Artista faz maquetes hiperrealistas que recriam memórias da infância

Maior não significa necessariamente melhor, e o artista malaio Eddie Putera, de 51 anos, prova isso com seus deslumbrantes miniaturas de dioramas. São como maquetes, só que muito realistas, imitando cenas da vida real. Eddie combina seus talentos de modelagem em miniatura e fotografia para criar cenas tão detalhadas que é difícil acreditar que sejam todas mini versões de objetos feitas à mão, e não fotos da vida real. Alguns demoram apenas uma semana para serem concluídos e Eddie diz que às vezes consegue completar 5 ou 6 das obras em um mês.

O artista sempre tem uma história para contar e criar miniaturas foi a maneira perfeita que encontrou de visualizar esses contos. Ele construiu seu primeiro diorama cerca de 3 anos atrás, depois de perceber que os sujeitos de suas obras precisam de um ambiente físico para explorar completamente sua história e contexto. Algumas de suas miniaturas são recriadas completamente da memória, como uma forma de homenagear e reviver momentos de seu passado. É especialmente difícil, pois algumas das cenas não existem mais no mundo real, por isso ele precisa pedir a opinião de sua família ou fazer o melhor possível para se lembrar dos detalhes.

A capacidade de recriar várias texturas e objetos tornam seus dioramas extremamente realistas, por isso não é de admirar que seu trabalho meticuloso tenha atraído a atenção das pessoas. O artista não apenas vende trabalhos pensados por ele, mas também recebe pedidos. Em uma ocasião, um cliente pediu a Putera para recriar a aldeia de seu avô e seu antigo carro da Volkswagen. “O cliente deu a obra como presente de aniversário e seu avô derramou lágrimas olhando para o diorama”, disse Putera.

As miniaturas são realmente impressionantes, então selecionamos alguns dos seus melhores dioramas para que conheçam este trabalho incrível. Role para baixo e veja:

Confira o vídeo:

  fonte:via

Obra de Niemeyer em Milão completa 40 anos e fotógrafa brasileira registra sua imponência

Os edifícios de Oscar Niemeyer no Brasil são icônicos, e lá fora não é diferente. Nos idos de 1968, Georgio Mondadori, presidente da editora italiana Mondadori, uma das líderes de mercado no país europeu, encomendou a Niemeyer o projeto de arquitetura da sede da empresa que seria inaugurada. A ideia é que o prédio fosse inspirado no Palácio Itamaraty, ou Palácio dos Arcos, a sede do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, em Brasília.

Niemeyer aceitou o desafio e projetou este que seria um de seus projetos favoritos na Europa. Além desta, o artista assina a Sede do Partido Comunista Francês, a Bolsa de Trabalho de Bobigny, o Centro Cultural Le Havre e a Sede do Jornal l’Humanité, todos na França; a casa Oscar Niemeyer, na Alemanha, o Museu de Arte Contemporânea de Ponta Delgada, a Fundação Luso-Brasileira e o Pestana Casino Park, em Portugal; entre muitos outros.

Voltando ao edifício icônico em Milão, que celebra 40 anos de sua construção, a fotógrafa e artista visual Karina Castro foi convidada por Mondadori para registrar sua beleza e grandiosidade. As imagens aproveitam os formatos geométricos, sombras e reflexos da obra para reproduzir fielmente sua imponência.

Confia as série:

Fotos: Karina Castro/fonte:via