Garotinho põe brinquedos à venda para pagar tratamento de seu cachorro doente

O pequeno Connor Jayne, hoje com 10 anos, tem no cão Copper seu melhor amigo há quatro. O animal foi adotado pela família pelo simples prazer de ter um animal de estimação, mas logo se provou fundamental como apoio emocional a Connor, que sofre com crises de ansiedade.

Há alguns meses, Connor e sua mãe, Jennifer, perceberam que Copper estava mancando e o levaram ao veterinário. O especialista avaliou o animal e disse acreditar que com alguns dias de repouso ele se recuperaria, o que não aconteceu.

Em uma nova consulta, Copper foi diagnosticado com Síndrome de Wobbler, uma doença que afeta a região cervical e pode levar a disfunções neurológicas. A família ficou sabendo que os custos para bancar o tratamento estavam além do orçamento, mas o pequeno Connor não teve dúvidas.

Ele disse à mãe que colocaria todos os seus brinquedos à venda na garagem de casa, entre vários bonecos, livros e até um videogame. Paralelo a isso, Jennifer criou uma campanha de financiamento coletivo e começou a espalhar a história pela cidade em que vivem, a pequena Fairport, no estado de New York.

Acontece que a atitude de Connor chamou a atenção de veículos de mídia locais e de vários usuários da internet. De repente, as doações para campanha passaram a aumentar, superando e muito a meta original, de 2800 dólares. Já são mais de US$18 mil arrecadados, e a família promete doar a diferença para ONGs dedicadas à causa animal.

Jennifer aproveitou para criar uma página no Facebook para deixar os seguidores atualizados sobre a situação de saúde de Copper. Segundo ela, há dias em que o cão mal consegue se mexer, e outros em que caminha sem tantos problemas, apenas mancando de leve. Como o tratamento demora um pouco para surtir efeito e começou há poucas semanas, a expectativa da família é de observar mais sinais de melhora em breve.

Fotos: Reprodução/Jennifer Jayne/fonte:via

Chilenos criam sacola solúvel em água e vão estagiar no Vale do Silício

Uma dupla de engenheiros chilenos apresentou ao mundo mais uma alternativa para conter o uso excessivo de produtos derivados do plástico. Roberto Astete e Cristian Olivares realizaram uma série de experimentos para enfim chegarem ao saco plástico solúvel em água livre de contaminação.

A combinação foi possível por meio de uma fórmula química à base de PVA (álcool polivinílico, solúvel em água) e que toma o lugar de derivados do petróleo, diga-se, um dos  elementos mais nocivos ao meio ambiente, pois ele contribui para a alta durabilidade das sacolas.

“Nosso produto deriva de uma pedra calcária que não causa danos ao meio ambiente. É como fazer pão. Para fazer pão é preciso farinha e outros ingredientes, nossa farinha é de álcool de polivinil e outros ingredientes”, explicou Roberto Astete, diretor-geral da empresa SoluBag, que pretende comercializar os produtos a partir de outubro no Chile.

Enquanto apresentavam a novidade, a dupla demonstrou com funciona o processo de decomposição. Basta diluir a sacola em um copo com água. Para provar que a água, mesmo turva, não é tóxica, Roberto e Cristian ingeriram o líquido, que segundo eles contêm apenas carbono e não oferece riscos aos humanos.

A notícia está em consonância com a preocupação de líderes mundiais com os altos índices de produção de plástico. Apenas em 2014 foram fabricadas 311 milhões de toneladas de plástico, ou seja, se continuar neste ritmo, até 2050 vão ser produzidas mais de 1 bilhão de toneladas.

Por causa da iniciativa inovadora, Roberto e Cristian Olivares ganharam uma bolsa a partir de setembro no Vale do Silício. A dupla também levou para casa o prêmio SingularityU Chile Summit 2018, pelo potencial transformador da invenção.

Foto: Pixabay/fonte:via