As marcas deixadas em pessoas que foram atingidas por raios e sobreviveram

As chances de aproximadamente 1 em 300.000 de ser atingido por um raio faz tal acaso parecer virtualmente impossível, mas a verdade é que muita gente é atingida anualmente por raios – e para espanto geral, a maioria sobrevive – somente cerca de 10% das pessoas atingidas acabam por falecer. Receber, no entanto, uma descarga de até 1 bilhão de volts pode até não matar, mas os efeitos e marcas sobre o corpo podem ser intensos e assustadores.

Entre o azar absoluto e a máxima sorte, o corpo de quem é atingido por um raio costuma ficar marcado pelo que ficou conhecido como as “Figuras de Lichtenberg”, ou as imagens marcadas por descargas elétricas sobre superfícies diversas – inclusive o corpo humano – que mais parecem galhos de árvores ilustrando a trajetória da descarga. As fotos aqui dispostas mostram tais marcas sobre 18 pessoas que foram atingidas e sobreviveram.

© fotos: Bored Panda /fonte:via

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Nova Zelândia vai proibir sacos plásticos até 2019

Governantes de todo o mundo tem anunciado ações para combater o uso indiscriminado de materiais plásticos, com foco nos objetos descartáveis, em um esforço para preservar a biodiversidade, especialmente a vida marinha. Jacinda Ardern, primeira-ministra da Nova Zelândia, é o mais novo nome na lista.

Na última semana ela anunciou que lojas e mercados do país terão até o começo de 2019 para abandonar a distribuição de sacolas plásticas, sob risco de pagar até 100 mil dólares neozelandeses (cerca de R$250 mil) como multa caso não sigam a lei.

“Todo ano usamos centenas de milhões de sacolas descartáveis. Uma montanha delas, e muitas acabam poluindo nossos preciosos ambientes costeiros e marinhos, causando sérios problemas à vida marinha. E isso tudo enquanto há alternativas viáveis tanto para comerciantes quanto consumidores”, afirmou a primeira-ministra.

Associações de comerciantes já anunciaram que vão acatar a decisão e pretendem eliminar o uso dos sacos plásticos até o fim de 2018. A questão tem chamado a atenção da população neozelandesa, e uma petição com 65 mil assinaturas pedindo o banimento das sacolas motivou Aldern a tomar a decisão. “Também é o assunto sobre o qual as crianças mais me escrevem”, disse a mandatária.

De acordo com a ONU, dezenas de países já proibiram o uso de sacolas plásticas. O primeiro foi Bangladesh, em 2002, motivado pela descoberta de que os materiais atrapalhavam os sistemas de drenagem e eram decisivos para as constantes enchentes no país.

  fonte:via