Bruno, o gato obeso, está em busca de um lar pra chamar de seu

Um gato muito descolado para viver sem um lar. Não que os outros não sejam, mas as peculiaridades de Bruno o transforma em uma figura irresistível. Instalado em um abrigo em Chicago, o felino até foi adotado por uma família, mas infelizmente não se deu bem com as crianças.

Bruno é um gato russo azul e atualmente sofre com obesidade. Talvez por causa de suas habilidades sedutoras na hora de pedir comida. Esperto, o bichano consegue se equilibrar em duas patas.

O felino pesa 11 quilos, quando o normal para gatos de sua raça e idade fica entre 3 e 4 quilos. Bruno também é um gato polydactyl. Isto é, ele nasceu com mais dedos nas patas do que o normal.

Mesmo com toda essa fofurice, Bruno não é um grande fã de longos abraços. Aliás, caso você tente, ele vai fazer de tudo para espantá-lo. Inclusive fingir que está mordendo. Mas não se preocupe, ele é um gato de família e gosta de brincar com os donos.

Com a divulgação de sua história, Bruno recebeu uma enxurrada de pedidos de adoção vindos de localidades variadas, como Austrália, País de Gales e Canadá.

Foto: Reprodução/fonte:via

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Egípcios mumificavam os mortos mais de mil anos antes do que pensávamos

Os egípcios já mumificavam seus mortos muito antes do que imaginávamos. A múmia S. 293 (RCGE 16550) fica no Museu Egípcio em Turin (Itália), e passou por análise que mostrou que o ritual de embalsamamento dela aconteceu 5,6 mil anos atrás, ou seja, 1,5 mil anos antes do que pensávamos até agora.

Até 2014, acreditava-se que este corpo teria sofrido um processo natural de mumificação pelo ambiente extremamente seco do Egito.

“Nossas descobertas representam a incorporação literal do início da mumificação clássica, que mais tarde se tornaria um dos pilares centrais e icônicos da cultura egípcia antiga”, diz o arqueólogo e químico Stephen Buckley, da Universidade de York (Reino Unido).

A múmia S. 293 foi levada para Turin em 1900, comprada por Ernesto Schiaparelli sem nenhuma documentação para provar sua origem. Até agora, ninguém tinha realizado nenhuma análise detalhada deste corpo mumificado, e ele também não tinha passado por nenhum tratamento de preservação.

Neste estudo recente, vários testes foram conduzidos, como datação por radiocarbono dos vestígios de tecido enrolados na múmia, a análise química de amostras de tecido através de cromatografia de espectrometria de massa, e também dessorção térmica. O material genético das amostras também foi analisado em busca de doenças.

A análise química da múmia revelou a presença de substâncias usadas na mumificação, feitas principalmente de um óleo vegetal misturado com uma resina, extratos e gomas de plantas. Esses materiais também continham agentes antibacterianos em proporção semelhante à usada 2,5 mil anos depois, quando a mumificação era mais popular.

Os pesquisadores também conseguiram determinar melhor a data em que ele morreu, quantos anos tinha e se ele tinha alguma doença conhecida. Estima-se que o ritual de mumificação tenha acontecido ao redor de 3,6 mil anos a.C. no corpo de um homem jovem, entre 20 e 30 anos de idade. Isso situa a múmia no período Nacadano.

Este trabalho foi publicado na revista Journal of Archaelogical Science.

fonte:via[Science Alert]