Catzilla: Artista cria um Godzilla fofo e peludo para ‘apavorar’ as cidades

Se o lagarto gigante Godzilla levou terror a grandes cidades como Tóquio e Nova Iorque em seus filmes, como seria se no lugar de um lagarto o gigante fosse um gato? Pelas mãos do artista artista Fransdita Muafidin os gatos gigantes aterrorizam somente pela intensa fofura e diversão que provocam através das montagens do artista.

Imensamente fofos, os gatos de Fransdita são editados e inseridos contextos urbanos de modo a parecerem felinos gigantes atravessando as cidades – provocando engarrafamentos, pendurando-se em edifícios, nadando ao lado de barcos e carregando automóveis na boca feito fossem um mero inseto. Não há terror nos gatos de Fransdita, a não ser pela graça e a fofura que pode nos provocar suspiros fatais.

© fotos: Fransdita Muafidin/fonte:via

Conheça a história da mulher que ganha a vida abraçando desconhecidos

Na era das redes sociais e das conexões virtuais, o afeto e contato físico – tão importantes para nossa saúde física e mental, acabaram ficando em segundo plano. Por mais que as interações que façamos na internet tomem boa parte de nosso tempo, o ser humano precisa do toque, do olho no olho, do abraço e é exatamente isso que a australiana Jessica O’Neill, de 35 anos tem feito.

Terapeuta, massagista e nutricionista desde os 20, incluir a terapia do abraço em suas sessões foi algo que surgiu naturalmente, já que ela vem de uma família que nunca negligenciou a importância do contato físico: Eu venho de uma família que sempre foi muito afetuosa. Eu sou naturalmente assim e era normal eu sempre abraçar meus pacientes antes e depois das sessões, afirmou.

As sessões sempre começam com uma curta meditação e, Jessica diz ser muito mais fácil conversar sobre qualquer assunto depois de alguns minutos de abraço, depois da tensão e ansiedade irem embora. A maioria de deus pacientes são homens acima dos 35 ou mulheres com mais de 60 anos e, sua clínica, em Gold Coast – Austrália, recebe mais pacientes do que você possa imaginar.

As sessões custam aproximadamente 420 reais e um ano ela chegou a ganhar quase R$ 240 mil, apenas com este tratamento, o que nos diz muito sobre o que as pessoas andam sentindo falta. Estaria o mundo super conectado nos afastando cada vez mais das pessoas e nos deixando carentes de afeto? Segundo a terapeuta, sim: Todo mundo tem uma história totalmente diferente. Mas os fatores mais comuns são solidão, depressão, isolamento e ansiedade. Todos eles têm esse desejo de se conectar com alguém”.

Fotos: Nigel Hallett – News Corp Australia / Unsplash/fonte:via