Os queijos góticos nas cores roxo e preto que prometem deixar seus lanches macabros e saborosos

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Quem disse que queijo precisa ser tudo igual?

Esses lácteos nas cores roxo e preto são os primos góticos da mussarela e vão dar aquele ar macabro para qualquer lanche.

O queijo “venom” é uma versão da mussarela com carvão ativado. Preto como a noite, ele foi feito para combinar com os hambúrgueres servidos pelo restaurante Willie Brothers, de Jakarta.

Quando aquecido, o queijo derrete normalmente, deixando uma aprência pegajosa e com coloração preta. A criação pode ser pedida em conjunto com hambúrgueres, carnes ou com o arroz cremoso de alho e promete dar aquele toque gótico suave que o seu prato estava precisando.

Mas, se o queijo preto não apetece, que tal provar uma versão roxa?

A criação é da Cheese-zu-ka, uma empresa que vende cones de batatas-fritas com queijo em Bangkok – e tem sua própria versão de queijo roxo.

O queijo cremoso é colorido naturalmente com batata-doce roxa. Antes de ganhar uma camada generosa da iguaria, as batatas também são revestidas com o sabor escolhido pelo cliente: barbecue, pizza, queijo, picante e creme azedo estão entre as opções.

Servidos? 

Fotos: Reprodução/fonte:via

O dilema ambiental causado pelos hipopótamos de Pablo Escobar 25 anos após sua morte

Um post que vem sendo compartilhado no Facebook trouxe à tona uma insólita história que há 25 anos se desenrola como uma surrealista narrativa por um povoado rural do interior da Colômbia, envolvendo o falecido icônico barão do tráfico de drogas internacional Pablo Escobar e, pasmem, hipopótamos. Foi nas redondezas da cidade de Antioquia, a cerca de 320 quilômetros da capital Bogotá, que Escobar construiu a Hacienda Napoles, um imenso rancho onde o maior traficante de drogas do mundo passava suas férias – e foi nesse rancho que ele construiu para si um grande zoológico, com elefantes, girafas e, claro, hipopótamos.

Após sua morte, em 1993, Hacienda Napoles foi confiscada e, após muitas reviravoltas, os animais foram todos transferidos para locais devidos, principalmente outros zoológicos ou centros de tratamento pelo mundo. Por motivos desconhecidos, no entanto, os hipopótamos permaneceram por lá – e, com a passagem do tempo, os quatro animais originais, três machos e uma fêmea, começaram a se multiplicar. O local foi transformado em um zoológico, depois em um parque aquático, mas os hipopótamos permaneciam por lá.

Acima, a entrada do rancho; abaixo, o local abandonado, em 2004

Rapidamente as agora dezenas de hipopótamos venceram a frágil cerca que os mantinham presos, e mudaram-se para a margem do rio Magdallena, um rio raso, sem períodos de seca, sem predadores os ameaçando – um local perfeito para permanecerem e se multiplicarem ainda mais.

Os animais pelos rios colombianos

Enquanto os moradores, que jamais haviam visto um hipopótamo antes, começaram a telefonar para autoridades para relatar tais bizarras presenças, os quatro animais originais se transformaram rapidamente em mais de 50 hipopótamos, e começaram a se espalhar pela região. Acontece que, apesar de parecerem animais simpáticos, os hipopótamos são ferozes, agressivos e perigosíssimos para seres humanos. Algumas pessoas já foram atacadas, mas ainda assim a população adora os animais, e não quer de forma alguma executá-los.

Esterilizar os hipopótamos de Escobar é uma solução caríssima, devolve-los para o continente africano de onde seus ascendentes vieram é caro e perigoso, e os animais podem levar com eles doenças e parasitas perigosos para outros animais africanos, e assim o dilema permanece.

Uma solução possível é a transferência dos animais para algum parque ou zoológico, mas não se trata também de uma solução simples, nem barata. Os imensos animais permanecem como um símbolo vivo do poder que Escobar teve no passado, do invasivo e devastador efeito de tal império sobre o país, e do quanto tal sombrio passado ainda interfere na realidade colombiana de hoje. Quem irá receber os hipopótamos de Pablo Escobar permanece um dilema nacional – assim como a sombra do poderoso passado do cartel de tráficos de drogas que reinou na Colômbia por décadas.

© fotos: reprodução/fonte:via