Rio de Janeiro coloca na rua primeiros ônibus 100% elétricos

O Rio de Janeiro iniciou a operação dos primeiros ônibus 100% elétricos. Os veículos estão sendo usados no programa Tarifa Comercial Zero e circulam gratuitamente nos quatro principais pontos comerciais de Volta Redonda.  São eles, Vila Santa Cecília, Retiro, Centro e Aterrado.

A substituição dos combustíveis fósseis se dá por meio de dois motores BYD-2912TZ-XY-A, de 150 KW, o equivalente a 402 cavalos. Os veículos possuem ainda chassis BYD D9W, que são utilizados para a aplicação em carrocerias com até 13,2 metros de comprimento. Os coletivos não têm degraus, facilitando o embarque e desembarque, além de contarem com um sistema de freio a disco regenerativo.

A adoção dos ônibus elétricos vai contribuir para a redução de emissão de poluentes e gases causadores do efeito estufa. Para se ter ideia, cada ônibus elétrico em circulação diminui os níveis de CO2 em mais de 1 tonelada.

No caso de Volta Redonda, o ônibus chega em boa hora. Sofrendo com inúmeros problemas de mobilidade urbana, a cidade do sul fluminense dispõe de uma alternativa saudável para o meio ambiente e usuários.

Falando ao Ciclo Vivo, Tyler Li, presidente da BYD do Brasil, diz que “o ônibus elétrico é uma tecnologia promissora na busca por um transporte público menos poluente e com menor custo de manutenção. Com cada vez mais grandes metrópoles globais realizando testes e implementando esse tipo de veículo em suas vias públicas, o ônibus elétrico vai deixando de ser apenas uma ideia do futuro, firmando-se dia a dia como realidade”.

A cidade de São Paulo também namora o ônibus elétrico. Segundo a prefeitura, a expectativa é que os modelos ganhem mais espaços nas ruas paulistanas até o fim do ano.

Carregados a bateria, os ônibus elétricos possuem autonomia de 300 km, superior aos 200 km percorridos em média pelos coletivos convencionais. O carregamento total das baterias leva entre 4 e 5 horas. Assim como no Rio de Janeiro, o chassi é fornecido pelo multinacional chinesa BYD. O intuito é reduzir em 15% a emissão de CO2.

Foto: Reprodução/fonte:via

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Ela transforma roupas velhas e sem caimento em peças estilosas e exclusivas

Você sabia que a indústria da moda é a segunda maior poluidora industrial, perdendo apenas para o petróleo e que o norte americano costuma jogar fora cerca de 70 quilos de roupas todos os anos? Foi essa preocupação, somada com a necessidade de economizar dinheiro, que fizeram com que a norte americana Sarah Tyau passasse a dar nova vida às roupas velhas, que já tinham o lixo como destino certo.

Ela, que é mãe de 3, começou a reciclar as peças de roupa antigas que encontrava em brechós e com a sua família, logo que sua primeira filha nasceu e, desde então essa tornou-se sua ideologia. Com o tempo escasso e sem nunca ter feito um curso de corte e costura, Sarah já conquistou mais de 135 mil seguidores no Instagram e tem mostrado que suas habilidades não são poucas.

Escandalizada com o fato de que as marcas de fast fashion costumam lançar cerca de 52 mini coleções todos os anos (uma por semana), ela decidiu diminuir seu impacto no meio ambiente e inspira as pessoas a fazerem o mesmo. Sua dica? “Comprar peças clássicas mais intemporais e misturá-las com algumas peças da moda aqui e ali. Dessa forma, você não joga fora tantas roupas e nem sempre precisa comprar constantemente para continuar na moda”, disse ao site Bored Panda.

Com um canal no Youtube onde ensina a fazer transformações geniais em roupas que ninguém daria nada, ela já possui quase 5o mil inscritos e agora planeja sua própria linha de roupas, sempre mantendo a mesma ideologia e, com os lucros destinados às crianças carentes.

Autodidata, consciente e direta, Tyau deixa um recado: As roupas, como qualquer outra coisa materialista, não lhe dão felicidade duradoura, mas apenas um momento fugaz de excitação. Em vez de dar tanta importância ao que você veste, quanto custa ou qual marca de grife você está usando, concentre-se em ser gentil, ter integridade e moral e você sempre estará na moda”.

Fotos: Sarah Tyau /fonte:via

Kate Middleton e Príncipe William ‘perdem’ guarda dos filhos. Mas por quê?

A monarquia carrega consigo dogmas difíceis de entender. Pelo menos para os meros mortais, já que entre os seguidores do regime, cada linha é encarada com seriedade.

De acordo com uma lei real criada há 300 anos, o príncipe William e a duquesa Kate Middleton não possuem a guarda dos filhos. Isso não quer dizer que os dois, casados desde abril de 2011, vão deixar de ser pais de George, Louis e da princesa Charlotte.

Entretanto, aos olhos dos seguidores das leis monárquicas, os mais novos membros da família real são responsabilidade do rei ou da rainha. No caso Elizabeth II, no trono desde a década de 1950.

“O rei ou rainha conservam a guarda dos netos e bisnetos. Isto nasceu na época do Rei George I, que governou entre 1714 e 1727. Desde então, a lei nunca foi modificada”, explicou Marlene Koening, especialista em família real.

Koening lembra que a lei foi promulgada por causa da má relação entre o rei George I e seu filho, o futuro rei George III. “Ele aprovou esta lei para que pudesse ter a guarda de seus netos”.

A lei foi aprovada por 10 entre 12 juízes em 1717 e desde então não foi modificada. Isso explica muito que, mesmo com uma mudança significativa nos últimos tempos, a família real britânica é adepta ao tradicionalismo. Aliás, a medida vale também para os futuros herdeiros de Meghan Markle e Harry.

Fotos: Reprodução/Instagram/fonte:via

Professora organiza resgate de aluno em região dominada pelo Estado Islâmico

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A educação possui um poder transformador imenso, mas neste caso, ela literalmente, salvou vidas. Isso porque, Charlotta Turner, professora na Universidade de Lund – na Suécia, organizou um verdadeiro resgate de filme quando soube que seu aluno, o doutorando em química, Firas Jumaah, estava com sua mulher e filhos tentando se esconder do Estado Islâmico, que havia invadido a sua cidade.

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A professora e seu aluno, depois de finalmente concluir seu doutorado

A operação aconteceu em 2014, mas foi relevada somente agora. Jumaah é da etnia yazidi, vítima de genocídio pelos militantes do Estado Islâmico e estava fazendo doutorado na Suécia, quando soube que o grupo terrorista tinha invadido a sua cidade, onde morava seus filhos, esposa, mãe e irmãos. Sem pensar duas vezes, ele pegou o primeiro avião para tentar resgatar sua família e enviou uma mensagem à professora, pedindo que ela imprimisse sua tese e entregasse, caso ele não voltasse do Iraque.

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A triste situação dos refugiados da minoria yazidi no norte do Iraque

Lá, ele passou semanas vivendo com sua família em uma fábrica de alvejantes abandonada, passando fome, calor e, sobretudo, muito medo. Enquanto isso, quando recebeu sua mensagem, Charlotta ficou revoltada com a situação e decidiu pedir ajuda à universidade.

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Foto tirada em 2014, quando a minoria yazidi caminhava em direção à Síria, para escapar do Estado Islâmico

A instituição concordou em ajudar e juntos eles montaram uma imensa operação de resgate, com direito a mercenários fortemente armados, que partiram em busca de Jumaah e sua família. O plano deu certo e eles conseguiram voltar para a Suécia, onde ele concluiu seu doutorado e hoje trabalha em uma empresa farmacêutica na cidade de Malmo.

A professora, não somente orgulha-se de ter salvo essas vidas, como reconhece o poder da educação no mundo: “Há algo de muito bonito na pesquisa, porque ela se espalha pelo mundo e o une. Podemos ver a pesquisa como um projeto de paz”.

Foto 1: Charlotta Turner / Twitter

Fotos 2 e 3: Rodi Said/Reuters/
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Uma a cada três frutas é desperdiçada simplesmente por ser ‘feia’, aponta estudo

Se a escassez de alimentos costumava ser vista como um dos grandes problemas da humanidade diante da imensa quantidade de famintos no mundo, hoje fica claro que o problema não é bem esse – e que o desperdício e as exigências do mercado são alguns dos grandes responsáveis pela manutenção da fome. Basta se debruçar sobre o resultado de uma nova pesquisa, que aponta que mais de um terço das frutas e legumes cultivadas na Europa nem sequer chegam às prateleiras dos supermercados e vão direto para o lixo simplesmente por serem “feias” – trazendo deformações ou variações de tamanho que não alteram em nada seus valores nutritivos ou mesmo o sabor.

O estudo foi realizado pela Universidade de Edimburgo, no Reino Unido, e concluiu que mais de 50 milhões de toneladas de frutas e vegetais são jogadas fora no continente simples e absurdamente pela aparência. O cálculo realizado pela pesquisa foi publicado no periódico Journal of Cleaner Production, e aponta uma realidade já denunciada como prática comum no mundo todo – o desperdício acontece em escala criminosa nos quatro cantos do planeta.

O desperdício se dá, segundo o estudo, por uma soma de fatores como as regulamentações governamentais excessivamente rígidas, os padrões determinados pelos mercados e às expectativas dos clientes a respeito da aparência dos legumes e frutas, muitas vezes estimuladas pela publicidade. Mudar tais padrões e diminuir a seletividade, além de estabelecer regras eficazes para combater o desperdício é urgente no mundo todo – tanto quanto a necessidade de comer para os que tem fome.

© fotos: reprodução/fonte:via

Foto de recém nascido cercado por coração de seringas viraliza pelo melhor motivo

Quando uma foto diz mais do que mil palavras, não é apenas o trabalho do fotógrafo que é capturado pelas lentes, mas toda uma história que tornou aquele registro possível.

É o caso da fotografia da pequena London O’Neill, que viralizou na internet ao mostrar que o amor não tem fronteiras.

Tudo começa com a história de Patricia e Kimberly O’Neill. As duas se conheceram há seis anos e começaram um relacionamento. Elas já tinham filhos de relações anteriores, mas decidiram que queriam tentar ter um filho juntas.

A princípio, não parecia nada tão complicado. Patricia e Kimberly precisariam apenas ir a uma clínica de fertilização e esperar pelo resultado, certo? Isso não poderia estar mais longe da realidade que elas enfrentariam.

Foram necessários quatro anos, sete tentativas e três abortos espontâneos antes de que London nascesse. Patricia, que havia escolhido carregar o bebê, descobriu que sofria de Fator V de Leiden, uma doença genética que aumenta a incidência de abortos.

Durante o processo, a futura mamãe levou um total de 1.616 injeções na busca de controlar a condição e conseguir levar a gravidez adiante. Além das injeções necessárias para a fertilização in-vitro, ela precisou tomar duas doses injetáveis diárias de anticoagulantes. Cada uma das agulhas foi guardada até o nascimento da criança para, então, serem usadas nesta incrível composição, clicada pela Packer Family Photography.

Menino de 6 anos é barrado na sala de aula por usar dreads

O racismo não dá descanso e nem faz distinção entre crianças e adultos. Presente em todos os campos da sociedade, o preconceito se manifesta de forma perversa. Nos Estados Unidos, um garoto de 6 anos foi impedido de entrar na escola por estar usando dreadlocks.

O caso aconteceu na Book Christian Academy, que como era esperado, negou a adoção de práticas racistas. “Obviamente, eu não sou racista. Em nossa escola, nossa música é ‘Jesus ama as criancinhas do mundo, vermelhas, amarelas e brancas, elas são preciosas em seu olhar,’”, se justificou o fundador da escola John Butler Book.  

Os tais conceitos de diversidade não foram vistos na filmagem feita pelo pai do jovem de 6 anos. Em vídeo divulgado nas redes sociais com mais de 500 mil visualizações, é possível ver C.J. sendo impedido de entrar na escola.

“Leve-o pra casa e corte o cabelo dele”, exige o fundador.

Aliás, o racismo da instituição está presente no livro de regras. De acordo com o pai do garotinho, a família recebeu em casa uma cartilha estabelecendo que os meninos “não podem ter dreads, moicanos, desenhos ou cabelo tingido”.

Ao contrário do que dizem os representantes da Book Christian Academy, o julgamento de uma criança negra por meio de sua aparência é sim racismo. Negros e negras que adotam os dreads como estilo precisam conviver com uma série de perguntas equivocadas e preconceituosas sobre o cabelo.

O que os racistas de plantão desconhecem é que dreads carregam em seus cilindros uma ligação com a ancestralidade, algo negado por sistêmicas práticas discriminatórias como a desta escola de Orlando, nos Estados Unidos.

Três exemplos inspiradores da beleza dos dreads:

1 – Djavan

2- Gilberto Gil

3- Dodô

Fotos: Reprodução/fonte:via