Este museu de arte imersiva e digital de Tóquio vai mudar seus conceitos de contemplação

Uma característica comum a várias obras de arte é a capacidade de transportar o espectador para além de sua realidade. Graças à tecnologia, um coletivo de artistas japonês está prestes a levar esse conceito a um novo nível.

O teamLab é conhecido por suas instalações tecnológicas e imersivas, como o restaurante em que os pratos ‘ganham vida’ e as flores que flutuam sobre os visitantes. Agora, eles vão inaugurar um espaço totalmente dedicado à arte digital imersiva.

Com abertura prevista para 21 de junho, em Odaiba, Tóquio, o Museu de Arte Digital MORI vai contar com 10 mil metros quadrados, 520 computadores e 470 projetores para exibir as experiências imersivas mais inovadoras já criadas pelo teamLab.

De acordo com o coletivo, a ideia de inaugurar o próprio espaço surgiu porque os integrantes sentem falta de um local dedicado inteiramente à arte digital, com estrutura capaz de aguentar o aparato tecnológico e o espaço para o público interagir com as obras.

A principal exibição do Museu, chamada Borlderless (“Sem Fronteiras”) não se limita a um único espaço, podendo se mover entre as salas do museu, formando relações com outras instalações e interagindo com o público.

Assim, o teamLab declara que o intuito do museu é “Romper com as fronteiras entre ‘uma obra e a outra’, ‘arte e visitantes’ e ‘si próprio e os outros’, permitindo que os visitantes se fundam à arte e se tornem parte dela”.

Fotos: Divulgação/teamLab/fonte:via

Anúncios

‘(Re)conhecendo a Amazônia Negra’, projeto fotográfico exalta negritude de pulmão verde do planeta

A floresta amazônica é uma das reservas naturais mais importantes do mundo. Com aproximadamente 5,5 milhões de quilômetros, ocupa 45% do território brasileiro. Alvo de uma série de transformações pelo chamado progresso, a Amazônia já perdeu 15% de sua exuberância para o desmatamento, que ceifa suas árvores para pasmem, a plantação de soja e gado.

Além da diversidade de fauna e flora, a região ficou conhecida por ser uma das principais habitações da população indígena do Brasil. De acordo com um senso realizado pelo IBGE em 2010, cerca de 310 mil indígenas vivem no pulmão verde do planeta. Os índios amazonenses podem ser divididos em seis troncos linguísticos: Tupi, Aruaque, Tukano, Jê, Karib e Pano.

Entretanto, qual é a contribuição dos negros na construção desse espaço? Na verdade pouco se sabe. É nesse sentido que nasce o projeto (Re)conhecendo a Amazônia Negra: povos, costumes e influências negras na floresta, que a partir de um ensaio fotográfico realizado por Marcela Bonfim retrata a influência de mulheres e homens negros e seus costumes nesta relação com a natureza e fé na região.

Visite o site oficial do (Re)conhecendo a Amazônia Negra.

Fotos: Divulgação/Marcela Bonfim/Maria Fernanda Ribeiro/fonte:via