Fotógrafo usa luzes de LED para registrar os movimentos dos músicos

FOTOGRAFIA DE STEPHEN ORLANDO / REPRODUÇÃOSe a música é feita de elementos invisíveis como ondas sonoras, intervalos em sons e tempo, para que ela exista se fazem necessárias uma porção de ações e gestos – esses sim, completamente visíveis. Cada músico em execução de seu instrumento realiza uma verdadeira dança com movimentos precisos para que a música aconteça – e foi esse gestual musical que o fotógrafo canadense Stephen Orlando registrou, como um meio de, em certa forma, fotografar a música usando uma técnica chamada de light painting.Ele prendeu luzes de LED ao arco de instrumentos como violino, viola e violoncelo, fotografados em longa exposição enquanto os músicos tocavam. O resultado não só é graficamente belo e impactante, como a dança das luzes parece realmente reproduzir graficamente as ondas sonoras de uma música.

IMAGENS CAPTURADAS PELO FOTÓGRAFO STEPHEN ORLANDO / REPRODUÇÃO
IMAGENS CAPTURADAS PELO FOTÓGRAFO STEPHEN ORLANDO / REPRODUÇÃO
IMAGENS CAPTADAS PELO FOTÓGRAFO STEPHEN ORLANDO / REPRODUÇÃO
IMAGENS CAPTADAS PELO FOTÓGRAFO STEPHEN ORLANDO / REPRODUÇÃO
FOTOGRAFIA DE STEPHEN ORLANDO / REPRODUÇÃO
FOTOGRAFIA DE STEPHEN ORLANDO / REPRODUÇÃO

 Além disso, no entanto, era preciso que um movimento maior acontecesse para que a luz também se movesse pelo quadro. “Um movimento relativo entre o músico e a câmera precisa existir para que o rastro de luz se mova pela foto”, diz Orlando. “Eu achei mais fácil mover a câmera em vez de mover o músico”, explica. “Os LEDs estavam programados para mudar de cor, a fim de passar a impressão da passagem de tempo”, explicou o fotógrafo, que realizou o trabalho com somente uma exposição simples por foto, e sem manipular de forma alguma os rastros de luz após o registro das fotos.

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Menino de 9 anos comete suicídio depois de bullying homofóbico

Muito se fala sobre os efeitos da homofobia em adultos. Entretanto, os tentáculos desta manifestação preconceituosa afetam também as crianças. O pequeno Jamel Myles, de 9 anos, cometeu suicídio depois de ser vítima de abusos e intimidações recorrentes de colegas.

O garoto estudava na Escola Fundamental Joe Shoemaker, em Denver, nos Estados Unidos. Para sua mãe, Leia Pierce, Jamel começou a ser discriminado pelos colegas a partir do momento em que se assumiu gay.

Falando ao jornal Denver Post, ela contou em que o filho havia dito ser gay durante as férias de verão. Leia relata ter dado todo o apoio e afeto ao pequeno, porém não foi o cenário encontrado por Myles na instituição de ensino.

“Ele parecia tão assustado quando me contou. Ele disse, ‘mamãe, eu sou gay’. Eu pensei que ele estava brincando, então olhei para trás, porque estava dirigindo, e ele estava tão assustado. Eu disse, ‘e eu continuo amando você’”, encerrou.  

Bastaram quatro dias de agressões para que Jamel sucumbisse. O jovem tomou a atitude drástica pois, segundo a filha mais velha, os colegas “disseram para ele se matar”.

“É tão triste que ele não tenha me procurado. Eu não consigo imaginar o que disseram pra ele”, declarou.   

A escola de Denver instaurou uma comissão para analisar o caso de Jamel. Professores da Escola Fundamental dizem que um espaço para estudantes compartilharem sentimentos e processarem suas emoções foi criado.

Desde a notícia, diversas manifestações de apoio foram enviadas aos familiares do garoto de 9 anos. “Devemos ter responsabilidade pelo bullying. As crianças sabem que é errado. As crianças não gostariam de ser tratadas dessa forma. Eu acho que os pais devem ser punidos porque, obviamente, eles estão ensinando as crianças a agirem assim ou estão as tratando dessa forma”, pontuou a mãe do garoto.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) mostrou que entre 2002 e 2012, houve um aumento de 40% na taxa de suicídio entre crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. A cada 40 segundos uma morte deste tipo é registrada.

Foto: Reprodução/Facebook/fonte:via