher (algo como “a professora cansada”, em inglês).

Quando o vestido está pronto, Haley costuma usá-lo em uma festa na escola e, depois, deixa a peça exposta para os alunos. No final do ano, a roupa vira uma lembrança maravilhosa da turma.

Espia só mais algumas fotos dos vestidos estampados pelas crianças!

 

Fotos: The Weary Teacher /fonte:via

Vídeo: cientistas se surpreendem com primeiro vídeo do acasalamento deste peixe bizarro

O fundo do oceano esconde vários animais estranhos. Como precisam viver em um ambiente extremo, eles tiveram que se adaptar de maneiras que nos parecem bastante esquisitas. É o caso do tamboril, este peixe com a cabeça grande, olhos assustadores, dentes parecidos com presas e uma “vara de pescar” reluzente que se estende da sua barbatana dorsal. Com tanta esquisitice, é difícil imaginar estes animais se reproduzindo, mas isso obviamente acontece. Os cientistas nunca haviam realmente visto essas criaturas acasalando na natureza, mas, felizmente (ou não), esse não é mais o caso.

O vídeo inédito com o acasalamento entre dois tamboris foi feito pelo casal Kirsten e Joachim Jakobsen, que exploravam uma área perto dos Açores, em Portugal, em nome da Fundação Rebikoff-Niggeler.

No vídeo, uma fêmea pode ser vista com seus filamentos bioluminescentes e barbatanas estendidos, enquanto um pequeno macho está preso ao seu ventre. O par se uniu durante o acasalamento no que os biólogos chamam de parasitismo sexual: o macho recebe proteção e preciosos nutrientes do sistema circulatório da fêmea e, em contrapartida, a fêmea tem um suprimento constante de espermatozoides para quando ela está pronta para desovar.

Os Jakobsen estavam investigando uma parede íngreme do fundo do mar no lado sul da ilha de São Jorge quando a fêmea de tamboril e seu parceiro parasitário apareceram. Eles observaram os peixes a uma profundidade de 800 metros. O casal humano acompanhou o casal de peixes por meia hora, filmando seus movimentos através da grande janela de pouco mais de um metro de largura do submersível.

Eles enviaram o vídeo para Ted Pietsch, um pesquisador de peixes de águas profundas da Universidade de Washington, nos EUA, que confirmou a espécie dos tamboris (Caulophryne jordani) e a natureza da cena. “Eu tenho estudado esses animais durante a maior parte da minha vida e nunca vi nada parecido”, disse ele a uma reportagem da Science Magazine.

Tamboris raramente são vistos pelos especialistas em vida. Os cientistas só sabiam que este era o método de reprodução deles por causa de espécimes recuperados de fêmeas mortas com machos ainda presos a elas. A maior parte do que sabemos sobre o tamboril do fundo do mar vem de animais mortos puxados por redes. Os cientistas identificaram mais de 160 espécies, mas apenas um punhado de vídeos existe – e este é o primeiro a mostrar um par sexualmente unido. “Então você pode ver como essa descoberta é rara e importante”, diz Pietsch. “Foi realmente um choque para mim.”

Show de luzes

Outro aspecto fascinante do vídeo são os filamentos e nadadeiras da fêmea, que se estendem para fora em um perímetro ao redor do par. Essas estruturas brilhantes sentem as águas ao redor do casal para identificar predadores e presas. Quando uma possível refeição é detectada, a fêmea, que é sedentária, dispara em direção ao alvo. “Qualquer presa que toque em uma delas fará com que o peixe gire e devore aquele animal em particular”, diz Pietsch. “Eles não podem deixar passar uma refeição porque há muito pouco para comer lá”.

O show de luzes também é espetacular. Como todo tamboril do fundo do mar, a fêmea tem um apêndice bioluminescente, semelhante a uma isca em frente à cabeça, utilizada para atrair as presas. Mas no vídeo, os filamentos e os raios das barbatanas também parecem emitir luz em suas pontas e em intervalos ao longo de seu comprimento – algo que nunca foi visto antes. Pietsch suspeita que a luz é bioluminescente – ou seja, é produzida dentro do próprio animal -, mas ele observa que é difícil saber se as estruturas estão refletindo a luz do submersível ou se estão realmente brilhando.

O pequeno macho também é uma parte fundamental da descoberta. Como muitas outras espécies de tamboril, a C. jordani forma um par permanente – uma vez que um macho encontra um parceiro, ele morde e entra dela, eventualmente se fundindo com seu tecido e ganhando sustento através de sua corrente sanguínea.

Bruce Robison, ecologista de águas profundas do Monterey Bay Aquarium Research Institute, também nos EUA, diz na matéria da Science Magazine ter ficado impressionado com a flexibilidade do macho, apesar de sua sólida ligação com a fêmea, aparentemente se movendo em qualquer direção que desejasse. “Não havia como eu imaginar isso através de um espécime em um museu”.

Os tamboris são um grupo incrivelmente diverso, com uma grande variedade de estruturas e espécies, mas são difíceis de estudar porque habitam centenas a milhares de metros abaixo da superfície do oceano. Mas os especialistas dizem que, com os recentes avanços na tecnologia de exploração em águas profundas, vídeos como este são muito mais possíveis, nos dando uma ideia melhor sobre como essas criaturas misteriosas vivem.

fonte:[via] [Gizmodo, Science Magazine]

O vídeo do elefante fumante que está intrigando pesquisadores

Ao longo dos anos já se viu de tudo neste mundo, agora registros em vídeo de um elefante ‘fumante’ tem grandes condições de ser principal novidade dos últimos tempos.

O resultado de filmagens realizadas pela ONG Wildlife Conservation Society (WCS) na Índia, mostram um elefante indiano consumindo cinzas de carvão e baforando nuvens de fumaça como se fosse um fumante. Obviamente, o fato deixou pesquisadores intrigados, abrindo espaço para especulações sobre os efeitos medicinais ou se o comportamento não passa de uma brincadeira.

No vídeo, o elefante aparece bastante relaxado, enquanto usa a tromba para com o auxílio da boca, tragar e na sequência baforar as cinzas. Criando uma nuvem de fumaça que vale por uns 50 fumantes juntos. Mas, ao contrário dos tabagistas convictos, suspeita-se que o animal ingere o carvão de madeira para fins medicinais. Isso porque o carvão possui propriedades contra toxinas e os restos de madeira queimada servem como laxantes.

Se confirmado, o fato pode ser considerado raro, já que na literatura científica existe apenas um relato de consumo de carvão entre animais irracionais. Trata-se do macaco colobus-vermelho-de-Kirk, habitante de uma ilha do arquipélago de Zanzibar, conhecido por ingerir carvão para combater toxinas geradas por alimentos como a manga.   

 

Foto: Reprodução/Vinay Kumar/fonte:via

Ilustrador brasileiro transforma hits de amor em capas de livros de Stephen King

Já reparou o quanto algumas músicas românticas podem soar macabras? O ilustrador brasileiro Butcher Billy, sim!

Sempre criativo, ele decidiu transformar hits de amor em capas de livros de Stephen King. O projeto ganhou o nome de Stephen King’s Stranger Love Songs.

As imagens compostas por ele usando softwares como Adobe Illustrator e Photoshop se inspiram no visual e na tipografia de livros do autor, famoso por suas histórias de horror que originaram filmes como Louca Obsessão e O Iluminado.

Esta série imagina um universo alternativo no qual algumas das mais trágicas e desesperadas canções dos anos 70 e 80 fossem, na verdade, romances escritos por Stephen King. O conceito é olhar para o lado obscuro do amor através das lentes da cultura pop, trazendo aspectos distorcidos de suas histórias clássicas para brincar com os significados originais das canções – que podem ser completamente subvertidos ou estranhamente enfatizados, enquanto se presta homenagem ao desenho original das capas de livros.“, escreveu ele sobre o projeto no Behance.

O resultado não poderia ser mais divertido. Espia só!

Fotos © Butcher Billy /fonte:via