Como um site de genealogia ajudou a solucionar um duplo assassinato ocorrido em 1987

A viagem que a jovem Tanya Van Cuylenborg, de 18 anos, faria com seu namorado, Jay Cook, de 20 anos, do Canadá até Seattle, nos EUA, deveria durar poucos dias. Quando os dois não voltaram para casa, rapidamente foram dados como desaparecidos. O corpo de Tanya foi encontrado seis dias depois, com sinais de abuso sexual e um tiro na cabeça. No dia seguinte o corpo de Cook foi também encontrado sem vida, com ferimentos e sinais de estrangulamento. Os dois crimes aconteceram em 1987, e permaneciam sem solução até poucos dias atrás, quando o assassino foi finalmente detido – e a resolução do caso se deu através de um banco de dados genealógicos de um site.

À época do crime, a polícia conseguiu levantar rastros de DNA do carro que o casal assassinado dirigia, mas não conseguiu chegar até um suspeito que se encaixasse na amostra de DNA registrada. Em abril passado, a polícia local enviou o material genético para um laboratório, que pode traçar a aparência aproximada do dono do DNA – e chegar a um retrato-falado do assassino em questão. Depois disso, os dados genéticos foram enviados para um site público que justamente conecta material genético com possíveis parentes.

Assim, através do site e do trabalho de outro genealogista, a polícia chegou até dois parentes do assassino, e assim resolveu o dilema que já durava três décadas: o dono do DNA é William Earl Talbott, um caminhoneiro de 55 anos da cidade de SeaTac, nos arredores de Seattle, estado de Washington, nos EUA.

A comprovação foi conseguida através do material de Talbott coletado de um copo utilizado e descartado – o DNA era compatível com o mesmo encontrado no carro ligado ao crime. Assim, na semana passada, após mais de 30 anos de um horrível crime e através de avanços tecnológicos e científicos, o assassino – que jamais havia sido sequer considerado suspeito – foi enfim detido.

© fotos: divulgação/fonte:via

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Estas tortinhas de coelho são os doces mais fofos que você já viu

Quando o assunto são doces com formatos bonitinhos, inspirados em animais ou personagens do cinema existem dois tipos de pessoas: as que não se importam e abocanham ou as que de tão encantadas com as formas optam por guardar a iguaria eternamente.

Se você está enquadrado no segundo grupo prepare-se para a sobremesa mais fofa da história e claro, para testar seu poder de resistência. Um estúdio de design inspirado em doces de padaria de Taiwan acaba de lançar estas tortas de limão que vão derreter seu coração.

Em formato de coelho a sobremesa é produzida com iogurte, maracujá e abusa da maciez para se tornar irresistível.  Dá até pra sentir a cobertura se derretendo, não é? E o melhor, não é de biscuit! 

Foto: Reprodução/fonte:via

Artista cria mundo utópico da mulher nos meios de transporte

Embora sejam maioria entre os usuários do transporte coletivo em São Paulo, as mulheres não são representadas no processo de planejamento urbano. Com uma abordagem lúdica, a designer e ilustradora Leticia RMS busca chamar a atenção para essa questão ao refletir sobre um sistema de transporte utópico que coloca as mulheres no centro das decisões.Através deste questionamento surge a obra Transtópico, apresentada da seguinte maneira:

A obra discorre sobre um sistema de transporte coletivo utópico, onde questões de gênero e a perspectiva das mulheres são consideradas nos processos de planejamento, garantindo assim a construção de cidades equitativas e seguras; e impedindo – pelo menos no mundo fictício – que o medo da violência e do assédio afaste as mulheres do transporte público e impeça seu direto de ir e vir.

Leticia cria cenários completamente surreais usando técnicas diversas, que vão da ilustração à animação digital. Suas obras relembram a importância do planejamento da cidade sob uma perspectiva feminina e convidam o público a imaginar como seria um mundo em que todos tivéssemos o mesmo direito de transitar livremente pelas ruas.A obra Transtópico faz parte do festival de arte digital SP_Urban Digital Festival e está sendo exibida na fachada do edifício da Fiesp até o dia 25 de maio. A mostra acontece em parceria com o movimento Maio Amarelo, iniciativa do Observatório Nacional de Segurança Viária, e visa chamar a atenção para o alto número de mortes no trânsito em todo o mundo.

Além da obra de Leticia, outros dois projetos sobre mobilidade urbana foram selecionados pela curadoria do festival. São elas: “Transite!” (Coletivo Coletores) e “Color Frequency 0.68” (Ligia Alonso). As três criações são exibidas na Galeria de Arte Digital instalada na fachada do Centro Cultural Fiesp (Avenida Paulista, 1313). No Largo do Batata também estará sendo exibida uma escultura em LED tridimensional do artista multimídia Muti Randolph como parte do festival.

Fotos 1, 2, 5-14: Leticia RMSFotos 3, 4: Everton Amaro/fonte:via

Animais de estimação estão ajudando alunos de Cambridge a passar nas provas

Para passar nas provas de uma universidade como Cambridge, na Inglaterra, é preciso dedicação intensa aos estudos, foco inquebrantável nas aulas, infinitas horas de leitura e preparação em bibliotecas e… afagos em porquinhos-da-Índia, cachorrinhos ou até mesmo em um gato de três pernas. É isso que um projeto dedicado a diminuir a tensão dos estudantes em época de prova oferece – e os resultados comprovam a eficácia desse tão fofo método, e os animais se tornaram como “funcionários” de uma das mais prestigiadas universidades do mundo.

Assim, funcionários de diversos cursos adotaram animais, para que os estudantes possam levar cachorros para passear ou mesmo tomar um chá desfrutando da felpuda companhia de Jasper, o gato malhado de Cambridge que não tem uma perna. E a ajuda é reciproca, já que os animais também demonstram ânimo e felicidade diante do carinho recebido dos alunos, que costumam morar no campus e aproveitam a oportunidade para não só relaxar como muitas vezes matar a saudade de seus próprios bichos de estimação.

Jasper, estrela na universidade

Jasper mora na biblioteca de Cambridge já há muitos anos, e é de tal forma uma estrela local que possui seu próprio evento: o “Chá com Jasper”, no qual naturalmente é o anfitrião, e que costuma receber até 100 pessoas.

E da mesma forma recebem atenção e diminuem a tensão os quatro porquinhos-da-Índia e o Cocker Spaniel chamado Jack, que tem sempre uma agenda cheia de alunos dispostos a leva-lo para uma volta pelo campus, e o mesmo acontece com o cão Toby.

Outras universidade possuem programas similares no país, e em Huddersfield há até mesmo uma “sala de filhotes”, e pesquisas comprovam que os alunos que tiveram contato com os animais apresentam um nível de cortisol (conhecido como o hormônio do stress) bastante reduzido, comprovando que o efeito sobre a tristeza, a solidão e a ansiedade são efetivos quando nos relacionamos com animais.

© fotos: divulgação/fonte:via

Ela fotografou homens com seus gatos e o resultado é pura fofura

A italiana Sabrina Boem é fotógrafa e completamente apaixonada por gatos. Sabrina começou a fotografar seus dois gatos em casa e eles eram tudo o que ela sabia sobre felinos. No entanto, um dia, enquanto caminhava em um parque, encontrou vários caminhando abandonados.

‘Voltei no dia seguinte e descobri que aqueles gatos eram atendidos por um grupo de voluntários que diariamente lhes dava comida e água fresca. Eles tinham feito abrigos para esses gatos em alguns prédios abandonados para que pudessem ter um lugar quente e seco para ir em dias frios de inverno’. Então passou a fotografá-los em várias circunstâncias, inclusive em abrigos, para incentivar a adoção.

Recentemente ela criou um novo projeto especial. “Nos últimos meses eu tive a chance de conhecer alguns homens que têm um relacionamento especial com seus gatos. Então decidi dedicar um projeto especial para eles”.

Ela batizou este trabalho simplesmente de ‘Gatos e Homens’. As fotos captam afeto, cuidado, cumplicidade e muito amor.

Veja:

Imagens: Reprodução/fonte:via

Único técnico negro na Copa, senegalês Aliou Cissé pede mais chances aos treinadores africanos

Há incontáveis jogadores negros que deixaram seus nomes marcados na história do futebol. Mas, se pararmos para pensar em quantos técnicos ou dirigentes negros atuam ou atuaram nos clubes ou seleções de elite mundo afora, dificilmente lembraremos de mais que um punhado de nomes.

Na Copa de 2018, por exemplo, só há um treinador negro comandando alguma das 32 equipes que disputam o Mundial. É Aliou Cissé, senegalês que foi capitão de sua seleção em 2002, quando Senegal fez sua primeira participação, chegando às quartas de final (um recorde entre os africanos), e agora busca façanha parecida do lado de fora do campo.

Sou o único técnico negro da Copa, é verdade. Mas esse tipo de debate me incomoda. Acho que o futebol é um esporte universal e que a cor de sua pele importa pouco”, comentou Cissé em entrevista coletiva, antes de defender a qualidade de treinadores africanos.

Vale lembrar que das cinco seleções africanas que disputam a Copa, apenas Senegal e Tunísia (treinada pelo tunisiano Nabil Maâlou) têm técnicos nascidos no continente. A Nigéria é comandada por um alemão, enquanto um argentino e um francês treinam Egito e Marrocos, respectivamente.

Temos uma nova geração (de técnicos) que está trabalhando, dando seu máximo. Não somos apenas ex-jogadores, mas também somos ótimos taticamente e temos o direito de estar entre os melhores treinadores do mundo”, afirmou.

Ao chamar a atenção para a qualidade dos treinadores africanos, ele fez questão de citar Florent Ibengé, técnico da República Democrática do Congo, que não se classificou para a Copa, mas é a atual campeã continental. “Você vê muitos jogadores africanos nos grandes clubes europeus. Agora precisamos de técnicos africanos para que nosso continente continue avançando”, disse.

Além de único treinador negro na Copa, Cissé é também o mais jovem (42 anos) e o que recebe o menor salário: de acordo com o canal de TV holandês Zoomin, seu ganho anual é de 200 mil euros, o equivalente a cerca de 870 mil reais.

Na comparação com os estrangeiros que treinam Egito, Nigéria e Marrocos, a diferença é considerável: o argentino Hector Cúper fatura 1,5 milhão de euros (R$6,5 milhão) no Egito, o francês Hervé Renard leva 780 mil euros (R$ 3,4 milhão) por ano em Marrocos e o alemão Gernot Rohr recebe 500 mil euros (R$ 2,1 milhão) na Nigéria – sempre em salário anual.

As melhores cidades do mundo para morar se você é um millennial falido

A geração millennial é reconhecida por sua sede de aventuras. No entanto, um dos maiores empecilhos para transformar os sonhos de desbravar o mundo em realidade costuma ser o orçamento reduzido de um jovem falido.

Se depender da companhia de mudanças MoveHub, essa não será mais uma desculpa. Em um estudo recente, a empresa analisou 32 cidades para descobrir quais delas eram mais apropriadas para millennials sem dinheiro no bolso.

O estudo considerou não apenas o custo de vida, mas também itens como renda média, valor de aluguel de um apartamento de um quarto, transporte público e a densidade de lugares onde é possível comer barato, além dos índices de segurança da cidade e do preço de um cappuccino. Os dados foram retirados de fontes já existentes, como o Deutsche Bank, Numbeo, Expatistan, TripAdvisor e informações das Nações Unidas.

Ao final, cada cidade ganhou uma nota de 0 a 100. Quanto mais alta a pontuação, mais ela se encaixaria no quesito “barata e interessante”. Abaixo, você confere quais destinos ficaram com as 10 primeiras posições nessa lista!

1. Edimburgo, Escócia – 82,95

2. Viena, Áustria – 78,85

3. Berlim, Alemanha – 78,25

4. Praga, República Tcheca – 77,33

5. Madrid, Espanha – 74,17

6. Helsinque, Finlândia – 73,86

7. Copenhague, Dinamarca – 71,12

8. Mumbai, Índia – 70,84

9. Melbourne, Austrália – 70

10. Varsóvia, Polônia – 69,51

Fotos: Unsplash e Pixabay /fonte:via