Fotógrafo retrata pessoas com e sem roupas para combater estereótipos sobre tatuagens

“Tatuagem é coisa de…”. Até alguns anos atrás, não era incomum ouvir essa frase, concluída com adjetivos nada elogiosos. Mas o estigma sobre pessoas que decidem decorar suas peles com as artes das tattoos é cada vez menor. E o trabalho do fotógrafo britânico Alan Powdrill reafirma que julgar alguém por sua aparência, especificamente por suas tatuagens, não faz sentido algum.

Powdrill já trabalha no projeto COVERED (“Coberto”) há mais de três anos , e agora lançou uma campanha de financiamento coletivo para produzir um livro com as fotografias.

O britânico já fotografou e entrevistou dezenas de pessoas cheias de tatuagens em várias cidades da Inglaterra. A maioria posa em frente às próprias casas, primeiro com roupas que cobrem todas as tattoos, e depois apenas com as roupas de baixo – ou mesmo completamente nuas.

Para conhecer os personagens da série, Powdrill visita feiras relacionadas à tatuagem, faz contatos através de redes sociais, recebe indicações de amigos e até aborda pessoas nas ruas.

No livro, Powdrill promete publicar mais das entrevistas, como a de Simon Carruth, de 62 anos: “Eu as amo, elas são lindas e eu sempre vou sentir a mesma coisa”. Ou de Izzy Nash, 48 anos: “Amo ser diferente e todos os dias me perguntam sobre elas ao menos uma vez, sempre com uma reação positiva. Boas tatuagens não são baratas, e tatuagens baratas não são boas”.

Fotos © Alan Powdrill/fonte:via
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Para ajudar pessoas em situação de rua, Seattle cria impostos para as gigantes Amazon e Starbucks

O Seattle City Council, equivalente à Câmara Municipal, aprovou, por unanimidade, um imposto sobre grandes empresas como a Amazon e a Starbucks para financiar a luta contra a falta de moradia.

A Câmara Municipal apoiou um plano de compromisso que cobra de grandes empresas cerca de 275 dólares por trabalhador em tempo integral a cada ano. Este imposto arrecadaria cerca de 48 milhões de dólares por ano para pagar por moradias populares e serviços para moradores de rua.

O debate sobre quem deve pagar para resolver uma crise imobiliária exacerbada pelo rápido crescimento econômico de Seattle ocorre em meio ao aumento vertiginoso dos preços da habitação e à crescente falta de moradia. A região de Seattle tem o terceiro maior número de pessoas em situação de rua nos EUA e registrou 169 mortes de desabrigados em 2017.

Imagens: Reprodução/fonte:via