Burger King aproveita calor de 50 graus do Kuwait para grelhar seus hambúrgueres

Sabe aquela história de estar tão quente que daria até para fritar um ovo no asfalto? Acredite se quiser, mas o pessoal do Burger King fez algo bem parecido, aproveitando a presença em um país que parece estar mais próximo do Sol que o resto da Terra…

Claro que não foi no asfalto, e no lugar do ovo, eram hambúrgueres. A ação foi criada no Kuwait, um dos países mais quentes do planeta, onde as temperaturas podem chegar a 54° Celsius, colocar fogo em plantas e até derreter o asfalto.

Eles criaram uma estrutura capaz de convergir os raios solares, e, quando a temperatura passa dos 50°C, é capaz de esquentar a grelha a 280°C, o suficiente para preparar a carne dos Whoppers.

Os chamados Sun Flame-Grilled Whoppers (“Whoppers Grelhados em Chama Solar”) estão sendo servidos de verdade em algumas unidades do Burger King no Kuwait. A novidade, é claro, tem tempo limitado: até o verão acabar e as temperaturas baixarem.

Fotos: reprodução/fonte:via

Eles adotaram um gato de 14 kg e registram a luta dele com a balança

Mike Wilson e Megan Hanneman são um casal norte-americano dono de uma empresa de mobília de parede para gatos brincarem dentro de casa. Seus dois gatos costumavam testar os equipamentos desenvolvidos pelo casal, e o sucesso do trabalho os fez concluir que era hora de adotar um terceiro animal. Quando foram até o abrigo, o acaso os surpreendeu, e Mike e Megan rapidamente entenderam que teriam uma nova amorosa tarefa pela frente, ao se apaixonarem pelo gato Bronson, um “gigante gentil”, como se refeririam no post original, que aos três anos de idade pesa 14 quilos.

Inicialmente a ideia do casal era levar Bronson para casa, a fim de ajuda-lo a perder o peso extra e cuidar de sua saúde. A doçura e o carinho do gato, no entanto, fizeram com que Bronson se tornasse um querido membro da família em questão de instantes, e levaram Mike e Megan a realmente criarem um plano para que o gato mudasse sua dieta e começasse seus exercícios.

Como gatos não podem perder peso muito rápido, ou acabam por desenvolver uma doença no fígado, o trabalho precisa ser realizado lentamente, com paciência e perseverança.

Por enquanto Bronson ainda não pode testar as divertidas mobílias de parede que o casal desenvolve, mas ele já está em uma calculada dieta de 375 calorias por dia, com uma série de exercícios em sua rotina.

Brinquedos, subir e descer escadas, e caminhar atrás dos potes de comida e água – que seus donos mudam de lugar constantemente para que ele tenha que se exercitar – são a malhação do gato, que já perdeu quase 1 quilo.

Como não poderia deixar de ser, o charme e a desenvoltura de Bronson fizeram dele um sucesso em seu perfil no instagram, com mais de 25 mil seguidores acompanhando esse blogueiro felino fitness em seu caminho rumo a uma vida saudável.

© fotos: instagram/divulgação/fonte:via

Hípica de Brasília cria polêmica ao colocar crianças para rabiscar cavalo

A Sociedade Hípica de Brasília, os defensores dos animais e representantes da Escola de Equitação da Hípica estão em um imbróglio envolvendo maus-tratos aos animais e novos métodos de ensino. Tudo se inicia a partir da denúncia da advogada e ativista Ana Paula Vasconcelos contra a adoção de um exercício de ‘rabiscar’ um dos cavalos do local.

“Eles tiveram a brilhante ideia de colocar o cavalo como tela de pintura, dizendo que seria atividade pedagógica. Disseram que era um cavalo resgatado, mas isso não justifica. A crueldade é a mesma”, declarou Ana Paula ao G1.

Em sua defesa a hípica argumenta que a atividade, considerada pedagógica, não agride o animal. Segundo a instituição de ensino esta é uma prática adotada em diversos países do mundo e utiliza tinta atóxica, que sai com água.

A Escola de Equitação da Hípica ressalta que o ato de pintar um cavalo com tinta faz parte das atividades de equoterapia da colônia de férias e incentiva a interação da criança com o animal. O objetivo é trabalhar com jovens que tenham necessidades especiais.

Por outro lado ONGs enxergam o exercício como maus-tratos e resolveram acionar fiscais do Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), que estivera na escola e não constataram os abusos.

Até o momento a Hípica foi notificada pelo Ibama, mas não autuada. O Ibama pediu a apresentação de um plano pedagógico para decidir se autua ou não. A instituição se pronunciou dizendo que vai apresentar um laudo veterinário para atestar as boas condições dos cavalos.

Foto: Reprodução/Ana Paula Vasconcelos/fonte:via

Projeto oferece coleta de lixo orgânico por assinatura e devolve adubo ou hortaliças

Manejar todo o lixo que é produzido é um dos grandes desafios da nossa sociedade. Ainda que a reciclagem não atinja níveis tão bons no Brasil, é um caminho a seguir. Mas e o que fazer com os resíduos orgânicos?

Montanhas de detritos se acumulam por lixões e aterros sanitários Brasil afora. Em Brasília, o Projeto Compostar tenta achar uma solução diferente, mostrando que resíduo orgânico não é lixo, e pode ser útil se for destinado corretamente.

Para isso, o projeto converte os resíduos em adubo através da compostagem, um conjunto de técnicas que estimulam a decomposição do material orgânico, criando fertilizantes ricos em nutrientes.

O Compostar oferece planos doméstico e empresarial. No primeiro, o assinante paga uma taxa mensal de R$65 através da Benfeitoria (contribuição que pode variar de acordo com as possibilidades do interessado), recebe um baldinho e uma sacolinha e instruções para separar o material que gera em casa.

A cada semana, a equipe do projeto recolhe o material e realiza a compostagem no pátio. Como recompensa, o assinante recebe, por mês, uma muda de planta ou um quilo de adubo orgânico.

Já no plano empresarial, os contratantes recebem tambores de 60 litros para fazer a separação dos resíduos e a equipe do estabelecimento é treinada sobre separação e descarte de resíduos. Frequência de coleta e recompensa variam de acordo com o perfil de cada cliente, mas o processo de compostagem no pátio do Projeto é basicamente o mesmo.

De acordo com o site do Projeto, com as 90 residências atendidas atualmente, são cerca de 80 kg de resíduos orgânicos que iriam para os lixões e aterros todos os dias, mas acabam se tornando adubo. Mais de 1200 mudas de hortaliças já foram entregues, e há potencial para muito mais.

Fotos: reprodução/fonte:via

Conheça o ‘viagra do Himalaia’, o fungo parasita mais caro que ouro

Eficaz contra a impotência,  asma e o câncer.

São essas as alegações da medicina tradicional chinesa e tibetana sobre um fungo parasita que ataca lagartas no Himalaia, as mumifica e passa a viver nos restos da lagarta morta, criando uma espécie de apêndice de poucos (mas valiosos) centímetros.

O yakasumba só é encontrado em lugares com altitudes de 3 mil a 5 mil metros, especialmente em regiões como o Nepal, o Tibete e a Índia. Seu primeiro registro de uso medicinal data do século 15.

Graças às supostas propriedades milagrosas, esse fungo ficou conhecido como “viagra do Himalaia” – e se tornou mais caro do que o ouro. Segundo a BBC, um quilo da substância pode custar US$ 100 mil, enquanto o quilo do ouro é avaliado em “apenas” US$ 40 mil.

Hoje, o yakasumba é responsável por mais da metade da renda dos habitantes da região, embora esteja se tornando cada vez mais difícil de encontrar graças às mudanças climáticas e ao excesso da colheita. Enquanto cada fungo rende cerca de US$ 3,50 a US$ 4,50 para os moradores, eles são exportados por valores bem mais altos e vendidos pelo equivalente a US$ 100 por grama em países como Estados Unidos, China e Reino Unido.

Créditos das imagens sob as fotos/fonte:via