Na Califórnia, novas casas são obrigadas a ter energia solar

A Califórnia acabou de se tornar o primeiro estado da América a exigir energia solar para novas casas. Em 10 de maio de 2018, a Comissão de Energia da Califórnia aprovou, por unanimidade, novos padrões de construção que entrarão em vigor em 1º de janeiro de 2020.

A partir de então, as casas construídas no estado terão que ser equipadas com sistemas de energia solar. Chamados de os “Building Efficiency Standards” de 2019, os requisitos aumentarão os custos de construção de uma nova casa em cerca de US $ 9.500, mas economizarão US $ 19.000 em custos de energia e manutenção em 30 anos.

A comissão disse em um comunicado de imprensa que os padrões reduziriam as emissões de gases do efeito estufa, como se cerca de 115 mil carros movidos a combustíveis fósseis deixassem as ruas.

Os padrões se concentram em quatro áreas: além da energia solar residencial, essas áreas são “padrões de envelope térmico atualizados (evitando a transferência de calor do interior para o exterior e vice-versa), requisitos de ventilação residenciais e não residenciais e requisitos de iluminação não residenciais”.

Imagens: Reprodução/fonte:via

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21 fotos da Antártida clicadas em 1911 e que estavam esquecidas

Se hoje praticamente toda a superfície do planeta já está devidamente registrada, catalogada, mapeada e monitorada, há pouco tempo diversos pontos extremos da Terra permaneciam um tanto intocados, como tesouros geográficos a serem desbravados por destemidos exploradores. Uma pioneira expedição conduzida pelo geólogo australiano Sir Douglas Mawson não só visitou, em 1911, regiões então desconhecidas da Antártica, como realizou impressionantes registros fotográficos da então natureza virgem local.

A expedição trouxe transformações políticas, científicas e até econômicas para a Austrália e a região à época, e dados levantados pelos exploradores são até hoje utilizados em estudos científicos sobre a região. Hoje, no entanto, as imagens, registradas por James Francis Hurley, o fotógrafo oficial da viagem, destacam-se não só apontando a coragem dos exploradores e o tamanho do impacto que chegar diante de tal natureza deve ter provocado, mas também o quanto em tão pouco tempo a ação humana já prejudicou o ambiente antártico.

Se as roupas dos exploradores definitivamente denunciam a época do início do século 20, até os animais fotografados parecem diferentes, como em versões mais selvagens dos animais de hoje. São fotos que nos lembram a força e a diversidade da natureza, capaz de oferecer seu tão múltiplo esplendor mesmo sob as condições extremas da parte australiana do continente antártico – o mesmo esplendor que hoje queda tão ameaçado.

© fotos: James Francis Hurley/fonte:via