Egito vai inaugurar em breve a maior fazenda de energia solar do mundo

Apesar de ser um produtor de combustível fóssil, e de historicamente depender quase que totalmente de tais fontes poluentes de energia, o Egito decidiu recentemente por uma guinada radical em tal preocupante realidade. Diante da confirmação de que sua capital, Cairo, é a segunda cidade grande mais poluída do mundo, o governo egípcio começou recentemente a construção da maior fazenda de energia solar do mundo. A ideia é que o Benban Complex possa alimentar centenas de milhares de residências e locais comerciais.

Localizado a 400 quilômetros de Cairo, o projeto custará 2,8 bilhões de dólares como parte de uma medida ainda maior por parte do governo do país, de migrar pelo menos 42% do consumo de energia do Egito para fontes renováveis. As 30 usinas solares do Benban Complex serão operadas por cerca de 4 mil trabalhadores, e será capaz de gerar até 1,8 gigawatts de eletricidade.

O presidente egípcio Abdel Fattah Sisi vem trabalhando para mudar a poluente realidade do país, que consome atualmente quase 90% de sua energia de combustíveis fósseis. Para isso, o governo vem incentivando outros projetos, como fazendas de energia eólica, e se valendo da ajuda de outros países para treinar profissionais e desenvolver o ensino de energia solar e eólica em escolas técnicas. Se o glorioso passado egípcio é ainda hoje admirado em espanto pelo mundo, quem sabe em tal campo seu presente também não venha a se tornar em breve também uma realidade a se admirar.

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Obra de arte mais valiosa já vendida foi quase toda pintada por ajudante de Da Vinci, diz especialista

Salvator Mundi, é a obra mais cara da história. A peça foi arrematada em leilão realizado em Nova York por um colecionador russo por mais de 1 bilhão de reais, o dobro do valor anterior.

Contudo, surge agora a informação de que uma das criações mais célebres de Leonardo da Vinci tenha sido feita por um de seus ajudantes. Segundo o historiador Matthew Landrus, Salvator Mundi teve entre 5 e 20% de contribuição do pintor símbolo do Alto Renascimento.

Bernardino Luini trabalhou como assistente de estúdio do pintor italiano e suas obras foram vendidas por valores infinitamente menores ao longo dos séculos. Matthew Landrus, que atua como professor da universidade britânica de Oxford, embasa sua tese em uma simples comparação entre a pintura mais cara da história e outros trabalhos de Luini.

A convicção de Landrus sobre a autoria de Salvator Mundi é refutada por colegas historiadores, caso do acadêmico Martin Kemp, professor de história e artes do Trinity College e responsável pela curadoria de uma exibição sobre Da Vinci na Galeria Nacional de Londres.

A obra-prima de Leonardo da Vinci é cercada de controvérsias. Por muito tempo acreditou-se que o quadro finalizado em 1500 tivesse sido destruído. A pintura em óleo mostra Jesus Cristo como salvador do mundo e é considerada a maior redescoberta artística do século 21. Sua importância é tão grande, que no mundo das artes ganhou o apelido de Santo Graal.

O leilão da peça, última do catálogo de Leonardo da Vinci em posse de um colecionador particular, foi sacramentado pela bagatela de 450,3 milhões de dólares, cerca de 1,47 bilhão de reais.

Até então, o recorde pertencia ao quadro Mulheres de Argel, de Pablo Picasso – vendido por quase 540 milhões de reais há pouco mais de dois anos.

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Esses 10 dos destinos mais misteriosos, aterrorizantes e proibidos do planeta

Tudo que é proibido parece mais gostoso, nada atiça mais nossas curiosidades do que um bom mistério, e conhecer novos lugares é um dos maiores prazeres da vida. Essas três verdades se misturam em um bomba atômica de curiosidade diante de alguns dos lugares mais misteriosos, interessantes e proibidos do mundo. Alguns deles são simplesmente impossíveis de serem visitados, enquanto outros colocam a vida dos visitantes em risco no instante em que lá se pisa. A viagem para saciar tais desejos pode ser, afinal, realmente perigosa.

Se desejar conhecer esses locais para os curiosos de plantão é inevitável, realizar tal desejo de fato é radicalmente não recomendado. Por aqui, no entanto, a visita é permitida. Prepare sua curiosidade e coragem virtual, pois aqui estão alguns dos mais misteriosos, perigosos e proibidos locais do planeta – a viagem é por sua conta e risco.

1. Ilha Sentinela do Norte

Localizada na baia de Bengala, na Índia, essa pequena e paradisíaca ilha é habitada pelos Sentineleses, uma população nativa entre 40 e 500 indivíduos. Sem qualquer contato com o mundo dito “moderno”, os sentineleses já mataram dois pescadores que tentaram se aproximar. A aproximação à ilha é proibida pelo governo indiano, e pelo que demonstrou a população, a sentença de uma visita pode mesmo ser a morte.

2. Portal de Plutão

Segundo a mitologia greco-romana, o Portal de Plutão, local na Turquia onde se adorava esse deus da morte, era uma espécie de passagem para a outra vida, ou mais precisamente para o inferno. Acontece que a descrição mítica nesse caso era de fato literal e verdadeira, e não somente um mito: quando foi descoberto, em 1965, cientistas perceberam que a alta concentração de dióxido de carbono faz com que o local, durante a noite, seja capaz de envenenar à morte animais de pequeno porte e crianças. Durante o dia, no entanto, o sol dissipa o gás e o local se torna seguro.

3. Ilha de Poveglia

A ilha mais assombrada do mundo fica na Itália, e o mistério e pavor ao seu redor vem desde tempos realmente antigos. Durante o império romano, Poveglia foi utilizada como local para isolamento de infectados com a peste, assim como para carbonizar e enterrar os mortos pela doença. Na era medieval, quando a peste retornou, a ilha também voltou à sua função original, tornando-se casa e tumba para milhares de contaminados ou mortos. Foram tantos os incinerados e enterrados por lá que a lenda ao redor de Poveglia sugeria que metade do solo do local era composto de cinza humana. Em 1922 um hospital psiquiátrico foi fundado no local – e o clima por lá provavelmente não ajudou à saúde mental dos pacientes. Reza a lenda que ainda é possível encontrar ossos humanos pelas matas ou costas da ilha, e a visita à ilha é irrestritamente ilegal.

4. Ilha da Queimada Grande

A presença brasileira nessa lista medonha fica por conta da Ilha da Queimada Grande, única casa em todo o planeta da Jararaca-ilhoa, um tipo de cobra de veneno potente que só existe no local e que se adaptou e se multiplicou de tal forma por lá que estima-se que exista uma serpente por metro quadrado na ilha. Localizada a 35km do litoral de São Paulo, o acesso pela população geral é totalmente proibido, sendo permitido somente aos analistas ambientais do Instituto Chico Mendes. A ilha já foi escolhida como “o pior lugar do mundo para se visitar”, e é reconhecida como o maior serpentário natural do mundo.

5. Zona de exclusão de Chernobyl

Com nome oficial de Zona de Alienação da Usina Nuclear de Chernobyl, a zona ao redor do local onde aconteceu o maior desastre nuclear da história, em 1986, próximo de onde hoje fica a cidade fantasma de Pripyat, ao norte da Ucrânia. Com cerca de 2600 quilômetros quadrados ao redor de onde ficava a usina, os níveis de contaminação por radiação no local ainda são altos, e o acesso ao público é de modo geral proibido. Trata-se, afinal, de uma das áreas mais contaminadas do mundo, o que tornou o local um imenso cenário fantasma.

6. Área 51

O mais famoso local proibido e misterioso do mudo é provavelmente a Área 51, uma instalação militar localizada no estado de Nevada, nos EUA. A utilização e função do local é desconhecida e sigilosa, e a suposição oficial sugere que sirva como ponto de desenvolvimento e teste de aeronaves e sistemas de armas e defesa experimentais. O sigilo profundo com relação ao lugar fez se desenvolverem ao longo da segunda metade século XX um sem-fim de teorias da conspiração e folclore sobre a Área 51 ser, em verdade, local onde o governo guardaria e estudaria OVNIs e ETs encontrados pelo exército americano. O acesso ao local é proibido, assim como são confidenciais as informações a seu respeito.

7. Zona de Exclusão de Fukushima

Quando, em 2011, o acidente na Usina Nuclear de Fukushima aconteceu, os moradores da região tiveram de abandonar tudo com urgência, largando literalmente tudo como estava, fundando assim uma região fantasma com cerca de 30 km ao redor da usina. O acesso ao local hoje é completamente proibido, ainda que o fotógrafo Keow Wee Loong o tenha visitado e fotografado o local. Trata-se de uma perfeita cidade fantasma, e suas fotos mostram como as pessoas parecem literalmente ter saído correndo de um instante para o outro, deixando tudo como antes estava.

8. Arquivos do Vaticano

Se muita coisa ao redor do Vaticano e da Igreja Católica é rodeado de mistério e proibição, nenhum local é mais restrito do que os arquivos secretos do Vaticano. Estão lá todos os documentos e o registro de cada ato promulgado pela Santa Sé, incluindo correspondências e registros de excomunhão. Estima-se que os arquivos do Vaticano tenham 84 km de prateleiras, e cerca de 35 mil volumes em seu catálogo. O acesso é permitido a eventuais acadêmicos, para exame de documentos específicos. A maior parte dos documentos, assim como qualquer publicação, é totalmente proibida.

9. Cavernas de Lascaux

Descoberto em 1940 por quatro adolescentes, o complexo de cavernas de Lascaux, no sudoeste da França, tem, em suas paredes, alguns dos mais antigos registros de arte rupestre da história. Com cerca de 17 mil anos, os desenhos nas paredes da caverna mostram bovídeos, cavalos, cervos, cabras, felinos e outros animais. Nos anos 1950 cientistas perceberam que a intensa visitação ao local – uma média de 1200 pessoas por dia – estava alterando a circulação de ar e aumentando a intensidade da luz, deteriorando as pinturas. Com isso, desde 1963 que as visitações a um dos mais famosos sítios de arte rupestre do mundo é proibida.

10. Ilha de Surtsey

Depois de uma imensa erupção vulcânica que se sucedeu na costa sul da Islândia, começando a 130 metros abaixo da superfície do oceano, a ilha de Surtsey começou a ser formada. Cinco dias após o início da erupção, no dia 14 de novembro de 1963, a ilha enfim emergiu. A erupção, no entanto, durou até 5 de junto de 1967, fazendo com que a ilha atingisse a extensão de 2,7 quilômetros quadrados. Com a erosão marinha e o vento seu tamanho já diminuiu em mais da metade e, por se tratar de um dos locais mais jovens do mundo, a presença humana é proibida, a fim de que se possa estudar in loco o surgimento e desenvolvimento de um ecossistema. Somente alguns cientistas podem visitar o local, sem poder levar nenhuma semente nem deixar qualquer rastro, unicamente para fins de pesquisa.

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Exposições internacionais podem desaparecer do Brasil por conta da taxas aeroportuárias

Qual a relação entre o mercado da arte e a aviação? Saiba que ela pode ser mais forte do que você imagina.

Com o reajuste das tabelas de preços para o armazenamento de mercadorias estipulado pelo governo, as concessionárias dos principais aeroportos do Brasil passaram a interpretar que obras de arte devem ser sobretaxadas.

Os aeroportos de Guarulhos (São Paulo), Viracopos (Campinas) e Galeão (Rio de Janeiro) passam a cobrar uma taxa de 0,75% sobre o valor da obra de arte para o armazenamento desta. Antes da mudança, a cobrança consistia em R$ 0,15 por quilo de peça guardada, segundo noticiou a Folha de S. Paulo.

Os valores mudaram de acordo com a nova interopretação da tabela que detalha como deve ser feita a cobrança do armazenamento de bens. Antes, as obras eram taxadas como bens de cunho cívico-cultural. Agora, passam a pagar os mesmos valores que bens comerciais. Segundo depoimento de Fernanda Feitosa, da SP-Arte, à Gaúcha ZH, o aumento pode chegar a 10.000%.

A alteração gera um aumento de custos infundado, que pode inviabilizar futuras exposições e mostras de arte internacionais em solo brasileiro. Um quadro de Van Gogh, vendido por US$ 66 milhões, pagaria o equivalente a quase R$ 2.000 somente em custos de armazenamento, segundo a nova interpretação.

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Moradora de ilha grega paradisíaca dá casa e salário para quem cuidar de seus gatos

Gosta de gatos? Mas, gosta mesmo? Então prepare-se, pois uma responsável vai se ausentar de sua casa e está em busca de quem queira cuidar dos felinos.

Agora, existem dois detalhes que vão transformar sua experiências. A primeira é que, são ao menos 50 gatos, localizados em santuário na ilha paradisíaca de Syros, em frente ao Mar Egeu, na Grécia.

O emprego dos sonhos é remunerado e dá ao selecionado a chance de alimentar a paixão pelos bichanos, além de conhecer um dos lugares mais belos do planeta. Que tal? Joan Bowell disse está em busca de alguém “maduro e genuinamente apaixonado por gatos”.

É importante saber como lidar com os gatos, pois alguns deles, segundo a dona, possuem “temperamento selvagem”. Ou seja, os que têm experiência em medicina veterinária e carteira de motorista saem na frente. A carta de habilitação é importante para alguma emergência, como levar os animais ao hospital.

A experiência também conta e pessoas com mais de 45 anos são o encaixe perfeito para os anseios de Joan. Ficou interessado? As inscrições podem ser feitas pela página do Facebook do santuário God’s Little People Cat Rescue.

“Certamente você se dará bem ser uma pessoa que ama a natureza, gosta de tranquilidade e da sua própria companhia.”, finaliza.

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Vera Holtz oriental de 90 anos continua conquistando a internet com suas aventuras

Só envelhece quem quer e essa japonesa de 90 anos não está disposta a encarar o estereótipo da vovó que fica em casa fazendo tricô para os netos. Kimiko Nishimoto, mas a verdade é que essa ídola da terceira idade não para de surpreender com suas fotos divertidíssimas.

Kimiko começou a fotografar aos 72 anos e, desde então, já fez cursos de foto e aprendeu a editar as imagens usando programas gráficos. Em dezembro do ano passado, seus trabalhos foram expostos em uma galeria em Tóquio, onde o sucesso da artista só aumentou.

Agora, a idosa mais divertida da internet compartilha suas criações através do Instagram e já conta com mais de 120 mil seguidores na rede social.É ou não é a vovó mais fofa (e tecnológica) que você já viu?

Espia só alguns dos cliques criativos de Kimiko!

Fotos: Kimiko Nishimoto /fonte:via

Monsanto é condenada a pagar indenização bilionária para jardineiro com câncer terminal

A Monsanto, conhecida por ser uma das principais fabricantes de substâncias utilizadas em agrotóxicos, sofreu um revés na Justiça. A gigante norte-americana foi condenada a pagar 290 milhões de dólares, por volta de 1 bilhão de reais, a um homem vítima de um herbicida de glifosato.

Dewayne Johnon entrou com ação depois de se desenvolver um linfoma não-Hodgkin incurável, que segundo ele, se manifestou depois de utilizar produtos da empresa em terrenos de escolas na cidade de Benicia, na Califórnia.

Johnson tem 46 anos e diz ter usado os agrotóxicos Round Up e Ranger Pro na escola onde trabalhou entre 2012 e 2014. O Juíz responsável pelo caso baseou sua decisão em primeira instância em conclusões do Centro Internacional de Pesquisa do Câncer, agência membra da Organização Mundial da Saúde, que em 2015 classificou o glifosato como ‘provavelmente cancerígeno’.

Para o magistrado, a Monsanto agiu com ‘malícia’ e que o Round Up e o Ranger Pro contribuíram para a doença terminal de Johnson. A companhia norte-americana disse ter baseado seu recurso em estudos científicos que afastam os riscos de contração de câncer por meio da utilização das pesticidas.

“A decisão de hoje não muda o fato de que mais de 800 estudos e revisões científicas, além de conclusões da Agência de Proteção Ambiental dos EUA, dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA (NIH) e das autoridades reguladoras do mundo todo, respaldam o fato de que o glifosato não causa câncer e não causou o câncer do Sr. Johnson”, afirmou Scott Partridge, vice-presidente da Monsanto.

Apesar de não gozar de boa reputação, esta é a primeira vez que a Monsanto enfrenta uma condenação. Para especialistas, o fato pode abrir caminho para surgimento de novos processos. Vale lembrar que a empresa foi adquirida recentemente pela Bayer por 66 bilhões de dólares, mais de 250 bilhões de reais.

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