Fotógrafo clica pessoas camufladas por seus suéteres e o resultado não podia ser mais incrível

O fotógrafo inglês Joseph Ford afirma que gosta de ser movido pela dificuldade para criar suas obras, e a série Knitted Camouflage (“Camuflagem Tricotada”) não o deixa mentir.

Há algum tempo, ele se interessou pela ideia de fotografar pessoas camufladas em meio às paisagens urbanas de Londres, onde vive. Para isso, contou com a ajuda da amiga e costureira Nina Dodd, que tricotou as peças cuidadosamente pensadas por Ford para que se encaixassem nos cenários que ele escolheu ao circular pela capital inglesa.

Cada uma das fotografias levou cerca de 10 horas para ser finalizada, pois exigiu perfeição no posicionamento dos modelos e do fotógrafo, assim como da luz, para que o resultado os integrasse plenamente ao cenário. Aliás, todos os fotografados foram recrutados por Ford nas ruas de Londres.

Além da dificuldade para fotografar, o artista conta que foi complicado encontrar os tons ideais dos fios usados por Nina, e que os dois até se esforçaram para que as texturas dos tecidos fossem parecidas com as dos cenários das fotos. O esforço valeu a pena, e o resultado é sensacional.

Fotos via Joseph Ford /fonte:via

Estilo, elegância e realismo são a marca registrada das tatuagens de Oscar Åkermo

15 anos de idade e uma ideia na cabeça: ser tatuador. Foi assim que o sueco Oscar Åkermo começou sua jornada, criando as próprias máquinas usando motores e cordas de guitarra. Aos 16, comprou as primeiras máquinas profissionais e pôde dar um salto de qualidade.

Hoje, Oscar tem 23 anos e vive em Nova York, tatuando no reconhecido estúdio Bang Bang. Seu primeiro trabalho foi como aprendiz, aos 17 anos, e ele conta que muitos clientes mais velhos não o levavam a sério. Hoje, há quem o coloque entre os melhores tatuadores do mundo.

Ele diz que, no começo, fazia praticamente apenas tattoos old-school ou tradicionais, o que começou a ficar tedioso. Foi aí que ele passou a se dedicar ao realismo, desenvolvendo seu traço com muito estilo.

Apesar de dizer que ainda gosta de experimentar bastante para tentar encontrar o próprio estilo, Oscar acha que é possível descrever seu trabalho como “uma melancólica mistura de meus tatuadores favoritos, desde que seja sombrio, macabro, psicodélico ou apenas bonito”.

Ele experimentou várias formas de arte antes de se encontrar na tatuagem: tocou guitarra, fez esculturas, costurou, atuou e ainda gostava muito de fotografar, o que ele ainda faz, como hobby, ainda que as tatuagens demandem cada vez mais tempo.

“Muita coisa me inspira! Música, mitologia, cultismo, arquitetura e arte vitoriana, filmes de terror e ficção científica, além de artistas como Rembrandt, Da Vinci, Michelangelo e Salvador Dalí”, revela o tatuador.

Fotos via  Oscar Åkermo /fonte:via