Uber começa a oferecer aluguel de bicicletas elétricas nos EUA

Se o Uber revolucionou o sistema de transporte no mundo todo, por outro lado o próprio uso de automóveis – poluentes, espaçosos, barulhentos, caros e engarrafados – parece cada vez mais uma solução anacrônica e velha para as grandes cidades, e é por isso que muita gente vem trocando seus carros por, por exemplo, bicicletas.

Mesmo uma bicicleta moderna, em especial os modelos elétricos, no entanto, pode ser caro – mas e se existisse um serviço que oferecesse bicicletas ao invés de carros particulares para nosso transporte eventual? Uma espécie de Uber das bikes elétricas – pois é exatamente esse o mais novo serviço que a Uber começou a oferecer.

Por enquanto o Uber Bike está disponível somente em algumas cidades dos EUA e em Berlim, mas a simplicidade e eficácia do serviço sugerem que em breve ele vai funcionar no mundo todo. O sistema oferece a possibilidade de encontrar bicicletas disponíveis em estacionamentos públicos ao seu redor e, diante da seleção de uma das bikes, um código é oferecido pelo app para que o usuário possa desbloquear e destrancar a bicicleta selecionada.

Depois, por 2 dólares por meia hora e 1 dólar por minuto adicional, é só pedalar rumo ao seu destino. Ao chegar, basta prender novamente a bicicleta em um bicicletário e pronto. Para instaurar o serviço a Uber adquiriu a empresa Jump Bikes, que justamente oferecia bicicletas que não ficavam estacionadas em estações fixas.

Apesar de ainda não estar disponível no mundo todo, já há uma lista de espera no site da Uber para quem quiser se inscrever, dando a entender que o serviço deve mesmo se expandir. Bom para sua saúde, para a saúde da cidade, para a saúde do seu tempo e do seu bolso, quem diria que cada vez mais um veículo tão antigo quanto o bicicleta seria o futuro.

© fotos: reprodução/fonte:via

Casal constrói casinha dos sonhos com menos de R$ 40 mil reaproveitando materiais

Construir uma casinha com as próprias mãos, usando material reaproveitado não apenas para economizar, mas também para dar um alívio à tão explorada natureza, parece um sonho, né? Mas este casal que vive nos Estados Unidos conseguiu!

Taylor e Steph nasceram em Wisconsin, mas já viajaram pelos EUA e outros países participando de projetos que têm como objetivo aliar criatividade e sustentabilidade na busca por um estilo de vida mais sustentável, e foi daí que eles tiraram o conhecimento necessário para construir a própria casa.

A casinha, de 52 m², custou menos de 10 mil dólares (cerca de 40 mil reais) para ser construída. Eles usaram madeira de pau-brasil para criar as paredes, contando com cercas de madeira antigas para o acabamento. Os móveis também foram reaproveitados ou criados do zero pelos dois.

Além disso, o casal fez uma busca por materiais descartados que poderiam ser reaproveitados, como pneus, garrafas de video e latas de alumínio. Todas as portas e janelas foram recuperadas ou encontradas de graça através da internet. O piso foi feito com uma mistura de areia, argila, palha e água, com acabamento de óleo de cânhamo para deixar mais bonito.

A casa fica na cordilheira Santa Cruz, na Califórnia, local escolhido para garantir que eles vivessem com temperaturas confortáveis o ano todo, sem ar condicionado ou aquecedores. Por isso, três das quatro paredes, as que não ficam viradas para uma montanha, foram enterradas sob o solo, seguindo os ensinamentos de Mike Reynolds, da Earthship Biotecture.

De acordo com o casal, a maior parte do trabalho foi concluída em um ano, praticamente apenas pelas mãos deles. Taylor está fazendo um mestrado em arquitetura no momento, e lançou o projeto Nomadic Roots Design para contrar mais sobre a história do casal.

Fotos via Nomadic Roots Design/fonte:via

O acampamento de sobrevivência zumbi que prepara pessoas para o apocalipse

O apocalipse zumbi não tem chamado tanta atenção como há alguns anos, o que pode ser terrivelmente prejudicial em caso de um surto de mortos-vivos vagando pelo planeta. Como os humanos saudáveis farão para se defender? Haverá preparo suficiente?

Pelo menos no Canadá, há gente preocupada com isso. Desde 2013, um grupo de amigos realiza um acampamento temático para ensinar técnicas de sobrevivência aos interessados. São diversas técnicas ensinadas ao longo de um fim de semana.

Manejo de arco e flecha, táticas de posicionamento, uso de armas como lanças e espadas e combate mano a mano estão na lista, assim como o ensino de primeiros socorros, de técnicas para acender fogueiras, criar abrigos, fazer nós e encontrar alimento na floresta.

No domingo, os participantes passam por uma simulação de apocalipse zumbi em que precisam pôr em prática tudo que aprenderam. Além da diversão, os organizadores garantem que o acampamento é capaz de melhorar a sintonia e o trabalho em equipe, recebendo grupos de empresas para participar.

O Zombie Survival Camp fica na província de Ontário, e os eventos são realizados com intervalo de alguns meses entre um e outro (os próximos acontecerão em agosto e outubro de 2018). O custo gira entre 125 e 300 dólares canadenses por pessoa, dependendo do tipo de acampamento, o que equivale a algo entre 360 e 870 reais.

Fotos: reprodução/Zombie Survival Camp/fonte:via

Fotos raras mostram vida do homem mais alto que já viveu na Terra

Robert Wadlow nasceu em 22 de fevereiro de 1918 e, embora ninguém tenha previsto, o bebê aparentemente normal ia crescer e se tornar o homem mais alto do mundo.

O crescimento extraordinário de Wadlow aconteceu devido a uma hipófise hiperativa – isso o levou a crescer a uma taxa impressionante logo após o nascimento. Com 5 anos tinha 1,63 m e precisava usar roupas destinadas a um jovem de 17 anos. Três anos depois, aos 8 anos, chegou a 1,87m e 90 quilos, superando a altura e peso de seu próprio pai.

Não há como negar que Wadlow era uma criança extraordinária, no entanto seus pais tentaram tornar sua vida o mais normal possível. Não foi fácil para ele participar de atividades regulares, porque eram necessárias algumas adaptações. Quando aos 13 anos de idade ele se tornou o escoteiro mais alto do mundo, usava um uniforme feito sob medida e tinha uma barraca e um saco de dormir modificados de acordo com sua altura.

O gigante quebrou o recorde de homem mais alto do mundo quando atingiu a altura de 2,53 metros aos 18 anos. No entanto, ele sofria de fraqueza e falta de sensibilidade nas pernas e pés, e precisava de suspensórios nas pernas e uma bengala para andar. Em 1940, uma órtese mal colocada no tornozelo provocou uma bolha que infeccionou e o levou a óbito em 15 de julho de 1940 aos 22 anos de idade.

Antes de sua morte, os médicos haviam medido sua altura: 2,72 metros. As últimas palavras do gigante foram “O médico diz que eu não vou chegar em casa para as celebrações”. Ele estava se referindo as bodas de ouro de sua avó paterna.

Veja algumas fotos do gigante:

Imagens: Reprodução/fonte:via

Modelo dá show de beleza e aceitação com suas sardas na Semana de Moda de NY

Assim como outros eventos do calendário, a Semana de Moda de Nova York chamou a atenção por uma prática que está tomando conta das passarelas mundo afora, a aceitação da diversidade. Talvez seja preciso remar um pouco mais para que este meio abra espaço para todas as formas de ser, contudo é fato que o universo fashion já não é apenas um local de criação de padrões de belezas.

Afinal existe algo mais bonito do que a diferença? Esta beleza se confirmou com o desfile da supermodelo Maeva Giani Marshall, que foi um dos destaques mais comentados do desfile. Portadora da hiperpigmentação, uma condição rara na pele provocada por problemas renais, a top possui sardas na região dos olhos e do nariz.

Diferente do que naturalmente aconteceria em outros tempos, isto não foi um impeditivo para que ela desfilasse a coleção outono/inverno da Zadig & Voltaire. Ao contrário, Maeva foi recebida com carinho pelos presentes ao desfile e nas redes sociais, onde já acumula mais de 21 mil seguidores.

Outro exemplo pertinente é o de Chantelle Brown-Young. A canadense de 19 anos tem vitiligo, condição que provoca a morte de células responsáveis pela pigmentação da pele. Entretanto, o que poderia ser um problema aos olhos de uma sociedade preconceituosa, se tornou uma característica única de seu trabalho.

Além de se tornar uma modelo de sucesso internacional, Winnie Harlow, como gosta de ser chamada, promove um debate importante sobre a diversidade e conscientização acerca do próprio vitiligo.

Fotos: Reprodução/Instagram/fonte:via

Transplantaram seu rosto 10 anos depois que ele tentou tirar a própria vida e falhou. Veja como ele está agora

Foi em 2006 quando um jovem de 21 anos chamado Andy Sandness chegou ao fundo do poço. Um tempo atrás ele estava bebendo demais e sofria uma depressão terrível e profunda. Dois dias antes do Natal, ele pegou um rifle, colocou-o sob o queixo e puxou o gatilho…

Instantaneamente, ele sabia que tinha cometido um erro terrível. Quando a polícia chegou, um oficial que também era seu amigo pegou-o nos braços enquanto Andy lhe implorava: “Por favor, não me deixe morrer! Eu não quero morrer!

Transplantaram seu rosto 10 anos depois que ele tentou tirar a própria vida e falhou. Veja como ele está agora
AP

Ele foi transferido para a Mayo Clinic. Quando ele acordou, sua mãe, que sempre foi uma mulher muito forte, pegou a mão dele e em seus olhos só se via a tristeza. Andy não podia falar, então escreveu em um caderno: “Sinto muito”. Ela simplesmente respondeu: “Eu te amo, está tudo bem…”

O Dr. Mardini, cirurgião plástico especializado em reconstrução facial, estava de férias na época. Quando ele voltou ao trabalho, Andy foi designado como paciente. Assim que o viu, ele fez uma promessa: “Farei o meu melhor para consertar seu rosto; Eu só preciso que você seja forte e paciente”.

Transplantaram seu rosto 10 anos depois que ele tentou tirar a própria vida e falhou. Veja como ele está agora
AP

Eles fizeram oito cirurgias em quatro meses e meio, e embora tenham ido longe demais, não conseguiram fazer o rosto de Andy parecer normal – o estrago era grande demais: ele havia perdido o nariz, o queixo, as maçãs do rosto e todos os dentes.

Andy voltou para casa em Newcastle e foi trabalhar em um abrigo, nos campos de petróleo e como aprendiz de eletricista. Embora seus amigos e familiares o tenham acolhido, sua qualidade de vida não era a mesma. Ele teve que aprender a se adaptar. Sua boca era pequena demais para uma colher – então ele se resignou a comer a comida em pedaços pequenos e depois chupá-la até que pudesse engoli-la. Ele usava uma prótese de nariz, de modo que não podiam ver o buraco que havia permanecido, mas esta caia constantemente.

Tudo isso fez com que sua vida social fosse reduzida a zero. As pessoas olhavam para ele na rua, murmuravam, as crianças choravam quando o viam e, algumas vezes, sofria de assédio por causa de sua aparência.

Transplantaram seu rosto 10 anos depois que ele tentou tirar a própria vida e falhou. Veja como ele está agora
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Mas, na primavera de 2012, ele recebeu uma ligação que mudou sua vida:

O Dr. Mardini disse a ele que a Mayo Clinic iria lançar um programa de transplante de face e que ele poderia ser o paciente ideal. O médico já tinha viajado para a França, Boston e Cleveland para se reunir com colegas que haviam feito transplantes, para aprender a realizar a cirurgia. Andy ficou extremamente feliz, mas o médico acalmou um pouco seu entusiasmo: “Pense muito bem, apenas cerca de duas dúzias de transplantes foram feitas em todo o mundo, é preciso entender os riscos e as consequências”. Mas Andy mal conseguia se conter: “Quanto tempo até que eu possa fazer isso?”, ele perguntou.

Transplantaram seu rosto 10 anos depois que ele tentou tirar a própria vida e falhou. Veja como ele está agora
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Quatro anos depois, em janeiro de 2016, o nome de Andy foi adicionado à lista de espera de transplante de órgãos. O médico estimou que levaria até cinco anos para encontrar o doador certo: um homem com o tipo de sangue e tecido correspondente, aproximadamente do mesmo tamanho que Andy, dentro de uma faixa etária de 10 anos e um tom de pele próximo.

Mas, apenas cinco meses depois, Mardini recebeu um telefonema: poderia haver um doador. Ele ligou para Andy, avisando que era apenas uma possibilidade. No dia seguinte, Mardini recebeu a última palavra: a família do doador havia dado sua aprovação.

Transplantaram seu rosto 10 anos depois que ele tentou tirar a própria vida e falhou. Veja como ele está agora
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O doador era Calen “Rudy” Ross, um jovem de 21 anos que, como Andy, teve uma tentativa de suicídio… infelizmente bem-sucedida. Mas sua tragédia mudaria a vida de outra pessoa. Sua esposa, Lilly, de 19 anos, diz que, quando propuseram fazer o transplante, no começo ela teve medo de um dia andar pela rua e encontrar o rosto do falecido marido; mas ela estava grávida de oito meses e que um dia ela gostaria de poder contar ao filho a história de seu pai e como ele salvou a vida de outra pessoa. Então, ela concordou.

Dr. Mardini diz: “Ficamos com calafrios quando vimos o quão próximos eles eram na questão da cor do cabelo, da pele… da aparência geral. E quase tiveram o mesmo destino.”

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Transplantaram seu rosto 10 anos depois que ele tentou tirar a própria vida e falhou. Veja como ele está agora
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Na sala de cirurgia, cerca de 60 cirurgiões, enfermeiros, anestesiologistas e outros prepararam-se para o que seria uma maratona de 56 horas. A cirurgia que começou pouco antes da meia-noite de sexta-feira terminou na segunda-feira de manhã.

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Uma das partes mais complexas da cirurgia foi identificar os ramos do nervo facial em ambos os homens e estimulá-los com uma corrente elétrica para determinar sua função. Isso permitiu que os médicos fizessem as transferências corretas, então quando Andy pensa em sorrir ou fechar os olhos, por exemplo, esses movimentos realmente acontecem.

Transplantaram seu rosto 10 anos depois que ele tentou tirar a própria vida e falhou. Veja como ele está agora
AP
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Andy, que foi sedado por vários dias, não pôde ver o resultado imediatamente. O espelho do seu quarto e o celular foram removidos. Seu pai, Reed, disse a ele: “Andy, eu nunca menti para você. Você ficará feliz quando ver”.

Transplantaram seu rosto 10 anos depois que ele tentou tirar a própria vida e falhou. Veja como ele está agora
AP
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Quando finalmente ele viu, escreveu em uma folha de papel “é muito mais do que eu imaginava” e entregou ao Dr. Mardini, que leu em voz alta para o resto da equipe, com a voz quebrada de emoção. Ele disse: “Você não sabe o que isso significa para nós.”

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Lilly recebeu fotos de Sandness antes e depois do transplante: “Estou animada que ele está recuperando sua vida.” Ela e Sandness esperam se encontrar um dia. Por enquanto, Andy acaba de escrever uma carta de agradecimento, na qual ele se referiu às coisas favoritas de seu doador: “Ele ainda vai adorar caçar, pescar e cachorros”.

Transplantaram seu rosto 10 anos depois que ele tentou tirar a própria vida e falhou. Veja como ele está agora
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Hoje, Andy tem 32 anos e diz que não pode estar mais feliz. Ele recuperou sua vida, não se sente mais estranho e apenas planeja voltar ao trabalho e conhecer uma boa menina para se casar e formar uma família.

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Nesta cidade inglesa a busca por dinossauros é atração turística

A cidadezinha inglesa de Lyme Regis, com menos de 5 mil moradores, não deve estar no topo de sua lista de lugares para visitar, mas mesmo assim o turismo está entre as principais fontes de renda dos moradores locais por um motivo bem específico: milhares de pessoas viajam para lá em busca de fósseis.

Localizada no litoral sudoeste da Inglaterra, Lyme Regis fica numa região conhecida como Heritage Coast (“Costa da Herança”), ou Costa Jurássica, graças às enormes formações rochosas com origens nos períodos Triássico, Jurássico e Cretáceo.

Trata-se de um tesouro geológico com mais de 185 milhões de anos, cujo símbolo em Lyme Regis são as falésias de argilito e arenito conhecidas como Blue Lias. Conforme a lenta e constante erosão derruba pedaços das falésias, pedaços de rochas caem na praia, carregando consigo fósseis de diferentes tamanhos.

Assim, a praia é conhecida não por turistas vestindo roupas de banho, mergulhando ou tomando sol, mas por viajantes que caminham pela areia procurando minuciosamente por fósseis de pequenos animais extintos milhares ou milhões de anos atrás, ou, com alguma sorte, uma parte de enormes dinossauros.

Os especialistas explicam que as rochas marinhas, como as do Blue Lias, que acredita-se ter estado submerso no passado, são propícias para a conservação de fósseis, já que os restos mortais ficam cobertos por lama e sem oxigênio, que oxida e decompõe o material orgânico.

Na cidade, há várias pessoas que coordenam expedições em busca por fósseis, incluindo o Lyme Regis Museum, que também exibe alguns dos achados mais importantes feitos por ali (embora os de maior destaque tenham sido levados para o Museu de História Natural, em Londres). Além das expedições, fósseis grandes ou raros são vendidos em diferentes lojas.

Por ali viveu Mary Anning (1799-1847), uma paleontóloga sem educação formal que encontrou os primeiros fósseis de ictiossauro e plesiossauro de que se tem notícia – dois répteis marinhos gigantescos que viveram no período Jurássico -, além de um exemplar de rhomaleosaurus.

Hoje, localizar partes de dinossauros já não é tão fácil. Mais provável encontrar amonites, moluscos que acredita-se terem sido extintos junto dos dinossauros, belemnites, animais parecidos com lulas, ou crinoides, animais marinhos que parecem plantas e ainda existem na natureza, sob o oceano. Ainda assim, milhares de turistas visitam Lyme Regis para ter pedaços da história da vida na Terra em suas mãos.

Fotos: Reprodução/fonte:via