Moda entre adolescentes, desafio do fogo está gerando preocupação; entenda

Você já ouviu falar do desafio do fogo? É uma tendência (perigosa) que nasceu nas redes sociais. A moda envolve dois participantes, uma tem que se molhar com álcool, enquanto o outro acende um fósforo e ateia fogo no colega.

O intuito é queimar apenas uma parte do corpo, no entanto, a ‘brincadeira’ pode ter um resultado catastrófico. Foi o que aconteceu com a jovem Timiyah. Com apenas 12 anos, a norte-americana teve o corpo queimado e foi socorrida pela mãe.

“Ela estava coberta por fogo, gritando, chorando e pedindo ajuda. Eu me desesperei. A primeira coisa que fiz foi tentar apagar o fogo com minhas próprias mãos. Entrei nas chamas para salvá-la e tentei rasgar as roupas dela”, relatou a contadora Brandi Owens, de 35 anos, que teve partes de seu próprio corpo atingidas pelas chamas.

Timiyah, que está internada em estado grave, ficou com 49% do corpo coberto por queimaduras de segundo e terceiro grau. A estudante estava acompanhada por mais duas amigas na cozinha de casa quando decidiu participar do desafio do fogo.

Depois de colocá-la no banho frio, Brandi levou a menina para o hospital e agora iniciou uma campanha de financiamento para arcar com os custos. O tratamento, segundo os médicos, deve levar meses. A garota vai passar por mais três cirurgias.

O desafio do fogo começou por volta de 2012, quando um usuário do YouTube publicou um vídeo ateando fogo nos pelos do peito. Dali pra frente, outras versões viralizaram nas redes. Além do caso de Timiyah, outro rapaz norte-americano sofreu queimaduras de segundo grau ao participar da onda.

O YouTube disse que está retirando vídeos relacionados com o tema.

Fotos: Reprodução/Facebook/fonte:via

Vila de mini casas erguidas por voluntárias para abrigar mulheres em situação de rua

Mulheres em situação de rua ficam expostas a diversos tipos de violência. Embora em menor número, elas são mais propensas a se tornarem vítimas de estupros e agressões do que os homens.

Para auxiliar essas pessoas, um grupo de voluntárias decidiu erguer uma vila com mini-casas em Seattle. A vila ganhou o nome de Whittier Heighs e conta com 15 casinhas exclusivamente para uso de mulheres que não têm um lar.

Idealizado pelo Low Income Housing Institute (LIHI), o projeto deve oferecer moradia temporária para até 20 mulheres por vez. O ojetivo é oferecer privacidade, segurança e estabilidade para que as mulheres possam se reerguer e, com isso, consigam reestabelecer suas vidas.

Segundo uma reportagem publicada pelo ABC News, cada casa tem cerca de 9 m². As construções contam com energia elétrica e aquecimento e espera-se que as estruturas durem pelo menos oito anos.

A vila conta ainda com banheiros em uma área comum, com produtos de higiene íntima disponíveis para as moradoras. Além disso, a área é cercada, o que aumenta a segurança das mulheres que vivem no local.

A iniciativa é a primeira voltada exclusivamente para mulheres criada pelo LIHI, que espera replicar o projeto em outras localidades caso ele seja bem sucedido. A instituição desenvolve casas para beneficiários de auxílios do governo, pessoas em situação de rua e pessoas que já estiveram nessa situação no passado.

Fotos: reprodução/fonte:via