Noiva que teve casamento invadido por cão que deitou em vestido vê história se repetir

Você deve se lembrar de uma história curiosa envolvendo o casamento entre Marília e Matheus. Não bastasse a expectativa de consumar a união, os dois tiveram que enfrentar uma forte chuva, além de uma presença inusitada em plena cerimônia.

Pois é, um cachorro resolveu aproveitar a festa e não queria sair dali por nada. As pessoas tentaram, os seguranças se desesperam, mas o bicho não arredou pé. Pelo contrário, se sentiu confortável até para deitar no véu da noiva. Fazer o que?

Bom gente, essas coisas acontecem. Aliás, não dá pra pedir que o cachorro saiba que pessoas estão se casando. Aparentemente foi este o caminho seguido pelos noivos, que surpreenderam todos ao adotarem o cãozinho em um gesto inspirador.

A vida seguiu e mais um membro da família de Marília se casou. A cerimônia de sua tia, Rosemeire Bidinotti, corria normalmente em Laranjal Paulista, cidade interior de São Paulo, quando, adivinhem, não só um, mas dois vira-latas invadiram a igreja.

Para deixar todos os convidados de boca aberta com tamanha coincidência, assim como ocorreu com a Marília, um dos cachorros deitou no véu da noiva.

“Achei muito curioso acontecer com ela também. Ele foi lá e ficou deitadinho. Muita coincidência. Depois saiu porque veio outro cachorro e começou a brigar com aquele que deitou. Chamou a atenção de todo mundo. Acho que os cachorros gostam da minha família”, disse ao G1.

Até o momento não se sabe se estes dois penetras do bem vão ganhar um lar, mas dá pra sentir que os animais gostam desta família. Claro, o mais importante foi encarar o fato com bom humor.

Fotos: foto 1: Arquivo Pessoal/Marília Pieroni/foto 2:  Arquivo Pessoal/Felipe Paludetto/fonte:via

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Casal adota 5 filhos para que os irmãos não se separem

Dentre os muitos temores que podem acometer crianças e adolescentes vivendo em orfanatos, à espera de uma família que lhes possam acolher, uma preocupação permanece muitas vezes esquecida: que, ao ser adotado, acabe separado de seus irmãos ou irmãs, especialmente quando estes também vivem no orfanato. Era o caso de Maria Vitória, Pedro Henrique, Miguel, Gabriel e Vitor, cinco irmãos que por um ano moraram no orfanato Rebecca Jenkins, em Cidade Ocidental, nos arredores do Distrito Federal. Depois de maus tratos e abandonos por parte da mãe biológica, os irmãos foram enviados ao orfanato pelo conselho tutelar – e, apesar do sonho da adoção, o medo de acabarem separados era igualmente grande.

Foi quando entraram em cena o casal Veranilda de Oliveira Guimarães e Adalberto Franco Guimarães – ele, um ferramenteiro aposentado; ela, uma gestora social que justamente já trabalhava no abrigo para onde as crianças foram enviadas. Depois que deu errado uma tentativa de que os cinco irmãos fossem morar com um tio – e das tantas vezes que, ao voltarem ao abrigo, as crianças corriam à Veranilda para lhe abraçar e pedir que não fossem separados – ela e Adalberto decidiu que essa era sua missão pessoal, e entrou com pedido de adoção dos cinco, juntos, de uma só vez.

Para que tal árdua tarefa fosse possível, algumas adaptações na vida do casal – que já possuía dois filhos biológicos adultos – foram necessárias: além de trocarem seus dois carros por um carro maior, de 8 lugares, Veranilda e Adalberto mudaram de casa, para oferecer mais conforto aos novos filhos.

Ainda falta alguns passos burocráticos para que as crianças carreguem orgulhosos o sobrenome “Guimarães”, mas tal detalhe não altera em nada a verdade que se confirmou – de que Veranilda e Adalberto são, agora, simples e novamente uma mãe e um pai.

© fotos: arquivo pessoal/divulgação/fonte:via