A decoração desta casa feita por um aclamado artista de upcycling é puro caos e inspiração

Upcycling é o ato de reaproveitar materiais que iriam para o lixo, transformando-o em um objeto de valor igual ou maior do que o original. Um dos artistas mais conhecidos do ramo, o designer Michael Jude Russo, decidiu unir a técnica à arquitetura e criou uma casa incrível.

A residência fica em Wilton Manors, pertinho de Fort Lauderdale, na Flórida, e conta com várias entradas de luz natural – que também servem para observar o ambiente ao redor -, dois quartos e dois banheiros, mas o que a destaca mesmo são as esculturas e outras obras de arte criadas por Michael Russo que compõem a decoração.

A inspiração para o projeto veio da minha antiga crença na circularidade do bom design, onde não há ‘saídas mortas’, e na importância da integração com a natureza”, conta Russo. A casa, de cerca de 130 metros quadrados, está à venda por US$1,2 mi, equivalentes a cerca de R$4,6 mi.

Fotos: Reprodução /fonte:via

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Pó de macaco: droga que elimina a dor e faz pessoas pularem de prédios assusta britânicos

Uma nova variação de cocaína está chamando a atenção das autoridades de saúde no Reino Unido. Você pode não ter ouvido falar do pó de macaco, mas sua ascensão vem provocando uma mudança na rotina dos moradores de West Midlands, região central da Inglaterra.

De acordo com matéria publicada pela BBC, a droga sintética está fazendo as pessoas pularem na frente de carros e da janela de prédios. O fenômeno se dá, pois o novo tipo de cocaína impede a sensação de dor e seus efeitos podem se arrastar durante dias. O crescimento expressivo do composto, especialmente entre os mais jovens, é estimulado pelo fácil acesso.

Comercializada por duas libras, cerca de 10 reais, o pó de macaco é usado por muitos moradores de rua e pessoas em situação de vulnerabilidade social. Até agora não foram registradas mortes. Porém, autoridades britânicas garantem que é apenas uma questão de tempo para o surgimento dos primeiros casos fatais estimulados pela droga sintética.

Em entrevista à rede pública de televisão britânica, Jeff Moore – superintendente da polícia de Staffordshire, revelou ter atendido ao menos 950 chamados relacionados à droga em apenas três meses.

“Do ponto de vista das drogas, essa é a pior que já vimos. É a consequência não apenas de usar a droga, mas também de pessoas colocando a segurança dos outros em risco”, finalizou.

O surgimento do pó de macaco aumenta as preocupações com a possível transformação Reino Unido na ‘capital europeia da cocaína’. Uma pesquisa recente mostrou que 36.8% dos britânicos disseram poder receber cocaína em casa em até 30 minutos. Mais rápido do que uma pizza. 

Parlamentares ligados ao Partido Trabalhista dizem que a droga responde pelo crescimento de casos de homicídios em Londres. O número de assassinatos deve subir 100 vezes no outono.

Há algumas décadas atrás, a cocaína era popular entre as camadas mais ricas da sociedade. Contudo, recentemente seu acesso se tornou mais fácil e os baixos preços provocam a difusão do composto entre os menos desfavorecidos socialmente.

O Ministério do Interior ressalta que a estratégia antidrogas constrói elo entre a polícia, o sistema de saúde e a comunidade. O objetivo é unir esforços para combater o tráfico de drogas, além de proteger os menos favorecidos.

Fotos: foto 1: Pixabay/foto 2: Reprodução/fonte:via

A primeira catapulta humana do mundo é uma experiência totalmente radical

A Nova Zelândia é conhecida mundialmente graças ao gosto pelos esportes radicais, mas uma nova atração turística de Queenstown levou o negócio a um novo nível. O bungee jumping turbinado foi batizado como “Nevis Catapult” e, ainda que algumas pessoas digam que se parece mais com um estilingue, se denomina a primeira catapulta humana do mundo.

A atração simplesmente leva os corajosos a 150 metros de altura e os lança em uma queda livre em que chegam a atingir 100 km/h em 1,5 segundo. De acordo com os inventores, a Catapulta faz as pessoas sentirem uma força G equivalente a 3 vezes a gravidade da Terra.

O salto custa 255 dólares neozelandeses por pessoa e, segundo o criador, Henry van Asch, é a realização de 30 anos de planejamento e desenvolvimento, desde que a ideia era apenas uma viagem até se concretizar.

Especialista em bungee jumps, tendo ajudado a tornar a atividade famosa em todo o mundo, ele foi o primeiro a saltar após a inauguração oficial. “É um sentimento único, até surpreendente. Não há nada parecido”, disse o experiente aventureiro.

Fotos: Divulgação/AJ Hackett Bungy NZ/fonte:via