Conheça as opções de peixes e carnes mais prejudiciais ao meio ambiente

Sim, você já ouviu mil vezes falar sobre os malefícios das carnes para o meio ambiente e que todo mundo deveria ser vegetariano. Mas a verdade é que, embora o número de pessoas que não comem animais esteja aumentando, pouca gente está disposta a fazer essa mudança.

Para auxiliar essas pessoas a fazer escolhas mais conscientes na hora de comer, um estudo da Universidade de Washington analisou diversos tipos de peixes e carnes para definir quais causavam os piores danos ao planeta.

A pesquisa analisou quatro métricas para chegar a uma conclusão sobre quais seriam os tipos de proteínas animais “mais sustentáveis”: emissões de gases do efeito estufa, uso de energia, liberação de nutrientes, e potencial de emitir substâncias que causam chuva ácida. Com esses dados, foram analisados frutos do mar cultivados, peixes selvagens e a carne de gado.

De acordo com os resultados encontrados pelos cientistas, o bagre de criação e a carne bovina são os tipos de proteína que mais causam danos ao meio ambiente. Em contrapartida, os mais sustentáveis são os moluscos cultivados, como vieiras, ostras ou mexilhões, e pequenos peixes capturados na natureza, como a sardinha. Além disso, o bacalhau e a pescada selvagens tiveram um impacto razoavelmente baixo, assim como o salmão criado em viveiro.

Outra descoberta surpreendente foi o fato de que a produção de gado exigia menos energia do que a aquacultura da maioria dos frutos do mar. Mesmo assim, a carne bovina foi responsável pela geração de cerca de 20 vezes mais gases do efeito estufa do que a galinha, o salmão e moluscos criados em viveiro.

Os pesquisadores sugerem ainda que uma dieta com frutos do mar criados em aquacultura e peixes selecionados capturados na natureza tenha um impacto ambiental até menor do que a adesão a dietas veganas ou vegetarianas. A informação, no entanto, pode ser vista com desconfiança, visto que o estudo foi parcialmente financiado pela Seafood Industry Research Fund, segundo informa o site da universidade.

Fotos: Unsplash /fonte:via

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Aos 7 anos ela se tornou a mulher mais jovem a escalar o Kilimanjaro por um excelente motivo

Onde alguns veem um obstáculo, a pequena Montannah Kenney, de 7 anos, viu um desafio.

Durante suas férias escolares, a menina pediu para escalar o monte Kilimanjaro – e se tornou a mulher mais jovem a conquistar este feito, segundo o USA Today.

Montannah treinou de quatro a oito horas durante os finais de semana para conseguir subir os mais de 5 mil metros da montanha. Durante a semana, ela escalava distâncias menores como parte do treinamento. A menina também praticou basquete, corridas e nado para se preparar para a viagem. Tudo foi supervisionado por sua mãe, Hollie Kenney, uma triatleta profissional.

Embora tenha topado o desafio proposto pela menina, a mãe precisou solicitar uma permissão especial para a escalada, pois a idade mínima legal para subir o Kilimanjaro é de 10 anos, segundo informa o Bored Panda. A viagem foi acompanhada por uma equipe de 25 pessoas.

Mas de onde surgiu a ideia? Montannah quis realizar a escalada para ficar mais próxima de seu pai, falecido quando ela tinha apenas três anos.

O pai, cujo nome não foi divulgado, sofria de estresse pós-traumático e precisava realizar uma terapia conhecida como EMDR. Dessa forma, a família aproveitou o feito para criar uma campanha de arrecadação de fundos para aqueles que necessitam este tipo de tratamento. Em três meses, mais de US$ 5 mil já foram arrecadados – e qualquer pessoa pode contribuir através deste link.

Fotos: Hollie Kenney /fonte:via