Série fotográfica mostra como a guerra afeta a fisionomia dos combatentes

Foi trabalhando para a agência francesa de notícias AFP que a fotógrafa irlandesa Lalage Snow entrou em contato não só com a guerra no Afeganistão propriamente (a qual, durante cerca de 4 anos, Snow cobriu) como com os soldados britânicos em campo de batalha – as pessoas e faces por trás e à frente da guerra.

Assim nasceu o projeto We Are The Not Dead (Nós Somos Os Que Não Morreram, em tradução livre): do desejo de dar rosto aos soldados para que eles mostrem o que a guerra realmente é.

“Para mim, essa é a própria essência da fotografia: das voz às pessoas”, escreveu Snow. Assim, elas dividiu os ensaios em três retratos: um inicial, antes do retratado ou retratada irem para a guerra, um ao meio, durante sua presença no conflito, e um final, alguns meses após o retorno do campo de batalha.

No site de Snow é possível ver, junto com as fotos, uma fala direta do soldado em questão.

O trabalho foi concluído entre 2010 e 2011, e desde então recebeu muitos elogios mas também muitas críticas – acusando-a de fazer os soldados parecerem melhores durante a guerra, de manipular as imagens através da luz, de que o trabalho teria fundamentos de propaganda. Snow garante que sequer usou iluminação artificial, e que seu desejo era mesmo um só: revelar o lado humano e singular dos conflitos. “Eu quis ir além das estatísticas”, ela disse, “e mostrar quem são essas pessoas”.

© fotos: Lalage Snow/fonte:via

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A bizarra, perigosa e solitária vida do mergulhador de saturação

Durante 52 dias seguidos, Shannon Hovey acordou na companhia de cinco outros homens em um tubo de metal de 6 metros de comprimento e 2 metros de diâmetro, dentro de um navio no Golfo do México.

Tomou seu café da manhã que veio por uma escotilha e ouviu uma voz incorpórea dizer-lhe quando era hora de colocar sua roupa de borracha e trabalhar.

A vida no tubo era repetitiva e perigosa – qualquer violação não intencional dessa casa temporária de metal significaria uma morte rápida e agonizante.

Isso porque Hovey tem uma das profissões menos conhecidas e mais perigosas e bizarras da Terra: ele é um mergulhador de saturação.

Doença da descompressão

Por enquanto, apenas alguns poucos homens desempenham essa função no mundo todo. Os trabalhos geralmente têm a ver com construção e demolição em profundidades de até 300 metros ou mais abaixo da superfície do oceano.

Nessa profundidade, é preciso respirar ar pressurizado. Para voltar à superfície, esse gás precisa de tempo para se difundir lentamente. Caso um mergulhador disparasse diretamente para a superfície, o gás formaria bolhas, como em uma lata de refrigerante agitada. Dentro do corpo de uma pessoa, isso seria como se milhões de minúsculos explosivos começassem a detonar.

Conhecida como “doença da descompressão”, a condição é catastroficamente dolorosa e debilitante e, dependendo da profundidade, quase impossível de sobreviver. Mergulhar a 80 metros de profundidade por uma hora, por exemplo, exige uma subida de cinco horas para evitar até os menores problemas.

A fatalidade foi descoberta pela primeira vez no século 19, quando homens em tubos pressurizados usados para escavar túneis e construir pontes misteriosamente adoeceram e começaram a morrer.

Vivendo em uma câmera pressurizada

Experimentos nos anos 1930 mostraram que, depois de um certo tempo sob determinada pressão, os corpos dos mergulhadores ficam totalmente saturados com gás inerte, e eles podem permanecer nessa pressão indefinidamente, desde que tenham uma longa descompressão no final.

Em 1964, aquanautas navais ocuparam o primeiro Laboratório Marítimo – um alojamento de metal em uma profundidade de 60 metros. Eles podiam mover-se sem esforço entre a casa subaquática pressurizada e a água circundante, demonstrando o enorme potencial comercial do mergulho de saturação.

A indústria de petróleo e gás é a que mais precisa de mergulhadores comerciais como Hovey, que pode ir ao leito marinho para executar as delicadas manobras necessárias para montar, manter e desmontar poços, plataformas e oleodutos, lidando com válvulas flutuantes e apertando parafusos com macacos hidráulicos em espaços apertados que previnem explosões.

Veículos operados remotamente não têm a mesma flexibilidade ou julgamento para realizar delicadas funções. Graças a 1964, ficou claro que seria mais fácil e mais barato monitorar e apoiar mergulhadores em alojamentos pressurizados no fundo do mar.

Preparativos

Neste momento, em todo o mundo, há mergulhadores vivendo sob pressão dentro de sistemas de saturação, principalmente em navios, mas ocasionalmente em plataformas ou barcaças.

Além dos mergulhadores, outras pessoas trabalham nesses navios, fora da câmera de saturação – como gerentes submarinos, supervisores de mergulho e técnicos de suporte de vida. Eles estão lá para controlar o que os mergulhadores respiram e comem, suprir suas necessidades pessoais e até mesmo ajudar a dar descarga na privada remotamente (isso é necessário, pois dar descarga em uma câmara pressurizada pode ser uma tarefa um tanto perigosa, o que torna ir ao banheiro uma situação sempre pouco privada para os mergulhadores).

Antes de fixar residência na câmara de saturação, todo mergulhador deve passar por um exame médico incluindo, entre outras coisas, uma busca por qualquer sinal de infecção. Mesmo um resfriado simples pode ser incrivelmente perigoso – orelhas entupidas e cavidades nasais prendem o ar que os mergulhadores não conseguirão igualar ao ar pressurizado, podendo causar danos permanentes que podem terminar uma carreira.

Em seus últimos momentos antes de um trabalho, os mergulhadores costumam ligar para suas famílias, embora possam usar telefones celulares na câmara. Isso não é interessante, no entanto: uma vez que estão sob pressão, todos soam como o Pato Donald depois de sugar balões de hélio.

Problemas – graves – de comunicação

Em certas profundidades, mergulhadores respirando ar comprimido, incluindo mergulhadores recreativos, podem desenvolver o que é conhecido como narcose por nitrogênio. A condição imita a sensação de estar bêbado. Quanto mais fundo você vai, mais bêbado e incapacitado se sente. A 90 metros, você pode desmaiar.

Para evitar a narcose por nitrogênio e outras condições ligadas a toxicidade de gases, mergulhadores precisam respirar uma mistura de hélio e oxigênio. Um coquetel chamado heliox foi desenvolvido para esse fim. Os mergulhadores de saturação respiram heliox durante todo o tempo em que estão trabalhando.

Isso não complica apenas telefonemas familiares. O hélio é cerca de sete vezes mais leve que o ar e as ondas sonoras viajam muito mais rapidamente através dele. O resultado é que os mergulhadores, muitas vezes ex-militares realizando trabalhos sérios e mortais, soam como personagens de desenho animado.

Os mergulhadores e suas equipes de apoio se adaptam rapidamente à distorção vocal, mas isso ainda pode dificultar a comunicação – especialmente quando há sotaques envolvidos. Uma equipe pode conter um americano, um inglês, um sul-africano e um belga, por exemplo.

As embarcações de apoio geralmente são equipadas com uma espécie de decifrador para quando os mergulhadores precisam estar em constante comunicação com a equipe de suporte a bordo, mas o equipamento é notoriamente não confiável, e muitos supervisores preferem não usá-lo.

Outros desafios

A comunicação e o perigo iminente de morte não são os únicos desafios desse trabalho. Nos primeiros parágrafos, contamos que Hovey viveu por seis semanas em um tubo de metal de 6 metros de comprimento por 2 de diâmetro.

Sim, os mergulhadores passam suas horas acordadas ou sob centenas de metros de água no fundo do oceano, ou espremidos em uma área do tamanho de uma mesa de restaurante.

Há mais coisas extremamente incômodas envolvidas na profissão. Por exemplo, quando falamos que eles respiram ar pressurizado, pulamos a explicação da etapa em que a câmara se torna pressurizada. O processo pode levar horas e os mergulhadores precisam trabalhar constantemente para equalizar os ouvidos, bocejando, engolindo etc. Sem contar que a pressurização os deixa doloridos por horas ou até dias. “Qualquer coisa que não seja líquida ou sólida é afetada pela física do gás”, conta Hovey. “A cartilagem nas articulações é porosa e encolhe por alguns dias. Todas as suas articulações doem ou estralam com o movimento”.

Depois disso, o termostato dentro da câmara é ajustado para mantê-la sempre quente, porque as propriedades térmicas do hélio deixam os mergulhadores sentindo frio perpetuamente. Seus trajes de mergulho à prova d’água também são equipados com sistemas de circulação de água quente para evitar a hipotermia.

Quanto ao dia-a-dia, é necessário consumir até 6.000 calorias por dia (mais que o dobro da ingestão normal recomendada) para aguentar as tarefas exigentes na água. Mergulhadores ainda tomam doses de multivitaminas, com ênfase na D, para compensar a falta de luz solar. A comida em si não é afetada pela pressão, mas as papilas gustativas tendem a ficar amortecidas. Molho picante é um item popular, que precisa ser aberto com cuidado para não explodir.

E depois tem o problema de trabalhar debaixo d’água a tal profundidade, desempenhando tarefas dificílimas – que podem requerer ferramentas como serras e soldas – com visibilidade zero. Não morrer da descompressão é só um dos obstáculos fatais dessa profissão.

Acidentes

Com tantos perigos envolvidos, não é de se admirar que existam tristes registros de fatalidades na profissão.

Um dos piores acidentes de mergulho de saturação ocorreu em 1983, quando um sino de mergulho foi retirado do tubo de transferência (entre navio e água) antes de ser completamente selado. Quatro mergulhadores e um técnico de mergulho morreram instantânea e horrivelmente. Hoje, os sistemas de saturação possuem mecanismos de bloqueio para impedir que isso aconteça.

Por conta de todos os desafios, ninguém trabalha nas profundezas do oceano sem um extenso conhecimento em mergulho e diversos cursos avançados. Mesmo totalmente certificado, pode ser difícil ser contratado para um trabalho sem indicações confiáveis que garantam que você é capaz de desempenhar em condições tão extremas sem perder a cabeça.

Por mais forte que alguém seja, no entanto, Hovey supõe que, de cada 20 indivíduos que se formam em um programa de treinamento, talvez um ainda esteja fazendo esse trabalho depois de cinco anos. Alguns caem fora por causa da dificuldade ou longas semanas longe de casa, mas certamente não há boas estatísticas envolvidas: um relatório de 1998 dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA estimou que a taxa de mortalidade para mergulhadores comerciais é 40 vezes a média nacional para outras profissões. Imagina um mergulhador de saturação.

Muitos escapam da morte por um fio e se convencem de que o risco não vale a pena. Hovey recorda momentos de profundo pânico. Neles, “você tem que se acalmar, respirar algumas vezes e dizer: ‘Você é o único que pode se ajudar. Ninguém vai descer aqui e ajudá-lo’”. O mergulhador também já perdeu colegas durante trabalhos, o que não é nada fácil.

Voltando para casa

Uma vez selados na câmara de saturação, mesmo que estejam em um barco, a poucos metros da tripulação de apoio e do ar fresco, os mergulhadores ficam tão isolados que é como se estivessem na Estação Espacial Internacional.

Ainda mais longe, na verdade: leva cerca de 3,5 horas para um astronauta voltar do espaço. Os mergulhadores de saturação têm que se descomprimir por dias, no mínimo.

Em um mergulho no início de sua carreira, quando Hovey estava a uma profundidade de 200 metros, ele descobriu que sua esposa havia abortado. Levaria 11 dias de descompressão para que ele saísse da câmara. Como a família precisava de seu salário (não surpreendentemente, mergulhadores de saturação são bem pagos e podem receber até US$ 1.400 por dia, mais de R$ 5 mil), sua esposa lhe disse para ficar e terminar o trabalho.

Quando os mergulhadores finalmente saem da câmara, precisam de ajuste tanto emocional quanto físico. Solitários, pálidos e desorientados, precisam se adaptar a uma nova dieta comendo menos e se preparar para ver uma família que continuou crescendo e evoluindo longe deles.

Difícil? Muito além disso. Mas, quando o telefone tocar para o próximo trabalho, eles estarão prontos. Talvez sejam atraídos pela ideia de trabalhar nas margens da capacidade humana, enfrentando o perigo com calma e planejamento, membros de um clube muito exclusivo com pouquíssimos membros. Eles são, de muitas maneiras, como astronautas; com a diferença de que ninguém nunca ouviu falar deles. 

 fonte:via[AtlasObscura]

MPF pede proibição de exportação de animais vivos para serem abatidos

A relação do Brasil com consumo de carne está na berlinda. Com o estouro de operações como a Carne Fraca, que investiga o trato dos animais em grande frigoríficos do país, todas as atenções estão voltadas para o setor.

Recentemente quem se manifestou foi o Ministério Público Federal, que por meio do Procurador Regional da República na 3ª Região, Sérgio Monteiro, quer proibir a exportação de cargas de animais vivos para o abate.

Segundo o texto do MPF, “a exportação de animais vivos para serem abatidos no exterior viola a constituição, é um ato de crueldade e, portanto, deve ser proibida”. A movimentação do órgão federal pede ainda a revalidação de liminar que impediu a saíde de carga viva de todos os portos do Brasil, suspensa pelo mesmo TRF3.

O impedimento foi fruto de Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, realizado em janeiro em função da descoberta de 27 mil bois aglomerados no navio MV Nada, atracado no porto de Santos com destino à Turquia, lá seriam mortos e vendidos para alimentação.

Para ativistas e defensores dos direitos animais a manifestação do Ministério Público Federal vem em boa hora e dialoga diretamente com suas exigências contrárias ao que batizaram de ‘Porto da Vergonha’.

A descoberta do navio MV Nada coloca por terra o argumento dos favoráveis a exportação de cargas vivas, que dizem não haver crueldade com os animais e que o negócio é fundamental para a economia brasileira.

Para o MPF o cenário é outro e não existem até aqui evidências plausíveis de que a exportação de animais seja um aditivo para a economia. “Essa modalidade de comércio representa uma parcela ínfima do agronegócio”, completa a nota.

Agora é esperar o julgamento da ação pelo Órgão Especial do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. Sem data definida até o momento.

Foto: Reprodução/Ministério Público/Pulsar Imagens/fonte:via

Ela achou que tinha adotado um cachorro… Meses depois, descobriu que não

Na província de Shanxi, na China, Ms Wang foi a um pet shop para comprar um filhote de spitz japonês. Ela pagou 140 libras (cerca de 680 reais) pelo mascote, mas quando o pequeno completou três meses de idade, parou de consumir ração para cachorros e sua cauda começou a mudar e ficar comprida e peluda.

O animal também causava estranheza por não latir, mas as suspeitas aumentaram somente quando Wang decidiu passear em um parque com a mascote. Outros visitantes apontavam o até então suposto cachorro e foi então que ela descobriu que se tratava de uma raposa.

“Outros cachorros ficavam com medo do meu animal de estimação, então eu andava com ele em uma coleira”, contou a mulher. Com as suspeitas, ela levou o ‘cachorro’ ao Taiyuan Zoo, onde confirmaram se tratar de uma raposa e não um cão.

“É uma raposa domesticável, por causa do tamanho. Ela tem um cheiro forte que pode ficar ainda mais forte conforme ela cresce”, explicou Mr. Sun, o responsável pelo atendimento.

Quando descobriu que o animal se trata de uma raposa-do-ártico, Wang decidiu doá-la ao zoológico onde ela poderá visitá-lo sempre que tiver saudades.

Imagens: Reprodução/fonte:via

A qualidade do ar que respiramos é a pior em 800 mil anos. E milhares podem morrer

A concentração de dióxido de carbono na atmosfera terrestre superou a assustadora marca de 410 partes por milhão, a pior marca em mais de 800 mil anos. É como uma nova atmosfera em um planeta cada vez mais quente e poluído, em que a qualidade do ar que respiramos é tão ruim que a última vez que vivenciamos números parecidos a humanidade sequer existia.

E os efeitos de tais números já podem ser sentidos, em uma perspectiva catastrófica em que este passado pré-histórico pode se tornar espelho de um futuro apocalíptico. Pois, ainda que esta alta presença de dióxido de carbono no ar não atrapalhe nossa habilidade de respirar, tal fenômeno poderá ser percebido no aumento da poluição e doenças relativas, no aumento de insetos transmissores de doenças, além, é claro, da reincidência de fenômenos meteorológicos extremos – incluindo ondas de calor fatais.

No ritmo em que andamos, o índice de dióxido pode chegar a 550 ppm até o final do século, o que significará um aumento de 6 graus na temperatura média do planeta – e, com isso, o tal cenário apocalíptico, que já se aponta atualmente, com a elevação do nível do mar, degelo, furacões, terremotos e tanto mais, se tornará cada vez mais constante.

Para impedir tal processo, somente diminuir o uso principalmente de combustível fóssil já não é mais suficiente – seria preciso cortar a zero o uso de tal poluente, e ainda assim encontrar métodos para reduzir o impacto já provocado. E o motivo para buscar tal transformação não poderia ser mais claro, direto e importante: para que o futuro possa ao menos existir.

Os dados atuais sobre os níveis de dióxido de carbono na atmosfera foram recolhidos pelo observatório de Mauna Loa, no Havaí.

© fotos: divulgação/fonte:via

Fotos que comprovam que você deveria fazer uma road trip pelo Tibet até o Everest

Se a jornada até o ponto mais alto do planeta é para poucos, viajar até a base do Monte Everest não só é uma viagem possível, como também oferece uma das mais belas paisagens do planeta – perfeita para uma inesquecível road trip. São 456 km entre montanhas incríveis em estradas praticamente imaculadas por uma terra santa para o budismo, rumo a uma altitude de mais de 5 mil metros.

Partindo de Lhasa por cinco horas até Shigatse, e por mais 240 km até até New Tingri, por estradas cheias de curvas, campos e o impressionante horizonte de montanhas cobertas de neve e monastérios eventuais. Se as curvas podem ser nauseantes, a altitude pode lhe tirar o ar – da mesma forma que as incríveis paisagens naturais. Parar para descansar e dormir durante a viagem nas cidades ao caminho ajuda, no entanto, a se aclimatar.

Após alguns dias de viagem, a maior recompensa (literalmente) do planeta: ver o Monte Everest de perto, sagrado, impotente, perigoso. inesquecível e incrível.

© fotos: divulgação/fonte:via

Harry e Meghan doam flores do casamento para alegrar hospital psiquiátrico

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Desde a consumação da união entre o príncipe Harry e a atriz Meghan Markle em cerimônia realizada no Castelo de Windsor no último sábado (19), notícias sobre uma das cerimônias mais esperadas dos últimos tempos não param de pipocar.

Apontados como representantes de uma monarquia mais diversa e com pensamentos menos conservadores, Meghan e Harry receberam elogios pela atitude de doar as flores que decoraram o casamento real para um hospital de saúde mental de Londres.

O gesto foi recebido com alegria pelo St. Joseph’s Hospice, que por meio de sua página oficial do Facebook postou um texto em agradecimento aos dois.

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“Recebemos uma entrega muito especial. Lindos buquês com as flores do #royalwedding que demos aos nossos pacientes. Um super obrigado ao Harry e Meghan e à florista Philippa Craddock. Nosso hospital está cheiroso e mais bonito. Que gesto encantador”, celebrou em postagem com mais de 6 mil curtidas.

Oficialmente duquesa de Sussex, Meghan fez questão de lembrar de Diana, mãe de Harry. Além das rosas brancas e miosótis, inspiradas na princesa de Gales, o anel de noivado de Markle possui dois diamantes de Lady Di.

Foto: Divulgação/fonte:via