Drones estão ajudando a plantar árvores e monitorar desmatamento

Se antes eram um objeto de desejo acessível para poucos, os drones hoje se tornaram populares em diversas áreas de atuação – e são também um hobby para quem curte apenas brincar com os aparelhinhos.

Porém, o gadget pode ser útil para fins bem mais nobres, como o reflorestamento.

A startup americana DroneSeed espera utilizar o aparelho com esse fim em um futuro próximo. Em um voo de uma hora e meia, o dispositivo seria capaz de replantar uma área de cerca de quatro mil metros quadrados, segundo o The Greenest Post.

Para tornar isso possível, o drone espalharia sementes durante o voo. A altura que ele alcança é calculada para que as sementes sejam enterradas na terra graças à velocidade. Assim, aumentam as chances de que uma muda nasça do plantio.

Depois de espalhadas as sementes, os drones também ganham uma nova função: a de monitorar seu crescimento e garantir que nenhum tipo de desmatamento ilegal ocorra na região. No Brasil, um projeto similar prevê o uso de drones para monitorar a Amazônia a partir de 2019.

Infelizmente, a tecnologia de plantio da empresa ainda não está disponível. Enquanto isso, os drones da DroneSeed são usados para espalhar fertilizantes sobre as plantações – mas a gente espera que eles possam ser transferidos para um cargo mais nobre em breve! 🌱

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Este centro esportivo na Tailândia é totalmente feito de bambu

Localizada na cidade de Chiang Mai, na Tailândia, a Panyaden International School busca ensinar aos alunos valores humanos baseados no budismo ao mesmo tempo em que oferece um currículo educacional britânico.

O espaço escolhido para a instituição é um resumo destes valores, ao mostrar que o amor e o respeito à natureza merecem ser celebrados em cada aspecto da construção.

Dessa forma, o centro esportivo da escola foi construído apenas com bambu e nenhum outro material. O projeto ganhou o nome de Bamboo Sports Hall e aproximou as crianças ainda mais da natureza, ao mostrar que materiais naturais podem ser tão ou mais resistentes quanto os usados em contruções convencionais, além de oferecerem mais ventilação, mantendo os ambientes frescos. Graças a essas características, não há necessidade de ar condicionado nas instalações.

Tudo isso, aliado a uma sensação agradável que só a arquitura natural é capaz de oferecer. Mais importante do que a parte estética, é a funcionalidade da construção, capaz de suportar ventos de alta velocidade e até terremotos. Estima-se que a construção vá durar, pelo menos, 50 anos.

Com capacidade para 300 estudantes, a arena tem uma área total de  782 m². Nessa extensão encontram-se quadras de futsal, basquete, vôlei e badminton, bem como um palco, que pode ser levantado automaticamente durante a realização de espetáculos ou eventos esportivos.

Os prédios antigos da escola são feitos também em bambu, adobe ou taipa, de forma que o centro esportivo se conectou perfeitamente ao restante da construção. De acordo com o Ciclo Vivo, a escolha por materiais naturais reduziu em 90% a pegada de carbono da estrutura em um comparativo com construções convencionais.

Espia só mais algumas fotos da construção: