Companhia de trem japonesa se desculpa por deixar estação 25 segundos antes do horário

O Japão é um dos países mais desenvolvidos do mundo e dono de uma malha ferroviária de fazer inveja. Com trens modernos e que podem chegar até 600 quilômetros por hora, o país asiático persegue incansavelmente a perfeição. Nada pode impedir a conclusão de uma viagem.

Para nós pode parecer impensável, entretanto mais uma vez a companhia responsável pelas viagens férreas no país, a West Japan Railway Company, se desculpou publicamente por um trem ter deixado a estação 25 segundos antes do previsto.

“Nós causamos transtornos aos nossos usuários e estamos trabalhando para que isso não se repita”, disse a agência em comunicado reproduzido pelo jornal Asahi.  

A previsão era que o trem partisse da estação de Notogawa às 7:12 da manhã, mas acabou saindo às 7:11:35. A saída antes da hora não prejudicou a operação, mas fez com que uma pessoa não conseguisse embarcar, suficiente para o pedido de desculpas.

Quem vive ou acompanha a cultura japonesa sabe que casos como este não são comuns, pelo contrário, a obsessão deles pela pontualidade atinge níveis extremos, mas justificáveis. Em 2005 um trem descarrilou e matou mais de 100 pessoas depois do maquinista circular acima do limite de velocidade para compensar o atraso de 90 segundos.

No Brasil a história é um pouco diferente. Em São Paulo, cidade com a maior malha férrea do país, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e o Metrô registraram mais de 100 falhas em 2017.

Segundo o G1, a Linha 1-Azul foi a recordista de problemas, com 40 situações. O Governo do Estado diz realizar manutenção preventiva e cita  ‘serviços inesperados’ como justificativa. Em abril a mesma Linha 1-Azul, que corta a Zona Sul da cidade registrou problemas que levaram ao fechamento de todas as estações.

Fotos: foto 1: Pixabay/foto 2: Fotos Públicas/Alexandre Carvalho/fonte:via

Anúncios

Contra aquecimento global, grupo quer esculpir rosto de Trump em estátua de gelo gigante

Entre tantas medidas polêmicas a decisão de Donald Trump de retirar os Estados Unidos do Acordo do Clima de Paris certamente está entre as principais. A medida anunciada em 2017 é vista por especialistas como uma catástrofe, já que o país norte-americano é responsável por 15% das emissões globais de carbono.

Para Trump o aquecimento global não é uma realidade e acordos com o realizado na capital francesa só causam prejuízos aos EUA. Como esperado a opção colocou o republicano como alvo de entidades de defesa do meio ambiente, que agora estão unindo esforços para a criação de uma escultura gigante de gelo com o rosto do presidente.

“No leste, pode ser a noite de fim de ano mais fria registrada. Talvez pudéssemos usar um pouco desse bom velho aquecimento global que o nosso país, não os outros, ia pagar biliões de dólares para combater. Agasalhem-se!”, se manifestou no Twitter.

“O maior monumento de gelo da história”, é com esta determinação que ativistas membros do Finnish querem ‘homenagear’ Trump que insiste em minimizar os efeitos do aquecimento global.

“Acreditamos que os sinais de mudança climática não possuem um monumento concreto, por isso queremos criar um projeto de arte científica”, diz o comunicado no site oficial do grupo.  

A ideia da estátua de gelo com mais de 30 metros é fruto também do desejo público de Trump de ter seu rosto esculpido no famoso Monte Rushmore, onde estão representados quatro presidentes dos EUA, George Washington, Thomas Jefferson, Theodore Roosevelt e Abraham Lincoln.

Caso o Finnish consiga arrecadar mais de R$ 1 milhão, Trump terá seu rosto garantido pelo menos no Trumpmore.