MPF pede proibição de exportação de animais vivos para serem abatidos

A relação do Brasil com consumo de carne está na berlinda. Com o estouro de operações como a Carne Fraca, que investiga o trato dos animais em grande frigoríficos do país, todas as atenções estão voltadas para o setor.

Recentemente quem se manifestou foi o Ministério Público Federal, que por meio do Procurador Regional da República na 3ª Região, Sérgio Monteiro, quer proibir a exportação de cargas de animais vivos para o abate.

Segundo o texto do MPF, “a exportação de animais vivos para serem abatidos no exterior viola a constituição, é um ato de crueldade e, portanto, deve ser proibida”. A movimentação do órgão federal pede ainda a revalidação de liminar que impediu a saíde de carga viva de todos os portos do Brasil, suspensa pelo mesmo TRF3.

O impedimento foi fruto de Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, realizado em janeiro em função da descoberta de 27 mil bois aglomerados no navio MV Nada, atracado no porto de Santos com destino à Turquia, lá seriam mortos e vendidos para alimentação.

Para ativistas e defensores dos direitos animais a manifestação do Ministério Público Federal vem em boa hora e dialoga diretamente com suas exigências contrárias ao que batizaram de ‘Porto da Vergonha’.

A descoberta do navio MV Nada coloca por terra o argumento dos favoráveis a exportação de cargas vivas, que dizem não haver crueldade com os animais e que o negócio é fundamental para a economia brasileira.

Para o MPF o cenário é outro e não existem até aqui evidências plausíveis de que a exportação de animais seja um aditivo para a economia. “Essa modalidade de comércio representa uma parcela ínfima do agronegócio”, completa a nota.

Agora é esperar o julgamento da ação pelo Órgão Especial do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. Sem data definida até o momento.

Foto: Reprodução/Ministério Público/Pulsar Imagens/fonte:via

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Ela achou que tinha adotado um cachorro… Meses depois, descobriu que não

Na província de Shanxi, na China, Ms Wang foi a um pet shop para comprar um filhote de spitz japonês. Ela pagou 140 libras (cerca de 680 reais) pelo mascote, mas quando o pequeno completou três meses de idade, parou de consumir ração para cachorros e sua cauda começou a mudar e ficar comprida e peluda.

O animal também causava estranheza por não latir, mas as suspeitas aumentaram somente quando Wang decidiu passear em um parque com a mascote. Outros visitantes apontavam o até então suposto cachorro e foi então que ela descobriu que se tratava de uma raposa.

“Outros cachorros ficavam com medo do meu animal de estimação, então eu andava com ele em uma coleira”, contou a mulher. Com as suspeitas, ela levou o ‘cachorro’ ao Taiyuan Zoo, onde confirmaram se tratar de uma raposa e não um cão.

“É uma raposa domesticável, por causa do tamanho. Ela tem um cheiro forte que pode ficar ainda mais forte conforme ela cresce”, explicou Mr. Sun, o responsável pelo atendimento.

Quando descobriu que o animal se trata de uma raposa-do-ártico, Wang decidiu doá-la ao zoológico onde ela poderá visitá-lo sempre que tiver saudades.

Imagens: Reprodução/fonte:via