Estes gêmeos recém-nascidos abrem o berreiro se forem separados

Dizem que irmãos gêmeos possuem uma ligação especial. Mito ou verdade, fato é que esta tese ganhou força com o caso de dois irmãos que não param de chorar caso estejam separados.

Nascidos na Flórida, nos Estados Unidos, os bebês foram filmados pelo pai, Dane, em vídeo mostrando os gêmeos abrindo o berreiro quando um dos médicos tenta tirá-lo de perto do outro. A insatisfação para depois que a criança é acomodada ao lado do companheiro.

“Minha esposa Lisa não pode acompanhar o momento e nem sabia o que estava acontecendo. Ao ver o vídeo ela ficou bastante emocionada e agradecida por eu ter registrado aquela cena. Ainda choramos quando assistimos”, disse o pai orgulhoso ao Yahoo Lifestyle.

Atualmente com 11 semanas de vida, os garotos são cuidados pelos pais e uma enfermeira. Apesar de terem nascido prematuros ambos gozam de ótima saúde. Agora a expectativa dos pais é que estes laços se fortaleçam ao decorrer dos anos.

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Na Austrália, ‘jardins de chuva’ ajudam a reduzir poluição nas águas da cidade

Para evitar inundações e ainda combater a poluição advinda da chuva em suas baías, a cidade de Sydney, na Austrália, decidiu investir em um sistema que não só ajuda manter limpas suas águas como ainda traz vida, verde e beleza para a cidade. São os jardins de chuva, canteiros rebaixados projetados para se adequarem ao design urbano da cidade, que filtram a água da chuva e ainda enriquecem o solo com nutrientes.

Segundo dados da prefeitura de Sydney, ainda que o esgoto por lá seja tratado, as águas pluviais carregam toneladas de poluentes e lixos para os cursos de água da cidade. Óleos e fluidos de automóveis, partículas poluentes liberados pelos carros, além de lixo da rua propriamente podem chegar aos rios e aos mares se não forem devidamente filtrados – e aí que os jardins de chuva entram para auxiliar.

Instalados com grades de drenagem e vegetação especial para filtragem, os jardins, por serem rebaixados, ainda ajudam a evitar inundações em chuvas mais intensas. A cidade australiana já conta com 154 canteiros instalados, e o objetivo é reduzir 50% dos sedimentos e sólidos que chegam às hidrovias de Sydney até 2030. Assim, fazem por lá o que nunca fazemos aqui: atacar um problema urbano antes que ele se torne insolúvel – antes que os rios e águas de Sydney fiquem como são a maioria dos rios das grandes cidades brasileiras.

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